segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pacheca 2016 Branco

PACHECA 2016 BRANCO | DOURO | 12,5% | PVP  4,99€
CERCEAL, MALVASIA FINA, GOUVEIO, MOSCATEL GALEGO BRANCO, VIOSINHO
QUINTA DA PACHECA SOC AGRÍCOLA E TURÍSTICA, LDA
15

Cor amarelo citrino aberto, com ligeiros esverdeados, pouca cor, aspecto limpo e jovem. No nariz mostra-se um bouquet de fruta citrina e tropical intenso, com notas do moscatel a sobressairem um pouco, frescura dada por leves notas mais vegetais e de pedra partida. Na boca revela acidez e algum volume, redondo, polido, leve e fácil de beber, com fruta fresca, sumarento, equilibrado e com final de boca médio - longo.
 A sua leveza e prontidão de boca farão dele uma boa escolha para beber de forma descontraída neste verão.

domingo, 23 de abril de 2017

Tendências: O Vinho Engorda?

Em preparação para o verão? Preocupado com o peso em excesso e com as dietas miraculosas?Chegou o momento de pensar (um pouco) se o consumo de vinhos engorda ou se emagrece. Mais uma publicação do Comer, Beber e Lazer no Enólogo Chef Continente.
"(...)O vinho está na moda. Beber vinho e, mais importante, perceber de vinho ou perceber o vinho é cada vez mais um factor valorizado na nossa sociedade. Por outro lado, o que também está na moda é o estar Fit, ou seja, ter o peso certo e a condição física acertada para a idade. Desta forma, e tendo o consumo de vinho como primordial, torna-se necessário saber se o vinho engorda ou emagrece?(...)" continuar a ler aqui.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Quinta de Lourosa em Lisboa Com Novidades na Bagagem

A Quinta de Lourosa veio até Lisboa para apresentar duas novidades, o Quinta de Lourosa Arinto e Loureiro 2016 e Quinta de Lourosa Alvarinho 2015, como também voltar a dar a provar o seu actual topo de gama Vinha do Avô, feito a partir da casta Arinto, numa ligação à mesa inesperada, mas conseguida.
Rogério de Castro e sua filha Joana de Castro são os grandes motores que fazem avançar o projecto da Quinta de Lourosa, localizada na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no concelho de Lousada, e que juntos facilmente deixar revelar o seu apego pela terra, a paixão pelo vinho e amor pela família e sua herança.

Vinhos a seguir com atenção, dos quais foram provados e depois levados à mesa com a comida do Wine Lover Bairro Alto as duas novidades já referidas e o Vinha do Avô, um vinho especial elaborado unicamente a partir da casta Arinto e que é fruto do amor pela natureza e pela vinha, sendo uma homenagem dos netos (Mariana, Francisco e Mafalda) ao avô, Rogério de Castro. Do portefólio fazem parte vinhos brancos, rosados, tintos e espumantes.

QUINTA DE LOUROSA 2016 BRANCO | VINHOS VERDES | 13% | PVP 4€
ARINTO, LOUREIRO
QUINTA DE LOUROSA SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
15,5
Cor amarelo citrino, aberto, aspecto limpo e jovem. No nariz mostra boa intensidade aromática, notas florais e citrinas em bom plano, revelando neste momento mais a casta loureiro em relação ao arinto. Na boca acidez definida, em equilíbrio com as notas de fruta fresca, alguma textura e volume e terminando longo.
A sua acidez e frescura revela-se cartada poderosa quando em ligação com pratos com alguma gordura, queijos e enchidos.

QUINTA DE LOUROSA ALVARINHO 2015 BRANCO | MINHO | 13% | PVP 8,5€
ALVARINHO
QUINTA DE LOUROSA SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16
Cor amarelo citrino, definido, alguns esverdeados, aspecto limpo e brilhante. No nariz a fruta aparece envolta em leves tostados, barrica ainda um pouco saliente, traço mineral e fresco. Expressivo de boca, acidez firme e com tensão, envolvente e com algum corpo que o torna mais apetecível e guloso. Com a barrica praticamente ligada na prova de boca é um vinho que termina longo.

QUINTA DE LOUROSA VINHA DO AVÔ BRANCO | VINHO DE MESA | 11,5% | PVP 30€
ARINTO
QUINTA DE LOUROSA SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17
Deste foram apenas engarrafadas 1500 garrafas magnum. Homenagem à Vinha e ao Avô Rogério de Castro, um Arinto que é um lote de 3 colheitas (sobretudo 2013, mas também 2014 e 2015) com fermentação em barrica usada.
Cor amarelo palha seca, definido, aspecto límpido. Nariz muito citrino, laranja, bergamota, tangerina, maçã, algum salino e granito, fresco. Volumoso de boca, toranja, toranja e mais toranja, acidez brutal, sólido. Surpreendentemente jovem e austero, assente nas notas citrinas de lima e laranja, uma fina mineralidade a dar requinte. Precisará agora de mais tempo em garrafa para ganhar outra dimensão.
À mesa foi servido com a sobremesa. Queijo de cabra e compota de abóbora, tarte de amêndoa e toucinho do céu. Resultou e bem.
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QUINTA DE LOUROSA 
Lourosa, 4620-722 SOUSELA
Telf:   +351 255 815 312
Telm: +351 963 213 655
Mail: info@quintadelourosa.com

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Restaurante Café Garrett - Lisboa

Em cartaz desde já algum tempo no Teatro D. Maria II em Lisboa está o restaurante de Leopoldo Garcia Calhau que nos faz tropeçar à entrada do Teatro, parar para ler a ementa e depois nos obriga a sentar para trincar qualquer coisa.
O espaço convida a comer, a beber e a conversar. Durante o dia a esplanada fechada com grandes painéis de vidro é a atracão. À noite, a sala interior convida a momentos mais intimistas ou de reflexão antes de seguirmos o nosso caminho até ao nosso lugar em noite de peça.

À mesa os pratos revelam a simplicidade dos sabores autenticos, marcadamente de aposta na cozinha mediterrânica, na comida de conforto e nas memórias que nos conseguem trazer no momento de as degustar. Não será por isso estranho perceber a ligação afectiva a alguns deles ou a algum produto em particular quando o prato nos é apresentado à mesa.

Conforme indicado na ementa, Para Começar... Tomate, Pimentos e Ovo (Tomatada). Fechar os olhos e acordar os sentidos e a memória com o aroma e o sabor deste prato. Tudo no ponto e sem ser a época do tomate.

De seguida, a passagem para A Bifana. Uma interpretação de Leopoldo Garcia Calhau que surpreende pelos sabores mais acidez e picantes da mostarda em contraste com a doçura de um pão tipo brioche e a leveza do panado de carne. Pessoalmente dispensava as batatas tipo palito, mas confesso que também poderá ser apenas uma perseguição muito pessoas a este tipo de batata.

Já na fase de Sem Espinhas e Sem Osso, seguiu-se O Polvo, Batata Doce e Coentros. A ligação sempre fantástica do polvo com a batata doce, a intensidade do coentro   e um coulis de pimentos vermelhos de não deixar por lá vestígios no final da refeição.

Para sobremesa, e apesar das restantes opções, é obrigatório o Pudim de Noz da Joana. Uma verdade obra do "Demo" para atentar a qualquer dieta ou tentativa de fuga afirmando que não é costume comer doces no final da refeição. A primeira vez que saboreei este doce acho que comi umas três fatias... e não senti nenhum remorso ou culpa pelo que acabara de fazer.
Este pudim, uma receita de sua família com mais de 40 anos, leva apenas nozes, ovos, pão e açúcar. Uma perdição!

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CAFÉ GARRET
Tipo de Cozinha: Tradicional Portuguesa, Alentejo
Copos de Vinho Adequados: Sim
Estacionamento: Fácil (Pago)
Horário: Terça a Domingo das 12:00h às 24:00h
Preço Médio Refeição: 20€

Morada: Teatro Nacional D. Maria II, Praça D. João Da Câmara, 1100-201 LISBOA
Telefone: + 351 211 933 532
Na Net: Página de Facebook

terça-feira, 18 de abril de 2017

Assobio 2016 Branco

ASSOBIO 2016 BRANCO | DOURO | 12,5% | PVP  7,49€
VERDELHO, GOUVEIO, VIOSINHO, RABIGATO, CÓDEGA DO LARINHO
MURÇAS, SA
16

Assobio é o nome de uma vinha na Quinta dos Murças, propriedade do Esporão, onde, ao final da tarde, se ouve o vento assobiar. Parcelas com características únicas, orientadas a Norte e a cotas mais elevadas que produzem vinhos mais frescos e de grande versatilidade à mesa. Cor amarelo citrino, esverdeados leves, aberto, aspecto limpo e jovem. No nariz mostra boa intensidade, citrinos a dominar, lima, fruta de polpa amarela e leve tropical bem colocado, granito molhado, fresco. Boca com acidez equilibrada, boa secura, muita fruta de polpa amarela fresca, ameixa, citrinos, com comprimento e frescura.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Loios 2016 Branco

LOIOS 2016 BRANCO | ALENTEJO | 12,5% | PVP  3,29€
ARINTO, RABO DE OVELHA, ROUPEIRO
J PORTUGAL RAMOS VINHOS, SA
14,5

Encontramos já nas prateleiras dos supermercados e garrafeira a colheita mais recente do Loios branco de João Portugal Ramos. Com novo restyling à imagem e formato da garrafa, trazendo para o rótulo a rosácea que representa os vitrais das igrejas.
Cor amarelo citrino, laivos esverdeados, aspecto limpo e jovem. Aromas a fruta citrina, limpa e directa, alguma maçã verde, traço a pedra lascada, equilibrado e fresco. Na boca marca a fruta citrina, alguma secura, boa acidez e equilíbrio de conjunto. Final médio e fresco.
Uma aposta para os dias mais quentes.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Monte da Ravasqueira Vinha das Romãs 2014 Tinto

MONTE DA RAVASQUEIRA VINHA DAS ROMÃS 2014 TINTO | ALENTEJO | 13,5% | PVP  14,95€
TOURIGA FRANCA, SYRAH
MONTE DA RAVASQUEIRA - SOCIEDADE AGRÍCOLA D. DINIZ, SA
17

Onde antes morava um pomar de romãzeiras é hoje o terroir para as castas de Touriga Franca e Syrah a partir das quais é produzido este tinto. A Vinhas das Romãs, que dá nome a este topo de gama dos vinhos que têm colheita todos os anos, é berço para um daqueles vinho que sabemos que não enganam de ano para ano.
Visualmente de cor rubi, intenso, concentrado, de violetas carregados, escuros e de aspecto limpo. Revela no nariz a fruta vermelha e preta madura cheia de frescura, bem delineada e elegante, em maridagem harmoniosa com os traços provenientes do estágio em barrica, especiaria fina, baunilhado  leve, perfil fresco e de conforto. Boca com boa estrutura e volume, macio e aveludado, pronto a dar prazer, a ser bebido, de taninos que não se escondem, mas já redondos e polidos, com grande nota para o equilíbrio, harmonia e elegância com que se apresenta.
Com potencial de guarda o que me faz crescer a curiosidade numa vertical desta referência.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Telhas 2008 Tinto

TELHAS 2008 TINTO | ALENTEJO | 14,5% | PVP  20€
SYRAH, VIOGNIER
TERRAS DE ALTER CV, LDA
17

A Vinha da Antas, de solo granítico, fornece as castas que compoêm este vinho. Curiosamente, um vinho tinto com uma casta tinta, o Syrah, e uma casta branca, o Viognier, embora numa quantidade muito pequena (cerca de 6%).
Fui deixando, propositadamente, esta garrafa no esquecimento da minha garrafeira pois quando o provei, no ano do seu lançamento, pareceu-me que os 14 meses de barrica ainda lhe definiam muito a tez e que o tempo de dormida em garrafa apenas lhe podia fazer bem. Não me enganei.
Visualmente ainda mantém tonalidades rubi de média concentração, sem que a idade se mostre em demasia. Muito elegante de nariz, com a fruta preta silvestre e de árvore completamente ligada com as notas provenientes da barrica, especiaria fina, perfil fresco, cacau, tostados muito leves, conjunto complexo e desafiante. Cresce a cada momento.
Na boca está agora sem arestas e, apesar da idade, sem rugas, tanino presente, mas macio, elegante e fino. Um vinho que continua a dar muito prazer.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Colinas do Douro Superior 2015 Tinto

COLINAS DO DOURO SUPERIOR 2015 TINTO | DOURO | 14% | PVP  5,99€
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTA RORIZ
COLINAS DO DOURO SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
15,5

Gosto. Gosto quando um tinto em final de dias quentes me consegue fazer olhar de novo para o rótulo e pensar, cá para comigo, "Olha, belo vinho!". Gosto de encontrar nesta gama de preços vinhos que valham a pena trazer até ao meu copo. Para o juntar a uma refeição descontraída e informal. A carne grelhada agradeceu a companhia.
De cor vermelho intenso e concentrado, aspecto limpo. No nariz mostra um bouquet muito bem equilibrado e fresco de fruta vermelha e preta madura, florais delicados, pedregoso e fresco. Na boca destaque para a frescura do conjunto, com bom volume e com a fruta vermelha muito bonita e bem colocada. Funciona como um todo. Final de boca longo e fresco.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

As Novas Colheitas da Trilogia Premium da Quinta do Pôpa

A Quinta do Pôpa inicia o ano com o lançamento das novas colheitas dos seus vinhos Premium. A Trilogia Tinta Roriz 2012, Touriga Nacional 2012 e Vinhas Velhas 2013 chegam agora ao mercado e mostram-se prontos para o nosso copo.
Um Touriga Nacional que revela um perfil mais fresco e vegetal do que o esperado frutado compotado e perfumado; o Tinta Roriz que está num ponto de forma, vibrante e de perfil fresco; e o Vinhas Velhas, com mais de 80 anos, intenso, expressivo e com muitos anos pela frente.
A verdade é que acompanho o projecto de Stéphane e Vanessa Ferreira já há alguns anos e estes três vinhos deixaram-me, mais uma vez, de sorriso largo e copo erguido ao alto. Tchim, tchim!

PÔPA TOURIGA NACIONAL 2012 TINTO | DOURO | 14% | PVP 16€
TOURIGA NACIONAL
QUINTA DO PÔPA, LDA
17
Cor rubi, intenso, concentrado e opaco, com nuances violáceas no bordo do copo, aspecto limpo. No nariz a fruta vermelha bem ligada com notas florais, mais bergamota, citrinos, elegante, madeira bem ligada, praticamente pronto, não escondendo as notas primárias, com notas especiada fina, folhas de chá secas, tostado leve, fresco. Boca expressiva, volumoso, com acidez equilibrada, vivaz, a revelar fruta vermelha madura, com toque especiado, robusto e com final de boca longo. Vinho de uma única parcela.

PÔPA TINTA RORIZ 2012 TINTO | DOURO | 14,5% | PVP 19€
TINTA RORIZ
QUINTA DO PÔPA, LDA
17,5
Cor rubi intenso, média concentração, aspecto limpo. Aromas plenos de elegância, muita finess, notas de fruta vermelha, vegetal fresco, fino, notas de bosque, esteva, giesta, campo, pedra lascada, muito equilibrado e fresco. Na boca mostra estrutura, continua com elegância, frescura, acidez equilibrada, com o tanino a mostrar-se, mas já composto, fino, com fruta fresca e equilíbrio. Final de boca longo.
Também de parcela, mas uma casta com mais trabalho, principalmente mais de prova em barrica e de grau de dificuldade elevada na quinta do Pôpa.

PÔPA VINHAS VELHAS 2013 TINTO | DOURO | 14,5% | PVP 25€
VINHAS VELHAS
QUINTA DO PÔPA, LDA
18
Cor rubi, intenso, concentrado, nuances violáceas nos bordos, aspecto limpo. Elegância nos aromas, fruta vermelha e preta madura, mas sem ser em excesso, sem ter o toque de licorice, o madurão, mas com ligeiro vegetal, barrica bem ligada e fresco. Pujante de boca, vivaço, tanjnos presentes sem serem agressivos, envolvente, com final de boca longo.
Vinhas com cerca de 84 anos, com muito pouca intervenção, com 22 castas embora sem castas brancas.

Foto Inicial de ©Ricardo Bernardo

terça-feira, 4 de abril de 2017

Cistus Grande Reserva 2009 Tinto

CISTUS GRANDE RESERVA 2009 TINTO | DOURO | 16% | PVP  19,99€
TINTA RORIZ, TOURIGA FRANCA, TOURIGA NACIONAL
QUINTA DO VALE DA PERDIZ - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17

O Grande Reserva da Quinta Vale da Perdiz só é considerado como tal em anos de colheitas de excepcional qualidade e apenas quando o momento é certo para entrar no mercado. Estamos em 2017 e salta para as prateleiras um vinho de 2009 com 21 meses de estágio em barricas de carvalho francês e 34 meses de sono profundo em garrafa.
De cor rubi, violetas definidos, escuros, de média concentração e de aspecto limpo. Aromas intensos, fruto preto madura, silvestre e de árvore, especiaria fina, vegetal fresco, barrica bem ligada, coco, chocolate, muita frescura para 2009, muita vida mesmo. No palato mostra força, pujança, leva-nos a olhar novamente para o ano no rótulo, que juventude e que potencial para continuar. Voluptuoso, macio e com a fruta madura em grande plano e pese embora se note alguma nota mais gorda, não revela o seu teor de álcool mais elevado.
O final de boca é longo, texturado, sempre em direcção a um prato  que lhe faça juz.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Tendências: O Vinho Rosé

Chegou o horário de verão. Luz do dia até mais tarde, temperaturas mais quentes e aqueles momentos mais descontraídos nos quais um copo de vinho leve e fresco é a nossa companhia preferida. Preparado para a frescura, elegância e leveza dos vinhos Rosé? Mais uma publicação do Comer, Beber e Lazer no Enólogo Chef Continente.
"(...)A moda primavera-verão deste ano promete ser a explosão definitiva do vinho rosé no copo dos portugueses. Este tipo de vinho, considerado por muitos como menor em relação ao branco e sobretudo ao tinto, nunca foi verdadeiramente visto como um vinho. É para mim usual ouvir dizer que o vinho rosé apenas é o resultado das sobras do vinho tinto misturado com o vinho branco. Uma afirmação com base empírica, mas que está errada, embora com uma pontinha de realidade.(...)" continuar a ler aqui.

sexta-feira, 31 de março de 2017

2 2 1 Alvarinho 2015 AdegaMãe e a Lampreia by Anselmo Mendes

Duas regiões, dois enólogos, um vinho. Os enólogos Anselmo Mendes e Diogo Lopes criam um vinho a partir de duas expressões distintas da casta Alvarinho. A casta Alvarinho com origem em vinhas de Monção e outra com origem em vinhas da região de Lisboa.

Expressões diferentes da mesma casta que, apesar da distância entre as regiões onde nascem, mostram, no caso do Alvarinho de Monção, uma constante confirmação da elevada qualidade dos vinhos que dela resultam e, no caso do Alvarinho do terroir de Lisboa, um constante reconhecimento e afirmação do qualidade do vinho ali produzido.

ADEGAMÃE 221 2015 BRANCO | VINHO DE MESA | 12,5% | PVP 25€
ALVARINHO
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17
Um blend 50/50 da casta Alvarinho de Monção e de Lisboa com fermentação independente em barricas de carvalho francês.
Cor amarelo citrino, aberto, esverdeados leves, aspecto limpo e brilhante. No nariz revela muita complexidade, desafiante, com citrinos, toranja definida, algum melaço e um aroma a pedra molhada, toque salino e envolvência fresca. Expressivo de boca, mostra-se ainda muito jovem, irreverente, com volume, mastigável, com a fruta citrina e de polpa amarela madura bem colocada, traço mineral, novamente algum salino, a mostrar futuro, potencial de guarda e com um final de boca duradouro.

Mas o nervosismo só começaria após a apresentação do vinho. A harmonização ia ser feita com a famosa lampreia. Um arroz de lampreia cozinhado pelo "Chef" Anselmo Mendes, que não teve qualquer dúvida ou receio em afirmar que este momento o deixava mais nervoso do que o lançamento do 221.

Lampreias fêmeas, limpas e preparadas a preceito, com saber familiar, que chega à mesa em fumegantes travessas. Com vinagre a gosto no momento, passou claramente o teste dos convivas pois, no final, nem lampreia, nem arroz. Parabéns também aqui pelo prato e pelos conselhos na preparação desta iguaria de terras minhotas.

A ligação 221 com a lampreia foi casamento abençoado. Muito equilibrado e sem haver um roubar de protagonismo quer de um lado quer do outro. O vinho permite que toda a complexidade do prato seja muito bem incorporada pelos sentidos e nos faça continuar no vinho e no prato sem haja enfado.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Herdade do Mouchão | Em Terra de Alicante Bouschet

Em terras alentejanas é onde a casta Alicante Bouschet se revela na sua magnitude e onde encontramos alguns dos mais belos vinhos feitos a partir dela. Nasceu das mãos de Henry Bouschet no ano de 1855 em França a partir do cruzamento das castas Garnacha e Petit Bouschet. Nascida em França, mas Rainha em Portugal.
Talvez por isso, fizesse sentido dedicar um dia a conhecer melhor a casta, o terroir onde reina, os vinhos que dela resultam e ouvir na primeira pessoa as pessoas que a trabalham e que por ela se apaixonaram. O primeiro Alicante Bouschet Day nasceu e concretizou-se no final de 2016 e tenho de dar os meus parabéns ao João Pedro Carvalho do Blog Copo de 3 por ter sido faísca e luz para esta grande ideia.

Começámos pela Herdade do Mouchão. Penso que este inicio de aventura faça todo o sentido. Esta casta tida como de adaptação difícil e que no seu País de origem nem sequer é tida em grande conta, foi trazida para o Alentejo, segundo se sabe, pela família Reynolds, responsável pelos vinhos da Herdade do Mouchão, devido à sua propriedade tintureira. Como os seus primeiros vinhos perdiam um pouco a sua coloração ao final de poucos anos, sentiu-se a necessidade de lhe dar mais cor e durante mais tempo com outra casta. Ora, sendo a Alicante Bouschet uma das raras variedades tintureiras do mundo, isto é, a cor tinta está presente não só na pele como na polpa de cada bago de uva, então seria com ela que se iria trabalhar.

Esta casta encontrou na Herdade do Mouchão um terroir de eleição. Conhecer a emblemática Vinha dos Carapetos com a presença e com o sábio acompanhamento de David Marques Ferreira num dia lindo de outono-inverno foi um dos pontos marcantes deste dia.

Depois, ainda antes de se partir para um prova vertical dos Mouchão, da última colheita de Mouchão Tonel 3-4 e do Mouchão Licoroso e Aguardente Vínica, uma visita rápida à adega e toda a infraestrutura que permite que os vinhos da Herdade do Mouchão sejam uma realidade.

MOUCHÃO 1988 TINTO | ALENTEJO | 13,5% | PVP 38€***
ALICANTE BOUSCHET, TRINCADEIRA
HERDADE DO MOUCHÃO - VINHOS DA CAVACA DOURADA, SA
16,5
Cor vermelho, nuances alaranjadas, acastanhadas, média concentração, aspecto limpo. Nariz com notas de evolução sem ser depreciativo, notas de couro, fresco, mentolado, a abrir no copo. Boca com boa expressão, volume, acidez vivaz e equilibrada, fruta ainda com boa expressão, final de boca longo.

MOUCHÃO 2002 TINTO | ALENTEJO | 14,5% | PVP 43,90€**
ALICANTE BOUSCHET, TRINCADEIRA 
HERDADE DO MOUCHÃO - VINHOS DA CAVACA DOURADA, SA
17,5
Cor vermelho granada, média concentração, aspecto limpo. Aromas intensos, fruta vermelha fresca, barrica envolvente e bem integrada, especiaria fina, elegante e fresco. Na boca grande estrutura, corpolento, cheio de vida, com fruta em muito bom plano, especiaria, vegetal, mentolado fresco, respirante e de final longo.

MOUCHÃO 2007 TINTO | ALENTEJO | 14% | PVP 39,5€*
ALICANTE BOUSCHET, TRINCADEIRA 
HERDADE DO MOUCHÃO - VINHOS DA CAVACA DOURADA, SA
18
Cor vermelho rubi, intenso, média concentração e de aspecto limpo. No nariz aparecem as notas vegetais, espargos, notas terrosas, turfa, fresco mentolado, ainda de traço jovem. Na boca temos boa estrutura, taninos marcados, pujanates e  joviais, vegetal bem ladeado com o fresco de eucalipto. Elegante e final longo. Em grande forma e ao mesmo tempo ainda com um caminho muito longo pela frente.

MOUCHÃO 2011 TINTO | ALENTEJO | 14% | PVP 35€*
ALICANTE BOUSCHET, TRINCADEIRA 
HERDADE DO MOUCHÃO - VINHOS DA CAVACA DOURADA, SA
18
Cor rubi, intenso, concentrado, violetas escuros, jovens, aspecto limpo. Nariz muito bonito, fruta vermelha, traço vegetal, eucalipto fresco, mentolado, muito definido. Grande boca, cheio de força e com pernas para durar, longevidade, estruturado, tanino firme. Final longo. 
Como estará quando tiver o tempo de descanso do anterior 2007?

MOUCHÃO TONEL 3-4 2011 TINTO | ALENTEJO | 13,5% | PVP 99€****
ALICANTE BOUSCHET 
HERDADE DO MOUCHÃO - VINHOS DA CAVACA DOURADA, SA
18
Cor vermelho rubi, intenso, concentrado, fechado, praticamente opaco, com violeta escuro e de aspecto limpo. Aromas intensos, com a fruta preta madura bem presente, cheio de terrosos frescos, bosque, mentolados respirantes e notas vegetais ainda um pouco escondidas. Pujante e cheio de boca, denso e mastigável, perfil fresco, mas também cheio de juventude, ainda a pontapear e a chorar. Sem dúvida que é um vinho que ainda vai dar muito prazer a beber e que os anos estão para durar.

MOUCHÃO 2011 LICOROSO | ALENTEJO | 20% | PVP 22,60€*
ALICANTE BOUSCHET
HERDADE DO MOUCHÃO - VINHOS DA CAVACA DOURADA, SA
16
Continuamos com a casta Alicante Bouschet também no licoroso, Este é produzido com base na casta Alicante Bouschet. Após a fermentação, estagia em tonéis de 1,000 litros, de carvalho português, durante pelo menos 4 anos.
Cor vermelho vivo, opaco e retinto,  com aromas intensos a ameixa preta madura, compotas e especiarias. Profundo e elegante na boca, com o perfil de frescura que reconhecemos já nos Mouchão e um final de boca persistente e prolongado.

 
MOUCHÃO 2015 AGUARDENTE BAGACEIRA | ALENTEJO | 46% | PVP 45€*
ALICANTE BOUSCHET
HERDADE DO MOUCHÃO - VINHOS DA CAVACA DOURADA, SA
Uma surpresa. Quando muitos viram a cara e o copo a uma aguardente bagaceira no final da refeição, então por ceto, desconhecem a da Herdade do Mouchão. Esta resultado da destilação das massas de Alicante Bouschet utilizadas para produzir os melhores vinhos da herdade e, por isso, o mesmo é dizer que continuámos até ao fim ao sabor desta casta.
De cor branca e transparente, esta aguardente revela um aroma límpido, definido e fresco, marcado pelas especiarias típicas desta casta cultivadas no Mouchão. Na boca voltamos à envolvente fresca, toque macio e aveludado, com muita elegância e terminando longo e persistente.
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*preço Garrafeira Nacional à data da publicação 
**preço Garrafeira Dom Pedro à data da publicação
***preço Garrafeira Uvinum à data da publicação
****preço Garrafeira VinhoWeb à data da publicação

terça-feira, 28 de março de 2017

Colinas do Douro Superior 2015 Branco

COLINAS DO DOURO SUPERIOR 2015 BRANCO | DOURO | 13% | PVP  5,99€
VIOSINHO, RABIGATO
COLINAS DO DOURO SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
15,5

Um branco que segue a linha dos vinhos até agora provados deste produtor. O peso das suas vinhas de altitude no Douro Superior determinam vinhos frescos, com acidez acutilante e mineral bem presente. Confesso que num vinho branco desta gama de preço não costumo encontrar com facilidade este pilares neste ponto de equilíbrio, mas a verdade é que há esta linha condutora.
Cor amarelo citrino, nuances levemente esverdeadas e aspecto jovem. No nariz sobressaem as notas citrinas, a lima num apontamento muito bonito, leve e fresca, notas de pedra molhada e frescura envolvente. Na boca mostra a tal frescura e acidez no ponto, sumarento, os frutos citrinos e de polpa branca em bom plano, elegante e de final médio longo.
Gostei de o ligar à mesa com queijos variados e uma salada de polvo que tão bem puxou por ele.

domingo, 26 de março de 2017

Terras Altas 2014 Tinto

TERRAS ALTAS 2014 TINTO | DÃO | 13% | PVP  3,99€
JAEN, ALFROCHEIRO, TOURIGA NACIONAL
JOSÉ MARIA DA FONSECA VINHOS, SA
15

O Terras Altas aposta numa nova imagem, em corte total com o rótulo mais tradicional das colheitas anteriores, trás a justa homenagem ao enólogo António Porto Soares Franco não só com a imagem, com também com o vinho.
De cor rubi intenso, média concentração, jovem e de aspecto limpo. No nariz a fruta preta, notas frescas de bosque, alguma turfa molhada, cedro, pinheiro, barrica ligada, balsâmico, fraga, frescura envolvente desde o início. Na boca revela boa estrutura e volume, polido e macio, fruta vermelhos e preto silvestres, sumarento, fresco e equilibrado. Final de boca longo e fresco.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Revista de Vinhos, Wine e Vinho-Grandes Escolhas: Quem De 3 Tira Uma...

O panorama das revistas cujo tema maior versa o vinho está a mudar em Portugal. Até há bem pouco tempo o cenário que se coloca actualmente era impensável e até motivo de gozo, mas hoje aqui está ele e temos de começar a viver com ele. 
O grupo editorial Masemba e a EV-Essência do Vinho estabeleceram esta quinta-feira, 23 de março de 2017, uma parceria para a gestão integral da REVISTA DE VINHOS, título especializado em vinho e enogastronomia que já conta com 26 anos de publicação contínua mensal. O acordo agora assinado prevê que a EV assuma a equipa editorial da publicação, afetando a atual redação da revista WINE – A Essência do Vinho, entretanto reforçada com novos colunistas nacionais e internacionais, para a REVISTA DE VINHOS. A WINE, título lançado em 2006 pela EV, deixa de ser publicada. 
Com esta parceria, a REVISTA DE VINHOS – A Essência do Vinho assume o objetivo de se afirmar como a mais influente publicação especializada em vinho e enogastronomia de língua portuguesa, estando mensalmente presente nas bancas de Portugal, Brasil, Angola e Moçambique. 
Os primeiros resultados poderão ser já visíveis na edição que estará em banca no próximo mês de abril.
Ao mesmo tempo que um ciclo se fecha, outro se abre. É assim que surge a nova revista VINHO - Grandes Escolhas. Contando com praticamente toda a equipa da anterior REVISTA DE VINHOS esta será uma revista mensal, dedicada sobretudo à temática do vinho, como é óbvio, mas sem esquecer o turismo, a gastronomia, a cultura e outros prazeres da vida. A vertente digital e a área de formação serão desenvolvidas através de importantes parcerias estratégicas; e os eventos de vinho e gastronomia, aos quais produtores e visitantes se fidelizaram, continuarão a realizar-se por todo o país e a destacar-se pelo nosso selo de qualidade. Aos eventos conhecidos, irão juntar-se em 2017 mais alguns de grande impacto. Ainda pouco se sabe, mas a expectativa é alta não só pela experiência e excelência da equipa que a integra como também pelas ideias novas e estimulantes que podem nascer com o projecto.
Assim, os apaixonados pelo vinho terão nas bancas, a partir do próximo mês, duas novas revistas e duas já habituais. As novas REVISTA DE VINHOS – A Essência do Vinho e a VINHO - Grandes Escolhas e as que continuam PAIXÃO PELO VINHO e a ESCANÇÃO.
Boas leituras.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Soalheiro Oppaco 2014 Verde Tinto

SOALHEIRO OPPACO 2014 TINTO | VINHOS VERDES | 12% | PVP  16€
VINHÃO, ALVARINHO
VINUSOALLEIRUS, LDA
16,5

Este Oppaco merece cada vez mais um lugar de destaque na lista de vinhos verdes tintos que vai saindo todos os anos. Acaba por ser um perfil um pouco diferente dos Vinhão já conhecidos, prima por mais frescura, mais elegância, mas acima de tudo uma maior leveza e delicadeza. A junção de Alvarinho em 15% ao Vinhão, aliado ao estágio parcial do lote em barricas de carvalho francês transformam-lhe a tez e o resultado final acaba por ser uma bela surpresa. Um caminho diferente nos vinhos tintos da região.
De cor rubi, vermelho concentrado, aberto nos bordos e de aparência jovem e límpida. No nariz, após deixá-lo respirar um pouco, destacam-se, com elegância, os aromas a fruta vermelha e preta, frutos silvestres, morangos, algum grafite, tinta da china e um toque vegetal fresco. Desafiante. Na boca continua a mostrar essa já referida elegância e frescura, com a fruta vermelha bem fresca, tanino praticamente polido e de término longo.
Para mim, sem dúvida um vinho de verão, quando muitos o destinam mais a estações de baixas temperaturas. Uma posta de salmão, gordo, na grelha, os pratos de caça e o fumeiro asseguram-lhe um casamento feliz.

terça-feira, 21 de março de 2017

Mesas Bohemias | Quandos Os Restaurantes Trocam De Cidade

Se há coisa que define o Português é a sua capacidade para encontrar um restaurante, onde de facto se pode ser feliz, ou onde se pode comer aquele prato feito com toda a mestria e depois aconselhá-lo sempre que pode, e de peito bem inchado, a amigos, conhecidos e turistas.
São, por norma, restaurantes de cozinha tradicional portuguesa, com pratos emblemáticos pelos quais por vezes se percorrem muitos e muitos quilómetros e para os quais vamos deixando um espacinho na nossa lista de locais a visitar. 

Rodrigo Meneses pegou nesta premissa e  pensou como seria se os restaurantes viajassem para outra cidade, permitindo saborear o prato preferido sem os quilómetros acrescidos? Seria possível construir uma forma prática e que realmente pudesse oferecer uma verdadeira experiência desses locais?
O Mesas Bohemias nasceu como a resposta. Uma nova experiência Gastronómica e Cervejeira, em que os restaurantes trocam de cidade, sempre acompanhados pela Cerveja Bohemia. 

De 30 de Março a 2 de Abril, o restaurante D. Afonso O Gordo, em Lisboa vai ceder o seu lugar à Casa Inês, restaurante emblemático da Cidade Invicta. É neste espaço que se vão cozinhar os irresistíveis Filetes de Polvo com Arroz do Mesmo, um dos três pratos que vão compor a harmonização com as três Cervejas Bohemia. 
Na semana seguinte, de 6 a 9 de Abril, é a vez do Restaurante Noélia, de Cabanas de Tavira rumar até ao Porto, instalando-se no BH Foz, 4 dias em que será possível saborear o melhor da cozinha Algarvia, e onde o famoso Polvo Trapalhão com Batata Doce estará à mesa acompanhado pelo corpo denso de uma Bohemia Bock. 
Em jeito de ante-estreia das Mesas Bohemias fui experimentar os restaurantes Casa Inês e Noélia em... Lisboa e fiquei com vontade de repetir tudo outra vez e curioso com os nomes dos restaurantes que virão a seguir.
É mesmo embarque numa experiência Gastronómica e Cervejeira, onde o vinho fica de parte, mas onde a cerveja Bohemia mostra toda a sua versatilidade à mesa, casando na perfeira com três pratos distintos incluíndo ainda uma entrada e a sobremesa.

Tapas de Muxama de Atum | Noélia
Dona de um sorriso aberto e caloroso, Noélia é um bastião da cozinha Algarvia e das suas receitas mais tradicionais. A procura dos ingredientes perfeitos é a sua missão e paixão, o que se torna evidente a cada garfada em cada um dos seus pratos.

Canja de Amêijoas | Noélia

Açorda de Galinha Serrana | Noélia

Pudim de Laranja do Algarve com Amendôa e Tarte de Alfarroba | Noélia

Sardinhas de Escabeche | Casa Inês
Conhecida pela extrema simpatia e pelos pratos divinais, Inês Diniz, do restaurante Casa Inês no Porto, é um exemplo perfeito do que é ser Cozinheira de Mão Cheia. Utiliza os produtos mais frescos e saborosos para confeccionar as receitas tradicionais mais representativas da memória gastronómica da Invicta.

Bacalhau à Gomes de Sá | Casa Inês

Bolinhas de Alheira com Agridoce de Abóbora | Casa Inês

Filetes de Polvo com Arroz do Mesmo | Casa Inês

Tripas À Moda do Porto | Casa Inês

Aletria e Rabanada | Casa Inês
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MESAS BOHEMIAS
30 de Março a 2 de Abril | Restaurante D. Afonso O Gordo (Lisboa) recebe Restaurante Casa Inês (Porto) 
6 a 9 de Abril | Restaurante BH Foz (Porto) recebe Restaurante Noélia (Cabanas de Tavira)
Reserve o lugar à mesa em www.mesasbohemias.pt

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