quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Improve Wine - Loja On-Line: Inauguração On-Line

Costumo ouvir frequentemente que na vida há uma vez para tudo. Pois é! Hoje foi a primeira vez para algo completamente novo. Estive numa inauguração on-line, via facebook, de uma loja de vinhos: a Improve Wine. E posso dizer que gostei. Em primeiro lugar, a visita ao site e alguma navegação pela loja on-line. Navegação estável, rápida, intuitiva e de fácil utilização. Sem complicações ou de estrutura demasiado pesada. Os muitos acessórios originais cativaram a minha atenção, mas todos os produtos são apresentados de forma irrepreensivel.
Depois a inauguração on-line propriamente dita. Durante cerca de duas horas o movimento foi constante, nunca deixando morrer a actividade na página. Passatempos a rodos, prémios em vouchers e garrafas de vinhos, registos na loja, amigos no facebook, problemas na internet, acho que foi uma noite bem diferente e uma inauguração bastante animada. Faltaram as provas (on-line), mas tenho a certeza que não faltam ideias à Improve Wine e um dia quem sabe...
Parabéns e boa sorte para o projecto.

Festa do Chocolate no Hotel Real Palácio

O Chocolate é para muitos uma tentação irresistível. Na 3ª Quinzena do Chocolate, promovida pelo Hotel Real Palácio, em Lisboa, entre 2 e 12 de Novembro, o cacau é o rei da festa e promete surpreender miúdos e graúdos.
A 3ª Quinzena do Chocolate, que tem como parceiros a Callebaut, Balay, Delta Cafés e Adega Mayor, apoia as Aldeias de Crianças SOS. Por cada inscrição nos workshops ou na compra dos Bombons Real, o Hotel Real Palácio oferece 50% do valor à instituição social infantil.
Em Novembro, venha descobrir o delicioso universo do chocolate e renda-se ao pecado da gula. Workshops, degustações, palestras, massagens, cocktails, concursos e um menu especial no restaurante são algumas das propostas tentadoras do programa da Quinzena de Chocolate.
Pastelaria gourmet, sobremesas de Natal, coberturas, bombons, brownies e trufas são algumas das especialidades, que pode aprender na Quinzena de Chocolate para surpreender os seus amigos e familiares neste Natal. Os workshops e as actividades gastronómicas serão coordenados pelo Chefe Executivo Celestino Grave.
A pensar nos mais pequenos, o hotel promove, ainda, o workshop “O Mundo Encantado do Chocolate para Crianças”, durante o fim-de-semana.
Se é um amante do chocolate, aproveite a chegada do Inverno e encontre um delicioso pretexto para sair de casa.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vale dos Barris 2009

Vale Dos Barris 2009 Branco

Características
Tipo:
Branco
Castas:
Fernão Pires e Moscatel
Região: Regional Península de Setúbal
Teor Alcoolico: 13 %
Produtor: Adega Cooperativa de Palmela

Preço: 2,10€ vap

Acerca do Vinho (Rótulo)
Este vinho é fermentado a baixa temperatura e engarrafado bastante cedo, para que conserve toda a sua frescura e potencial aromático.

Nota de Prova
Um vinho com alguma surpresa. Boa felizmente. A sua cor amarela clara denúncia desde logo a sua juventude. No nariz está um vinho bastante frutado, com aroma bem delineado, com lima e alguma fruta doce, tropical. De acidez bem reduzida, na boca é um vinho bastante agradável, descomplicado e perfeito para o dia-a-dia. Aprecie numa entrada, salada verde ou com marisco.

Classificação: 70/100 ou 14/20

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Quinta de Baixo Grande Escolha 2005

Quinta de Baixo Grande Escolha 2005 Tinto

Características
Tipo:
Tinto
Castas:
Baga, Touriga Nacional e Syrah
Região: Bairrada
Teor Alcoolico: 14 %
Produtor: Artwine - vinhos e Espumantes Lda

Preço: -€ vap

Acerca do Vinho (Rótulo)
Solos argilo-calcários, excelente exposição solar e viticultura tecnicamente orientada, definem o Terroir da Quinta de Baixo. De parcelas seleccionadas da casta Baga, Touriga Nacional e Syrah vindimadas e vinificadas separadamente em tempo óptimo.Fermentou em lagares abertos com vinificação bem cuidada. Estagiou em barricas de carvalho francês durante 12 meses.

Nota de Prova
Gostei deste Bairrada. Primeiro pelo rótulo e depois pela prova. Apresenta uma cor rubi bem definida, limpida e marcante. No nariz a fruta vermelha é rainha, com notas florais presentes e bem mescladas com a madeira ao fundo. Na boca é cheio, corpolento e sedoso. Muito equilibrado de fruta e madeira. Taninos suaves mas com vida suficiente para dar a este vinho. O final de boca é muito longo e agradável.


Classificação: 80/100 ou 16,2/20

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Quinta da Murta - Bucelas

A Quinta da Murta fica situada em Bucelas, não muito longe do buliço de Lisboa, mas num vale onde o silêncio e a paz reinam, não muito longe da Romântica Sintra, mas num local onde encontrei paixão pelo vinho. Visitei esta Quinta vinícola cerca de uma semana antes de começarem as vindimas todavia a aura era já premonitória. Antes de estacionar junto à Adega pude apreciar toda a paisagem envolvente. Parecia estranho que ainda à pouco estivesse a passar por Bucelas, desordenada em construção e mesmo algo sombria, caótica e vestida de tonalidades cinzas. Aqui os verdes substituíam essas cores tristes e como o calor apertava aceitei o convite do Hugo Mendes para uma conversa e visita ao interior da Adega da Quinta da Murta.
Começamos por uma breve explicação de como é efectuada a fermentação dos vinhos nesta Quinta. As cubas de inox, grandes e mais pequenas; os processos e técnicas utilizados; os segredos por contar e o entusiasmo de um Enólogo apaixonado pelo que faz e que o transmite com uma facilidade memorável. Lembro-me perfeitamente de me questionar várias vezes se estava a ser muito demorado na história. Qual quê? Fosse o relógio mais lento que eu queria era ouvir mais.
Passamos ao piso superior, por entre um salão preparado para eventos, observei a vista panorâmica para a vinha de Arinto. Para trás mais vinha. Estamos no centro da Quinta. Para onde quer que olhe tenho largas extensões de vinha. Uma localização que não fora ao acaso e que se mistura na paisagem como algo que parece sempre lá ter estado.
Por fim, a adega propriamente dita. Aqui a presença das Barricas de Carvalho Francês e Americano marcam presença, assim como as garrafas de espumante arrumadas na sua forma tradicional aparentando esperar que o tempo passe. Sem nunca interrompermos o diálogo, o Enólogo Hugo Mendes apresenta cada pormenor com experiência e o seu toque pessoal que ajuda a compreender toda a vida desta Quinta.
No armazém, e enquanto observa cada rótulo, chamou-me à atenção o painel de azulejo que marcava presença em cada garrafa. Questionei o porquê desta imagem associada à Quinta da Murta e esta não tardou. Mais uma vez voltei a ficar surpreendido com algo tão simples como o antigo painel de azulejo da Quinta se tornara na imagem da marca da mesma. E fica 5 estrelas.
Com tudo isto e aqui tão perto, após esta visita de horas, apenas fica a vontade de voltar. Talvez no Outono para observar as belas tonalidades de uma vinha a preparar-se para o Inverno. Mais uma vez, obrigado pelo oportunidade.

domingo, 26 de setembro de 2010

Hotel The Yeatman - Porto

É hoje inaugurado, na zona histórica das Caves do Vinho do Porto em Vila Nova de Gaia, o primeiro Hotel Vínico de Luxo em Portugal. Hoje, pelas 19:30, será dado inicio à cerimónia de abertura residida pelo Presidente da República Professor Dr. Anibal Cavaco Silva.
Com cerca de 32,5 milhões de euros de investimento, o THE YEATMAN é composto por 70 quartos e 12 suites, distribuídos por 5 socalcos, invocando a distribuição das típicas vinhas do Douro. Todos os quartos têm varanda, terraço e uma vista única para o Rio Douro e o Centro Histórico do Porto.
Devido às parcerias com os produtores de vinho do Douro todo o espaço permite uma ligação directa ao Vinho, ao Douro e aos seus principais interpretes. O The Yeatman oferece ainda o O Spa Vinothérapie®, onde os hóspedes poderão relaxar e desfrutar dos tratamentos e cuidados que incluem banhos de imersão em barris, massagens relaxantes em chuveiro Vichy, e outros tratamentos faciais e para o corpo ou os famosos Jantares vínicos com o primeiro a ter lugar já no próximo dia 30 de Setembro com as "Caves São Domingos".
Devido à minha ligação ao sector do turismo e à minha paixão pelo tema sempre segui este projecto com muito interesse. Nos últimos anos visitei a zona por mais de uma vez e pude ver desde o momento em que apenas era uma emaranhado de máquinas, terra e homens até agora, finalmente, finalizado.
Não vejo a hora de poder lá ficar hospedado.

sábado, 25 de setembro de 2010

Vinhos do Alentejo em Lisboa 2010

O objectivo era a viagem pelos grandes vinhos alentejanos. Uma viagem conduzida pelos guias enólogos, produtores e outros especialistas do tema. Era tida como uma oportunidade de maior contacto com os grandes intérpretes desta região e o reunir de muita gente com a mesma paixão que muitas vezes só conhecemos através do ciber-espaço ou só os encontramos nestas ocasiões. Na minha opinião, todos os objectivos atingidos.Em relação ao ano transacto apenas o local mudou. No espaço conhecido como LX Factory foi proporcionado estacionamento grátis para os participantes, e montado um Alentejo vínico de excelência. Um bom copo para a prova, pelo menos o primeiro, a um valor acessível e viagem começava.Como quando cheguei ainda se encontrava pouco público fiz, em primeiro lugar, uma volta de reconhecimento. Depois comecei as minhas provas procurando em primeiro lugar novidades e depois aqueles em particular que a algum tempo ansiava por conhecer. Posso dizer que foi um grande dia. Grandes provas, grandes descobertas, surpresas, o rever de amigos e as conversas, mais do que as provas, o que eu gosto de uma boa conversa com um produtor, enólogo ou como foi o caso com o escanção Manuel Moreira. Depois de ter participado na "Conversas sobre o Vinho: Brancos Que o Vão Deixar Convencido" pelo Manuel Moreira, fomos os dois pela sala. Com a sua experiência e conhecimento deu-me a conhecer algumas coisas que provavelmente me iriam passar ao lado, pormenores deliciosos e principalmente alguns dos verdadeiros protagonistas desta arte. Obrigado Manuel. Tenho de passar pelo GSpot um dia destes.Também não posso deixar passar a disponibilidade de todos os intervenientes neste grande evento. À Herdade das Servas, mais uma vez cinco estrelas e mais uma prova acima da média. Vinhos de qualidade, com paixão, saber e tradição. Na Herdade dos Grous a confirmação de vinhos que mantêm o seu perfil qualitativo inalterável. Na JMF a descoberta do J, mais uma pérola desta casa com história. E o que dizer da Torre de Frade e do seu Branco Viognier? Fabuloso aroma. Os Terra D'Alter com os seus recentemente premiados também estiveram presentes, e ainda bem. Os meus parabéns pelo vosso trabalho. Destaco também o Solar dos Lobos, diferentes, modernos e com um futuro auspicioso. No Monte Novo e Figueirinha o percurso por alguns monocastas, um Pinot Noir de grande qualidade e uma gama onde a relação qualidade/ preço parece ser uma preocupação. A Herdade do Rocim com dois Tintos de expressão. Daqueles pelos quais facilmente nos enamoramos. À Herdade da Mingorra pela disponibilidade para comigo quando por ter chegado já mais tarde à sua mesa já não conseguir provar o seu colheita tardia. No fundo a todos os presentes que visitei e aos poucos que não consegui visitar um grande cumprimento de Parabéns e a certeza que o Vinho Alentejano foi excelentemente representado.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Aragonês de São Miguel dos Descobridores 2005

Aragonês de São Miguel dos Descobridores 2005 Tinto

Características
Tipo:
Tinto
Castas:
Aragonês
Região: Alentejo
Teor Alcoolico: 13 %
Produtor: Casa Agricola Alexandre Relvas, Lda
Preço: 7 € vap

Acerca do Vinho (Rótulo)
Produzido a partir de uvas da casta mais tradicional da Região - Aragonês.

Nota de Prova
Em véspera de inicio de um grande evento dedicado ao vinho do Alentejo que tal começar a abrir o apetite? Rápido pensei, mais rápido se abriu a garrafa. Este alentejano, já com alguns anos, apresenta já uma cor rubi/purpura, muito limpida. No nariz algo floral e referência para a intensidade do aroma a fruta vermelha bem madura, com notas leves a madeira e alguma especiaria. Na boca revela-se bem preenchido, taninos presentes com força para talvez mais um ano ou dois. O final de boca é bastante longo e agradável.

Classificação: 16,5/20

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Sivipa Roxo 2006

Moscatel Roxo Setúbal DOC 2006 Sivipa

Características
Tipo:
Moscatel
Castas:
Moscatel de Setúbal Roxo
Região: Setúbal
Teor Alcoolico: 17%
Produtor: Sivipa - Soc. Vinicola de Palmela, SA
Preço Médio: 10 €

Acerca do Vinho (Rótulo)

Produzido a partir da casta Moscatel Roxo que existe com alguma raridade. É considerado uma essência indispensável numa garrafeira.

Prova
Ao fim de algum tempo a prova. Quase que não conseguia. É que este bebe-se mesmo muito bem. Apesar de não ter sido servido à temperatura que julgo ideal apresentou-se bastante distinto nos aromas, intenso a fruta, passas, algum mel e com uma cor topázio limpida e brilhante. Na boca é um regalo. Muito equilibrado, macio, doce e de final persistente. Uma escolha acertada.

Classificação: 17/20

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Arca Nova 2007 Vinhão

Arca Nova 2007 Vinhão Escolha

Características
Tipo:
Verde
Castas:
Vinhão
Região: Vinho VerdeTeor Alcoolico: 12 %
Produtor: Quinta das Arcas

Preço: -€ vap

Acerca do Vinho (Rótulo)
Vinho produzido exclusivamente de uvas da casta Vinhão. Opolento e compulsivo, de cor intensa, vermelho-granada. Aroma quente, carnudo, carregado de fruto e violetas com chocolate, baunilha e tabaco. Absoluto veudo na boca com taninos musculados e elegantes. Final muito longo e harmonioso, cheio de frutos silvestres, especiarias e suave barrica de excelente bom gosto.

Nota de Prova
Bela cor, vermelha, intensa, estimulante. Ao nariz chega-nos a fruta vermelha, cereja, morango, framboesas. Na boca revela-se com bom volume, o vinho é vibrante, pelos seus taninos plenos de vivacidade, pelo ligeiro gás que não o deixa adormecer. Um bom exemplar deste tipo de vinho. Se não conhece o tipo, procure este que é um bom cartão de visita.

Classificação: 79/100 ou 16/20

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Real Marina Hotel & Spa - Olhão

O Real Marina Hotel & Spa de Olhão é o mais recente 5 estrelas do grupo Hotéis Real em Portugal. A sua localização privilegiada convida-nos a olhar a magnifica Ria Formosa, como se estivéssemos à janela, descontraidamente, a observar o descer e subir da maré, a acompanhar o buliço piscatório de cada momento, a surpreendermo-nos com cada brilho da natureza envolvente. Aqui somos convidados a descobrir um Algarve diferente, mais sossegado e verdadeiro e que não dispensa uma visita pelas inúmeras ilhas que formam uma barreira de protecção à Ria. Maravilhoso.A localização do Real Marina permite também em pouco tempo fazer uma visita por Olhão a pé. Sem grande esforço vamos passeando pela cidade e descobrindo aos poucos a vida desta cidade tão portuguesa. O Hotel é novo e moderno. Uma equipa atenciosa faz tudo para que o conforto dos hóspedes seja o objectivo prioritário. O chocolatinho na almofada para acompanhar o desejo de bons sonhos, a oferta de boas vindas em produtos tradicionais da região e o conseguir ter sempre alguém disponível para nos ajudar são alguns dos bons exemplos do serviço de qualidade que aqui se presta. Todos os equipamentos e espaços são à imagem deste grupo, embora neste o luxo apresentado seja adaptado para o turista de praia, de Verão.
Se um dia por cá passarem não deixem de tirar uma manhã para visitar a Ilha Deserta ou da Barreira. Um local onde a natureza ainda é preservada, onde ainda se consegue tomar um banho de água cristalina ou ter uma praia só para nós. O sossego num local.

Monte do Enforcado 2007

Monte do Enforcado 2007 Tinto

Características
Tipo:
Tinto
Castas:
Várias
Região: Alentejo
Teor Alcoolico: 13 %
Produtor: Caves da Montanha

Preço: 4,50€ vap

Acerca do Vinho (Rótulo)
Reza a lenda que há mais de 3 séculos um nobre lavrador, prometeu sacrificar a sua vida para que a sua próxima colheita fosse abençoada, salvando assim a família. Assim nasceu o Monte do Enforcado, um vinho cuidadosamente fermentado respeitando a tipicidade da região, que estagiou em barricas de carvalho francês. Um vinho intenso que dificilmente se esquece.

Nota de Prova
AEstamos perante um vinho honesto para a gama à qual pertence, alguns bons aromas sobretudo a fruta vermelha e na boca revela-se um vinho apinado e de fácil prova e empatia. Será assim desde que bebido em novo.
Cuidado com os exageros dos rótulos: "Um vinho intenso que dificilmente se esquece". Bom, quer dizer...

Classificação: 64/100 ou 14/20

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Workshop Vinhos e Degustação: “ Introdução à Prova de Vinhos – Nivel I: Iniciado”

Ontem foi dia do tão esperado Workshop Vinhos e Degustação sob o tema: “ Introdução à Prova de Vinhos – Nivel I: Iniciado”. No Restaurante " A Tendinha" em Mem Martins e num ambiente bastante informal, elucidaram-se os participantes sobre os aspectos iniciais/básicos da prova de vinhos, estabelecendo a sua ligação com a gastronomia. Foi uma experiência nova para os presentes, com vinhos portugueses, e abordando também aspectos tão importantes como a guardar e reserva dos vinhos, o tipo de serviço, algumas das castas mais importantes no vinho nacional, as fases da prova, regiões demarcadas e outros. Foi servido um menu de degustação composto por entrada, peixe, carne e doce acompanhada pela prova de vinhos.Gostaria de agradecer ao Restaurante " A Tendinha " por acolher esta iniciativa e por permitir que esta se repita no futuro, ao produtor Mário Negreiros por todo o apoio dado na realização do workshop e pela disponibilizar do seu vinho Negreiros 2007, ao Enólogo Hugo Mendes da Quinta da Murta e à própria Quinta também pela dsiponibilidade demonstrada para com a iniciativa e à Revista de Vinhos pela gentil oferta a todos os participantes de exemplares da mesma.
Vamos voltar a estar juntos com este tema ou com outros, mas sempre à roda desta paixão que é o Vinho.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Prova de Vinhos La Rosa - Coisas do Arco do Vinho

A Coisas do Arco do Vinho brindou-nos hoje com uma prova de Vinhos da Quinta de La Rosa, apaixonadamente apresentada pela Sophia Bergqvist que nos conduziu em primeiro lugar a um breve resumo da História da Quinta de La Rosa e depois no acompanhar comentando dos vinhos Passagem Branco 2009, Passagem Reserva Tinto 2007, La Rosa Reserva Tinto 2007 e La Rosa Porto Vintage 2007. As uvas dos vinhos Passagem, apesar do mesmo produtor, não têm origem na Quinta de La Rosa, mas da Quinta das Bandeiras que foi adquirida no ano de 2006.
Iniciou-se a prova com o Branco Passagem 2009. Um branco de aroma pouco exuberante, mas de uma complexidade aromática bastante interessante. Tal e qual um jogo das escondidas. Ao inicio um pouco de citrinos, com limão e lima, e em pano de fundo um emergir de notas de fruta tropical madura. Muito fresco. Na boca apresentou-se suave, baixa acidez e com um comprimento final considerável. Mais um bom branco a juntar a tantos que ultimanente têm aparecido em Portugal.
De seguida o Passagem Reserva Tinto 2007. Um portento de vinho. Uma cor escura, limpida e aromas a denunciar a casta dominante Touriga Nacional, mas com um equilibrio notável. A madeira, a fruta, o floral toda em perfeita harmonia e, depois na boca, também muito equilibrado e fácil de se gostar. A madeira não se sobrepõe à fruta formando um conjunto quase perfeito. Um final de boca longo, longo e a certeza que daqui a alguns anos ainda estará melhor.
Quase como comparação surge o La Rosa Reserva Tinto 2007. Mesmo ano, mesmo Enólogo, Quintas diferentes e percentagem de cada casta também um pouco diferente. Na minha opinião resultaram num vinho ainda melhor que o anterior. Mais complexo, mais corpo e mais vinho. A minha eleição para este fnal de tarde. O Terroir fez a diferença e a composição do vinho também.
Por último, o Porto Vintage 2007. Na minha opinião a surpresa ou joker da prova. Sinceramente não esperava um Vintage com este toque. Veludo, sem a marca da aguardente vinica, não muito doce, mas primando pelo equilibrio. Talvez o fio condutor a toda a prova. O equilibrio.
Ficou o convite para uma visita à Quinta. Tenho cá a impressão que não vou deixar de o honrar.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vencedor do Passatempo "Um Vinho, Uma Conversa" - Negreiros 2007

E o vencedor é......
A minha escolha recai sobre "Já estamos todos? Não. Falta o Negreiros 2007. Negreiros: Imprescindível!", por uma razão: é a que remete a uma característica fundamental do Negreiros. O Negreiros é, sim, "saúde e alegria", é "um prazer que se bebe", é parte importante "numa refeição que se preze", é "inseparável do Douro", é feito para quem "adora o vinho e ama o Douro", também acho que "melhor não há", que é "um prazer em estado líquido" e "sem igual" e que, por isso, terá sido "com justiça Medalha de Ouro", o que faz dele "um vinho para uma grande ocasião", uma "escolha da qualidade", porque "o ouro não engana". Mas Negreiros também é gente. Gente que se quer ver no vinho. Ou um vinho que tem gente lá dentro. "Já estamos todos? Não, falta o Negreiros" é a frase que fala disso, que faz do Negreiros um de "nós todos" e, por isso, a minha preferida.
Ao vencedor, Alexandre Sequeira, peço que envie um mail com o seu contacto para: comerbeberlazer@hotmail.com por forma a conbinarmos a entrega do Negreiros 2007.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Passatempo "Um Vinho, Uma Conversa"... Mário Negreiros

Na passada segunda-feira tivemos a primeira parte do Passatempo "Um Vinho, Uma Conversa". Tivemos Um Vinho. O Negreiros 2007. Agora a Conversa com Mário Negreiros. Amanhã a divulgação do vencedor do Passatempo.Como define o Negreiros?
Negreiros é, antes de tudo, uma família, um clã, um núcleo de afecto e de solidariedade. A grande referência desse núcleo é o meu pai, Joaquim, que herdou do pai dele, também Joaquim, a Quinta das Amendoeiras. É ele que orienta cada passo que, como administrador, dou na Quinta das Amendoeiras - nada, na Quinta, se faz ou desfaz sem a aprovação dele. E a Quinta das Amendoeiras também pretende ser um núcleo. Um núcleo físico em que o clã Negreiros possa estar junto, de que esta família se possa orgulhar. E é aí que entra o vinho. Queremos ter - e temos! - orgulho nele. Além disso, já há muito que sabemos que as uvas não sustentam uma Quinta no Douro, que é preciso acrescentar valor, ou seja, fazer vinho delas. Há, portanto, uma componente económica na nossa decisão de fazer o vinho Negreiros, mas até essa componente está a serviço do que a precede, que é o núcleo de afecto e de solidariedade que faz dos Negreiros uma família. O vinho Negreiros é, portanto, mais do que um vinho feito com amor. É um vinho feito por amor.

Depois da reabilitação da Quinta das Amendoeiras em 2004 foram produzidos vinhos com melhoria de qualidade de ano para ano. Como vê o futuro da Negreiros?
É verdade, salvo o grande tropeço de 2006, quando nenhuma garrafa produzida na Quinta das Amendoeiras se mostrou digna de receber o nosso rótulo, a qualidade só tem melhorado. Não tenho ilusões de que isso se mantenha assim para sempre. Haverá anos melhores e anos piores, mas - e o 2006 está aí para o provar - em anos melhores teremos mais Negreiros; em anos piores, menos Negreiros, e se em algum ano o nosso melhor vinho for inferior ao padrão mínimo que nos impomos (que é elevado), não tenha dúvidas: não haverá Negreiros. O que não podemos é meter o nosso nome num vinho que não o mereça.
Diante disso, o único futuro que posso esperar é a conquista - lenta, bem sei, muito lenta - da confiança dos consumidores. Ninguém aqui pretende fazer do Negreiros um "pop star". Nunca seremos um vinho de multidões, a nossa dimensão nunca nos permitirá uma grande visibilidade, mas, a pouco e pouco, vamos conquistando palatos, narizes e retinas (não necessariamente nessa ordem).

Como foi receber a Medalha de Ouro no 18º Concurso Internacional de Vinhos de Montanha, em Courmayeur (Itália)?
Literalmente? Foi por e-mail. Um e-mail que imagino que tenha sido um texto geral a todos os "medalhados", a dizer alguma coisa como "em anexo, a sua premiação". Podia ser ouro, prata ou bronze. O meu coração começou a bater mais forte enquanto o computador abria o anexo. Quando se abriu e vi lá escrito "Ouro" fiquei radiante. Era o reconhecimento do nosso trabalho, a recompensa do esforço e, menos do que isso, a hipótese de aumento das vendas. E, quando digo que a medalha de ouro mais me importou pelo reconhecimento do que pelo que representasse de aumento das vendas não estou a ser demagógico. É que, de facto, há uma certa banalização das medalhas. Medalhas a mais tiram peso a cada uma delas. Mas nem todas são internacionais - portanto, menos sujeitas a simpatias (bem ou mal intencionadas). Mas, se quer saber qual foi a mensagem mais simpática que recebi depois dessa medalha, foi a do Manfred, do Chafariz do Vinho. Na sua objectividade germânica, enviou-me um e-mail lindo: "Parabéns! Quatro caixas". Já foram entregues. E pagas.

Um Grande obrigado pela disponibilidade demonstrada para com o Blog Comer, Beber e Lazer.

domingo, 12 de setembro de 2010

Quinta do Valdoeiro Reserva 2003

Quinta do Valdoeiro Reserva 2003 Tinto

Características
Tipo:
Tinto
Castas:
Baga Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon
Região: Bairrada
Teor Alcoolico: 13,5 %
Produtor: Sociedade Agricola e Comercial dos Vinhos Messias, SA
Preço: 12,50 € vap

Acerca do Vinho (Rótulo)
Vinho de cor rubi opaca com nunaces violáceas.Aroma a frutos pretos muito maduros, amora, mirtilo e cassis afinados pela tosta de barricas de carvalho francês, onde estagiou. Na boca apresenta forte estrutura e sedosos taninos. Final muito longo.

Nota de Prova
Baga e Cabernet Sauvignon. Não são das minhas castas preferidas, mas parti para a prova sem preconceitos. De cor rubi bem escura, mas limpida apresenta no nariz um conjunto de aromas liderado pela fruta preta e vermelha bem madura, com madeira bem presente e algum fumado por entre o mesclado de aromas dominante. Na boca apresenta-se corpolento. Com o inicio de prova algo adstringente, mas desaparecendo com o decorrer da prova. Taninos macios e final de boca bem longo. Acompanha carnes vermelhas bem temperadas que é um regalo.

Classificação: 15,5/20

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Calém - Visita às Caves do Vinho do Porto

Sempre que visito a cidade do Porto dou um saltinho a Gaia para visitar uma ou duas Caves do Vinho do Porto. As Caves da Porto Calém foram assim alvo da minha atenção e aqui fica a minha nota da visita.
Esta é uma das mais famosas marcas históricas do Vinho do Porto e a visita começa com um pouco de história acerca da Calém e das diversas transformações que foi sofrendo ao longo dos anos, numa sala devidamente preparada para o efeito, com muitas fotografias históricas e objectos, como garrafas, já com anos e anos de existência. Neste pequeno Museu, para além da história da marca, podemos conhecer tudo acerca da Região Demarcada do Douro e da própria produção do Vinho do Porto.
De seguida somos levados para as Caves propriamente ditas e verificamos as condições especiais de envelhecimento deste precioso néctar e no fim temos uma breve explicação acerca de cada tipo de Vinho do Porto produzido. Momento de alguma inter-actividade no qual podemos fazer algumas questões acerca do que nos vai sendo transmitido.
A visita termina com a esperada prova de dois Vinhos do Porto desta casa. Um branco e um tinto, embora não tenha gostado muito do Tinto Ruby que nos foi servido, o branco era bastante agradável sendo da gama que representava.
Uma visita a colocarem na vossa agenda.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Prova Horizontal Herdade das Servas Touriga Nacional

Hoje, na Coisas do Arco do Vinho, teve lugar uma prova horizontal da Herdade das Servas Touriga Nacional - 2003 a 2006, prova esta conduzida pela equipa de enologia permanente: Luis Mira e Tiago Garcia.
Em primeiro lugar, uma referência para a Loja Coisas do Arco do Vinho, que continua a apostar na divulgação do Vinho, na realização de provas comentadas e pelo próprio espaço em si bem acolhedor e com muitas surpresas nas suas prateleiras.
Depois a prova em si, na qual foram servidos quatro Herdade das Servas Touriga Nacional relativas aos anos de 2003 a 2006.
O 2003 abriu a prova. Um vinho que apesar da sua cor já um pouco marcada pelo tempo exibia a nivel do nariz um leque de aromas bastante exuberante. Frutado e floral no inicio, para um final de prova com notas especiadas, de fumo e algum cacau. Um vinho com estrutura e a convidar a uma nova prova daqui a mais 3 ou 4 anos com a certeza de um envelhecimento de qualidade.
De seguida o 2004, que foi o que mais apreciei, com notas aromáticas já um pouco diferentes do 2003 e a demonstrar na boca a verdadeira diferença. Complexo e estrturado, muito corpulento e pujante de vida. Também aqui a prova mais prolongada fez com que me apercebesse da evolução bastante interessante em copo. Um final onde as notas aromáticas mais fumadas e especiadas se notaram com mais relevância.
Logo depois o 2005. Diferente. Aroma com notas mentoladas a sobresairem do conjunto a transmitirem frescura ao vinho. Talvez um vinho que, numa prova cega, dificilmente o ligaria à Touriga Nacional. Talvez o vinho que tenha ficado em 4º no top da prova. Ainda assim um vinho muito interessante e com um final muito em linha com os anteriores, especiado, fumado, o cacau muito ao de leve e alguma flor de laranjeira.
Por último, o 2006 também ele em sequência do anterior. No primeiro contacto o mesmo aroma mentolado e fresco,, tipo after-eight, mas agora mais exuberante. Nota de relevo para um final onde aparentemente o mentol cai e surge a folha de laranjeira.
Aceitando o repto do Artur Diogo, lá estarei no LX Factory para provar o reserva da Herdade das Servas e o branco... se ainda houver.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Passatempo "Um Vinho, Uma Conversa" - Negreiros 2007

Hoje, o Blog Comer, Beber e Lazer estreia o seu primeiro passatempo ligado a uma das suas temáticas: o Vinho. A colaboração entre produtores de Vinho, sectores ligados ao Vinho e o Blog Comer, Beber e Lazer faz com que periodicamente seja possivel fazer este Passatempo onde para além da Oferta se fará também ponte de ligação com o Mundo do Vinho para além da simples prova do mesmo. O objectivo? Divulgar o Vinho também numa perspectiva Cultural, Histórica e de Conhecimento.
O primeiro vinho em Passatempo é o Negreiros 2007 de Mário Negreiros. Um vinho do Douro à sua espera e que recentemente foi premiado internacionalmente. Quer receber um exemplar deste Negreiros 2007 em sua casa? É muito simples.

Coloque, em comentário, a resposta à pergunta abaixo e adicione uma frase acerca do Vinho Negreiros.
Com que prémio o Negreiros 2007 foi galardoado no 18º Concurso Internacional de Vinhos de Montanha, em Coumayeur (Itália)?
Dificil? Visite as seguintes páginas e procure mais informação em http://www.negreiros-vinho.blogspot.com/ ou http://www.negreirostinto.com/ . Verá que não custa nada. De entre as respostas correctas o produtor escolherá a melhor frase que divulgaremos posteriormente.
Regras:
- Apenas serão aceites respostas até ao próximo dia 11-09-2010 às 23:59;
- Só serão aceites respostas colocadas em comentário;
- Só serão válidas respostas assinadas com primeiro e último nome ou login de blogger;
- Apenas será aceite uma participação por pessoa;

sábado, 4 de setembro de 2010

Outono de Santar 2005 Colheita Tardia

Características
Tipo: Branco - Colheita Tardia
Castas: Encruzado
Região: Dão
Teor Alcoolico: 12 %
Produtor: Sociedade Agricola de Santar, SA
Preço: 12 €

Acerca do Vinho (Rótulo)
Quando as folhas começam a mudar de cor, com as primeiras chuvas, podridão nobre assenta nas uvas perfeitamente maduras nos vinhedos. A Casa de Santar escolheu a tradicional monocasta Encruzado para a sua vindima tardia, colhendo e esmagando a uva no final do Outono. Com tempo, este vinho adquire a sua linda cor dourada junto com os complexos e profundos aromas que complementa a riqueza que irão proporcionar prazer na boca com o seu corpo elegante.

Nota de Prova
Pois é. Ainda não me fartei de procurar o melhor colheita tardia português. E enquanto não encontro, vou-me deparando com algumas boas experiências. Este Outono de Santar foi um dessas situações. De cor palha dourado, e nariz bastante aromático, com uma mescla de fruto tropical com fruto seco como as avelãs e umas engraçadas notas a gelatina de ananás e pêssego, na boca é o equilíbrio que marca posição. O doce e as notas citrinas a limão, lima e laranja preenchem-nos o palato. Muito delicado, elegante e guloso. Apetece sempre mais um bocadinho. Acompanhou uma tarte delicia de amêndoa. Nem digo mais nada....

Classificação: 16/20

Charneco 2008

Charneco 2008 Tinto

Características
Tipo:
Tinto
Castas:
Várias
Região: Alentejo
Teor Alcoolico: 13,5 %
Produtor: Companhia da Quintas SA
Preço: 3,95 €

Acerca do Vinho (Rótulo)
Vinho de cor vermelho rubi, de aroma jovem com notas intensas de frutos vermelhos e frutos pretos em compota. Na boca aparece suave e equilibrado onde o seu corpo médio se faz acompanhar por um constante sabor a fruta. Final de boa quente, com persistencia na fruta.

Nota de Prova
Vinho muito fácil e descontraido. Na linha dos últimos alentejanos que tenho provado. Tudo muito igual, muito plano e sem surpresas. A cor deste Charneco é de um rubi escuro, fechado, antecipando os aromas intensos a fruta preta e vermelha já muito madura. Na boca é suave e embora com algum corpo não chega a ser o suficiente para o complicar. A fruta é da facto uma constante pelo que pergunto se terá estagiado em madeira ou apenas no inox. Final de boca médio.

Classificação: 14,5/20

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Monte da Cal 2007

Monte da Cal 2007 Tinto

Características
Tipo:
Tinto
Castas:
Aragonês, Alfrocheiro e Alicante Bouschet
Região: Alentejo
Teor Alcoolico: 13,5 %
Produtor: Herdade Monte da Cal, SA
Preço: - €

Acerca do Vinho (Rótulo)
A nova adega do Monte da Cal , localizada em Fronteira, região norte alentejana, produz vinhos de excelência, os solos são de origem argilo-xistosa, proporcionando condições excelentes para a produção de vinhos de qualidade e de grande concentração. As castas Arogonês, Alfrocheiro e Alicante Bouschet foram vindimadas com uma maturação óptima. Depois de vinificado, este vinho estagiou apenas em inox para perservar a fruta em todo o seu explendor.

Nota de Prova
Não De volta ao tinto e ao Alentejo com este Monte da Cal de cor rubi, limpida e brilhante. No nariz apresenta-se bastante intenso a fruto vermelho e negro bem maduros, principalmente de amora silvestre. Na boca é suave, com alguma complexidade e sem a presença da madeira. O final é um pouco cacau com cereja já compota. Aconselho a beber já com carnes vermelhas ou queijos não muito fortes.

Classificação: 15,5/20

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