quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Quinta de Santiago Alvarinho 2014 Branco

QUINTA DE SANTIAGO ALVARINHO 2014 BRANCO | VINHOS VERDES | 12,5% | PVP  11€
ALVARINHO
NENUFAR REAL SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17

Cada vez mais penso nos vinhos verdes Alvarinho como vinhos de guarda. Por mais prazer que me possam dar no ano em que vão para o mercado, normalmente ainda novos como dita a norma, são cada vez mais aqueles que me surpreendem e me deixam de sorriso largo quando os bebo com o passar de algum tempo em garrafa. Este é, sem dúvida, um dos bons exemplos que ajudam a suportar esta minha opinião. Provei-o assim que foi para o mercado e gostei bastante, mas agora sinto-o muito mais o meu tipo de Alvarinho.
Visualmente mantém ainda as tonalidades citrinas jovens, um pouco mais definido e de aspecto limpo e brilhante. Nariz pleno de elegância e frescura, mostra fruta citrina e algumas notas mais exóticas bem ligadas num conjunto onde o toque de flor e um tostado fino lhe dá maior complexidade.
Boca expressiva, com corpo, frescura e acidez num plano de equilíbrio superior, sem esquecer a fruta fresca, mais acídula, vibrante, que enche palato e preenche os restantes sentidos. Final de boa longo e elegante. À mesa está agora ainda mais abrangente.
Para o verão mais quente não o consigo dissociar de um bom prato de peixe grelhado, mas mesmo com uma boa caldeirada ou mesmo com um peixe no forno não lhe diria que não.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Tendências | De viagem com vinho na bagagem

Fato de banho, camisas, pólos, t-shirts, produtos de higiene, carregadores de equipamentos eléctricos, calçado... falta alguma coisa para colocar na mala de viagem? Claro que sim. Para quem já se habituou a ir de férias sem se esquecer do vinho sabe que falta ainda muita coisa. Para quem ainda não tem esse hábito e está a começar o melhor é ler mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente no qual se podem juntar a mim nesta ligação.
"(...)A caminho de mais uma viagem de férias e desta vez o vinho não pode ficar para trás. Uma semana fora de casa e por mais que se pense que quando se chegar ao destino haverá sempre um supermercado ou uma garrafeira que funcionará como a solução salvadora, sabemos muito bem que nem sempre assim é. Deste modo, nada como aplicar o velho ditado popular, aquele que diz que se vamos para o mar, aviamo-nos em terra.(...)" continuar a ler aqui.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Restaurante Moinho Ibérico - Magoito

A caminho da Praia do Magoito, quase a sentir aquele aroma a mar do Atlântico que tão bem caracteriza esta parte da nossa costa marítima, fica um pequeno restaurante, que quase passa despercebido, que em vez de uma carta com imenso peixe grelhado tem uma carta com imensos tipos de carne grelhada. E que carne. Aqui a carne é a rainha da casa e é tão bem tratada que se percebe o porquê das filas que por vezes se juntam à sua porta.
Engraçado que, quando vamos a um restaurante e lemos a carta raramente temos uma variedade de carnes tão larga como a que temos de peixe. É habitual o bacalhau, a dourada, o carapau, por vezes a sardinha, o salmão, a garoupa e cada vez mais a cavala. Mas quando chegamos às carnes a lista é diminuta e sempre mais do mesmo.

Aqui a conversa é diferente. Sendo o proprietário criador de gado em Lamego e também o homem à frente da grelha sabemos desde logo que estamos em boas mãos. Convém falar com ele antes de escolher. É que a escolha é grande. Há carne de porco, porco preto, javali e vitela e, neste caso, podemos escolher carne de quatro raças autóctones portuguesas: a arouquesa, a barrosã, a maronesa e a mirandesa.

A carne vem sempre no ponto. A receita acaba por ser muito simples. Carne de qualidade, grelha no ponto, mãos sábias na grelha e sal. O único tempero usado.


Enquanto se escolhe e depois se espera há que contar com o cestinho de pão regional e estaladiço que nos obriga a comê-lo com sofregidão e uns queijos frescos de ovelha aos quais não conseguimos dizer que não. Na escolha, e sendo que as doses são bem generosas, optámos pelas meias doses (as fotografias são de meia-doses) e foi mais do que suficiente.

Nos vinhos a escolha não é muito alargada, mas consegue-se beber bom e a preços sensatos, havendo também copos que não estranham o vinho.
Por último, a sobremesa, que normalmente costumo passar e que, numa primeira fase, consegui manter a minha habitual opção. Quem estava comigo, após alguma ponderação, lá escolheu dois doces. Um deles uma fatia de bolo de chocolate que, como o aspecto era bom, lá provei um pedacito. Grande erro! teve de vir mais uma fatia para a mesa. Simplesmente delicioso. Num futuro regresso, esta é a repetir.

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RESTAURANTE MOINHO IBÉRICO
Tipo de Cozinha: Grelhados de Carne
Copos de Vinho Adequados: Sim
Estacionamento: Fácil
Horário: 12:30H-15:30H e 19:30H-23:00H (Fechado à Terça-feira)
Preço Médio Refeição: 15€

Morada: Avenida Moinhos do Arneiro, 110-112 MAGOITO
Telefone: +351 916 343 970
Email: moinhoiberico@hotmail.com
Na Net: Restaurante Moinho Ibérico

domingo, 13 de agosto de 2017

Adega de Pegões Colheita Seleccionada 2016 Branco

ADEGA DE PEGÕES COLHEITA SELECCIONADA 2016 BRANCO | PENÍNSULA DE SETÚBAL | 13% | PVP  2,99€
ARINTO, VERDELHO, CHARDONNAY, ANTÃO VAZ, FERNÃO PIRES
COOPERATIVA AGRÍCOLA DE SANTO ISIDRO DE PEGÕES, CRL
15,5

A colheita deste ano do colheita seleccionada branco da Adega de Pegões voltou a chamar a minha atenção. Para além do preço bastante baixo para a qualidade do mesmo e, por vezes, ser mesmo possível encontrá-lo a 1,99€, este ano volta a lembrar a colheita de alguns anos atrás, com uma bela acidez, frescura e leveza.
A curiosidade em ver o efeito do Fernão Pires no lote, que não fazia parte do blend até esta colheita, também teve a sua importância.
Cor citrino, definido, com leves nuances esverdeadas, de aspecto límpido e jovem. No nariz mostra grande equilíbrio e leveza, notas de frutas citrinas, tropicais leves, fresco e cativante. Boca com acidez vivaz, algum volume, cremoso e já redondo, boa fruta, ligeiro adocicado que a sua acidez se esforça por manter controlado. Final de boca longo e fresco. Um daqueles para o dia a dia deste verão. .

sábado, 12 de agosto de 2017

Tendências | Enoturismo para as férias

Já tem as suas férias todas planeadas e as malas feitas? Desfaça tudo e volte a planear. Fugindo dos sítios para onde nesta altura rumam todos os que procuram descanso e encontrando direcção para um descanso merecido com uma experiência completamente diferente. Mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente no qual se podem juntar a mim nesta ligação.
"(...)De norte a sul do país as hipóteses multiplicam-se, oferecendo desde as tradicionais provas e visitas guiadas até às estadias completas, com jantares temáticos, passeios de bicicleta pelas vinhas, workshops de fotografia, provas de vinhos, exposições de arte, divulgação e prova de produtos regionais e claro, nunca esquecendo que, estando de férias, também poderá querer dar um valente mergulho na piscina ou ter um pequeno almoço no quarto num horário mais tardio.(...)" continuar a ler aqui.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Tons de Duorum 2016 Branco

TONS DE DUORUM 2016 BRANCO | DOURO | 12% | PVP  3,95€
VIOSINHO, RABIGATO, VERDELHO, ARINTO, MOSCATEL GALEGO BRANCO
DUORUM VINHOS, SA
15,5

Poder contar com um branco do Douro nesta gama de valor e com a qualidade e consistência de cada colheita ano após ano só nos pode fazer sorrir. Um dos verdadeiros blockbusters de vendas, presente nas mais conhecidas superfícies comerciais do País e no qual podemos confiar de olhos fechados.
A colheita 2016 vem no seguimento das colheitas anteriores, mostrando ser um dos bons valores na relação qualidade - preço desta gama.
Cor amarelo citrino, nuances esverdeadas leves, aspecto límpido e brilhante. No nariz apresenta notas aromáticas intensas a fruta tropical, abacaxi, nuances florais e toque citrino num conjunto equilibrado e fresco. Na boca mostra-se de perfil frutado, sumarento, com boa acidez e frescura. Termina longo e fresco.
Mais um daqueles para um verão descomplicado.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Provas | Vinho e Verão. Qual a ligação?

Finalmente o verão. O sol, a praia, o descanso, as noites "mais compridas", o calor, o cheiro a mar, a areia e... o vinho. Mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente no qual se podem juntar a mim nesta ligação.
"(...)O verão acabou de chegar e os momentos descontraídos e de partilha com a família e amigos multiplicam-se. Fator em comum: os dias compridos e de calor. No copo pede-se algo que combata o valores elevados da temperatura e ao mesmo tempo vinhos que casem com o que nos vai passando pelo prato. Vinho e verão, haverá ligação?(...)" continuar a ler aqui.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A Carta Para Este Verão do Restaurante Gourmet do Hotel Cascais Miragem

Com o Oceano Atlântico como pano de fundo e com vista privilegiada para a Marina de Cascais, para a Vila do Estoril e todo o braço de praias que de estende até Lisboa, o Restaurante Gourmet do Hotel Cascais Miragem é local de eleição para uma refeição a cheirar a Verão.
Conhecido como um dos melhores restaurantes em Cascais, com um espaço moderno e requintado, apresenta a sua carta primavera-verão, muito inspirada em sabores frescos, em texturas leves e em coloridas harmonizações que muito podem descrever estas estações do ano.
O inicio de refeição é feito com uma pequena prova de azeites nacionais e uma selecção de pães feitos em casa. Cada vez dou mais valor a esta simplicidade do azeite e do nosso pão nos nossos restaurantes em detrimento das manteigas que, em muitos casos, acabam por ser sempre a mesma coisa.

A primeira entrada trouxe à mesa um Ceviche de Robalinho e Sashimi de Cavala com Citrinos e Funcho que se revelou bastante expressivo no que toca ao ideal desta nova carta. Frescura, Leveza e Cor.

De seguida, umas Vieiras Coradas com Puré de Cenoura, Manga e Gengibre, Chutney de Cebola Roxa e Molho Suave de Caril. Vieiras no ponto e o lado mais exótico do prato a funcionar num todo equilibrado com destaque para o apontamento do suave cremoso de caril. 
Excelente paring vínico com o Espumante Alvarinho Soalheiro Bruto de 2015.

Seguiu-se o prato de peixe. Um Dueto de Garoupa e Lavagante, Flores e Rebentos, com Molho Suave de Mexilhão. Muito mar, muito sabor, leves crocantes, bem conseguido e na dose certa. O Quinta de Chocapalha Chardonnay 2016 fez o casamento, conseguido, com os toques mais salinos do prato.

Momento seguinte para a carne. Magret de Pato Lacado com Mel, Zimbro e Alecrim, Risotto de Frutos Silvestres e Crocante de Queijo Parmesão. Mais uma vez destacam-se os sabores e ligações que gritam as estações do ano visadas. Um prato de carne que consegue ultrapassar o paradigma de ser o mais pesado da refeição. 
A ligação com o Quinta da Bica Vinhas Velhas 2011 tinto fez crescer a experiência.

Como pré-sobremesa e limpa palato foi servido uma eficaz Mousse de Manga com Sagu de Gengibre. Repetia-se mais umas vezes apenas por gula.

A terminar uma sobremesa que valeu a espera. A Pavlova de Pinã-Colada, Mousse de Coco, Ananás dos Açores Confitado e Granité de Rum. Excelente!!! Ainda por cima com um Alambre 20 anos por companhia.

Com os dias quentes a chamar por um salto à praia porque não juntar as duas coisas praticamente no mesmo local?
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RESTAURANTE GOURMET
Tipo de Cozinha: Autor - Portuguesa - Internacional
Copos de Vinho Adequados: Sim
Estacionamento: Fácil (estacionamento próprio ou redondezas)
Horário: 19:30H-22:30H (todos os dias)
Preço Médio Refeição: 40€

Morada: Avenida Marginal, Nº 8554, 2754-536 CASCAIS
Telefone: +351 210 060 600
Email: reservations@cascaismirage.com
Na Net: Hotel Cascais Miragem

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Avis Rara 2016 Branco

AVIS RARA 2016 BRANCO | PENÍNSULA DE SETÚBAL | 11% | PVP  4,99€
MOSCATEL, FERNÃO PIRES
JOSÉ MARIA DA FONSECA VINHOS, SA
15

Um branco doce que vem, na minha opinião, preencher um lugar vago no mercado de vinhos doces português e que o vizinho espanhol muito explora. Há vários anos que, verão após verão, vejo este tipo de branco doce ser vendido e consumido em Espanha.
Um branco doce muito leve, baixo grau alcoólico e leve adocicado. Dizem por aí que não faz grandes casamentos à mesa, mas beba-se bem fresco e com a companhia de amigos. Agrada de certeza.
Cor amarelo citrino, aberto, limpo. Aromas intensos, exuberante, com notas de flor de laranjeira, ervas aromáticas, ligeiro toque doce. Boca com leveza, doce equilibrado, fresco, curto de boca, mas viciante. Bebe-se e bebe-se. Sem dúvida... uma Avis Rara.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Bairrada | Vinhos & Sabores 2017

Pelo quinto ano consecutivo, a Bairrada é palco de um grande evento que reúne o melhor da região, no que toca aos seus Vinhos e Sabores. Aquele que, de 2013 a 2016, se chamou de Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada assume nesta edição, de 2017, o nome de BAIRRADA Vinhos & Sabores
De 08 a 10 de Setembro todos os caminhos vão dar ao Velódromo Nacional - Centro de Alto Rendimento de Sangalhos, no concelho de Anadia. 
A entrada no evento é livre e gratuita para quem não quiser adquirir copo de prova, cujo valor pode ser de dois ou três euros, mediante apresente ou não convite. 
Uma festa que pretende brindar a esta altura do ano, em que o universo vitivinícola ganha peso e as adegas acolhem a azáfama e a euforia de quem tanto se dedica a uma actividade tão nobre, agarrada à terra e com tanto ainda para dar. 
No formato do programa deste ano mantém-se a feira de vinhos e sabores da Bairrada; as provas de vinhos, desta feita comentadas por reconhecidos enólogos da Casa – Francisco Antunes e João Soares; os jantares temáticos e vínicos, com o propósito de fomentar o conhecimento sobre wine parings; o Concurso de Espumantes Bairrada; e a 2.ª edição da Baga Bairrada Party, que este ano vai decorrer no Museu do Vinho Bairrada. Assim, e para dar corpo à dupla inseparável tomada pelo vinho e pela comida, é também promovida a oferta turística da região em casa própria. Uma nota para a estreia do Concurso de Fotografia Bairrada, que vai premiar os melhores retratos da região, com especial foco na trilogia vinho, gastronomia e território. 
O BAIRRADA Vinhos & Sabores 2017 é promovido pela Comissão Vitivinícola da Bairrada, pelo Município de Anadia e pela Turismo do Centro de Portugal, estando a sua produção a cargo da equipa de sempre, agora a liderar a novíssima revista VINHO Grandes Escolhas. Conta com o apoio da Rota da Bairrada, do Instituto da Vinha e do Vinho, da ViniPortugal, entre outras entidades, e com o financiamento do PO CENTRO2020.
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BAIRRADA VINHOS & SABORES
Centro de Alto Rendimentos de Sangalhos (Velódromo Nacional)
8, 9 e 10 de Setembro 2017
Entrada Livre
Copo 3€

sábado, 29 de julho de 2017

Bacalhôa Greco Di Tufo 2016 Branco

BACALHÔA GRECO DI TUFO 2016 BRANCO | PENÍNSULA DE SETÚBAL | 13,5% | PVP  9,99€
GRECO DI TUFO
BACALHÔA VINHOS DE PORTUGAL, SA
16,5

Este é o segundo vinho do novo projecto da Bacalhôa do qual também nasceu o o seu irmão Verdelho. Este Greco Di Tufo provém da primeira vinha portuguesa com esta casta que é originária de Itália, mais precisamente da Roma Antiga, onde era famosa pelas suas propriedades afrodisíacas. Muito interessante ter provado os dois vinhos (Verdelho e Greco Di Tufo)lado a lado e nas mesmas condições permitindo perceber claramente as diferenças entre ambos e concluir que são dois vinhos brancos e aposta ganha.
Cor amarelo mais intenso e definido, mais amarelado do que habitualmente os brancos lançados com esta idade costumam ser e de aspecto limpo. No nariz revela aromas mais quentes, citrinos mais maduros como a laranja e a toranja, flores brancas, algum rosmaninho, perfumado. Na boca travo mais adocicado, untuoso, cheio e envolvente, com mais corpo e com acidez equilibradora do conjunto. Final de boca longo e persistente.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Bacalhôa Verdelho 2016 Branco

BACALHÔA VERDELHO 2016 BRANCO | PENÍNSULA DE SETÚBAL | 13% | PVP  9,99€
VERDELHO
BACALHÔA VINHOS DE PORTUGAL, SA
16,5

Aqui a casta é a estrela. É com este mote que a Bacalhôa Vinhos de Portugal, presente em 7 regiões vitivinícolas portuguesas, com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vínicos (adegas), deu início àquele que é um projeto a longo prazo, tendo como compromisso proporcionar ao consumidor um vinho de qualidade, com as melhores castas, provenientes de terroirs únicos. O objectivo é que cada vinho mostre a tipicidade característica de cada casta.
Foram agora lançados o Verdelho e o Greco Di Tufo, dois brancos da região da Península de Setúbal e mais tarde outros varietais se juntaram à família.
Cor amarelo citrino, aberto, leves nuances esverdeadas e de aspecto límpido. No nariz mostra-se intenso e apelativo, muito elegante na notas de fruta tropical e de caroço, como o pêssego e o alperce e no casamento com leves perfumados de flor branca. Na boca revela acidez equilibrada, ligeiro untuoso, algum corpo, mais uma vez com elegância, muito equilíbrio, formando um conjunto sério com final de boca longo, elegante e delicado.
Uma excelente opção para a mesa quer com peixe grelhado, quer com pratos com mais poderio como um arroz de tamboril ou uma massada de peixe. .

terça-feira, 25 de julho de 2017

Porto Branco | 10 Razões Para o Incluir na Lista de Compras

Em casa de ferreiro espeto de pau. Este ditado popular não engana e aplica-se inteiramente à opção que fazemos na hora de escolher entre o que é Nosso e de excelência e o que é do outros e está simplesmente porque está na moda. 
Somos rápidos a aderir à gin mania, à vodka marota, ao rum do caribe e à cachaça com sotaque, mas ao Porto Branco que por cá anda desde sempre torcemos o nariz e não sabemos o que fazer com ele.
Este verão tem sido a minha escolha e por isso deixo aqui 10 razões para ser também a vossa.

1. Porto Tonic. Desde há muito uma excelente opção para combater o calor e refrescar corpo e alma.  Basta Porto Branco, água tónica, limão e muito gelo;

2. Preço. Quando comparado com as outras bebidas que podem competir com o Porto Branco, este ainda é de longe, a opção mais barata, sem querer dizer menos qualidade;

3. Moda. Sem dúvida que será a next big thing na moda das bebidas de bar. Há que estar preparado;

4. Álcool. Mais uma vez, quando comparado com os rivais é a opção menos alcoólica. logo... não preciso de dizer mais nada;

5. Frescura. Menos álcool, mais frescura, mais leveza;

6. CaipiPort. Pois é. Também é possivel o CaipiPort. Siga a receita da Caipirinha e substitua a cachaça de cana por Porto branco;

7. Diferença. Marca pela diferença. Quando todos estão a beber as mesmas coisas, over and over again, o Porto branco marca a diferença;

8. Flexibilidade. A solo, fresco; em coktails variados; e até para algumas harmonizações à mesa. Não falha;

9. Delicioso. Simplesmente por isso;

10. Portugal. Porto grita o nome do nosso País onde quer que se esteja.

Sabem de mais alguma que se possa adicionar?

domingo, 23 de julho de 2017

Mare Et Corvus 2015 Branco

MARE ET CORVUS 2015 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP  7,50€
FERNÃO PIRES, MALVASIA, CHARDONNAY
JOSÉ HUMBERTO NUNES CORVO
15,5

Voltei ao vinho mais ocidental da Europa. Um vinho, sem dúvida único, feito a partir das vinhas de chão rijo, viradas ao mar bravo da costa atlântica mesmo ali sob a Praia da Adraga. Esta exposição ao ventos salinos e molhados da costa tem um importante poder de modelagem no perfil do mesmo.
De cor amarelo citrino definido, com alguns laivos dourados e de aspecto limpo. Aromas marcados no início pelas notas salinas, pela água do mar, seguido pela fruta citrina, pela maça verde, alguma fruta de polpa branca, muita frescura, mas a envolvência salina é de facto única. Boca com acidez equilibrada, muitas notas citrinas, boa secura, muito salino, mineral, terminando longo, persistente e fresco.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pouca Roupa 2016 Rosé

POUCA ROUPA 2016 ROSÉ | ALENTEJO | 12,5% | PVP  3,99€
ARAGONEZ, TOURIGA NACIONAL, CABERNET SAUVIGNON
J PORTUGAL VINHOS, SA
15

Este é um rosé perfeito para o verão, para os dias mais descontraídos, para beber sem pensar muito, para refrescar, beber à beira da piscina ou mesmo dentro dela e para levar à refeição com prato leves e de sabores pouco intensos.
Assume uma imagem jovem, também ela despreocupada e um nome que ajuda a desbloquear muita conversa.
A colheita deste ano apresenta um rosado salmão aberto, claro e de aspecto limpo e brilhante. Nariz onde predomina a fruta vermelha madura e fresca, morango e framboesa, com leves notas vegetais a conferir equilíbrio ao conjunto. Fresco e leve na boca, com a fruta vermelha a continuar a marcar a sua presença, muito leve e directo num final de boca de médio/longo alcance.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Quinta do Valdoeiro Chardonnay 2016 Branco

QUINTA DO VALDOEIRO 2016 BRANCO | BAIRRADA | 12,5% | PVP  8€
CHARDONNAY
SOCIEDADE AGRÍCOLA E COMERCIAL VINHOS MESSIAS, SA
16,5

A colheita mais recente do Chardonnay da Quinta do Valdoeira trás uma nova imagem consigo. Mais clean e apelativa, parece querer apontar a um novo destino, mais perto dos consumidores e dos apreciadores de branco com mais alguma estrutura e complexidade, pronto para um verão quente, mas particularmente pronto para fazer companhia ao verão... à mesa ou para guardar por mais algum tempo.
Cor amarelo citrino, definido, com nuances de esverdeados leves e aspecto limpo. No nariz mostra boa intensidade da fruta amarela e branca de caroço, algum citrino e tropical bem casado no conjunto, perfil fresco e elegante. Na boca revela estrutura e desde logo percepção para uma espera em garrafa que lhe será benéfica. Boa acidez, ainda um pouco austero, vivaço e mordaz, com volume e intensidade final de boca muito interessante.
A colocar na lista para este verão .

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Colinas do Douro Reserva 2015 Tinto

COLINAS DO DOURO RESERVA 2015 TINTO | DOURO | 14% | PVP  9€
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTA RORIZ, TINTO CÃO
COLINAS DO DOURO SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

O Douro Superior continua a ser, tanto nos brancos como nos tintos, um terroir-palco de excelência para vinhos plenos de frescura e qualidade. Este produtor, relativamente recente no panorama vínico português, mostra, passo a passo, que veio para ficar.
De cor vermelho rubi intenso e concentrado, nuances violáceas e aspecto ainda jovem. Aromas intensos e marcados pelas notas de fruta vermelha e preta madura e fresca, perfumado floral elegante, ligeiro monte em flor, num equilibrado conjunto com as notas mais especiadas e de baunilha vindas do estágio em barricas. Boa estrutura e volume de boca, largo, ligeira cremosidade e de tanino presente, mas já meio arredondado. Continua a mostra um perfil fresco, com fruta bem colocada e um final de boca longo.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Herdade do Arrepiado Velho Petit Verdot Unoaked 2015 Tinto

HERDADE DO ARREPIADO VELHO PETIT VERDOT UNOAKED 2015 TINTO | ALENTEJO | 14,5% | PVP  17€
PETIT VERDOT
ARREPIADO WINE & TOURISM, LDA
16,5

Novidade de número muito limitado vindo do Alentejo mais fresco de Sousel, em Portalegre, de rótulo pincelado a branco, cativando o olhar com mais um trabalho de imagem magnífico e despido de barrica para mostrar a casta no seu estado mais puro.
Revela um petit verdot mais cru do que habitual, com a fruta preta bem presente, complexo, boa acidez, escondendo o seu grau alcoólico e de perfil bem fresco.
Cor vermelho intenso, concentrado, violetas escuros e de aspecto jovem e limpo. No nariz a fruta preta silvestre e de bosque mostra-se com mais evidência, amora, cereja e ameixa preta, muito fresca, muito bonita e definida, com apontamentos elegante de algum floral e ligeira alfazema. Na boca continuamos com boa intensidade e expressão da casta, largo de boca, corpulento, de acidez acutilante e de taninos bem presentes num conjunto que ainda se está a ajeitar e a precisar apenas de mais algum tempo para polir alguma aresta. Sem dúvida um vinho para comida, para os pratos bem alentejanos à base de carne, para marcar uma refeição.
Vou gostar de o encontrar novamente com mais tempo de descanso em garrafa.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Quinta da Romaneira Reserva 2010 Tinto

QUINTA DA ROMANEIRA RESERVA 2010 TINTO | DOURO | 13% | PVP  38€
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA
SOCIEDADE AGRÍCOLA DA ROMANEIRA, SA
17

Este é um daqueles produtores do Douro que, apesar de conhecer pouco, quando bebo um dos seus vinhos fico com vontade de conhecer logo um pouco mais. Apesar de provado recentemente apresenta-se num momento de forma excelente.
A fruta vermelha e preta continua cá, concentrada, intensa, mas ao mesmo tempo muito elegante, num conjunto muito equilibrado e sem estar pesado ou enfadonho. Um grande vinho para pratos à base de carne, de cozinha tradicional portuguesa e a pedir este ponto de equilíbrio.
Cor rubi intenso, concentrado e fechado, não mostrando os seus quase sete anos de vida, aspecto limpo e de lágrima chorosa. No nariz a fruta vermelha e preta silvestre, bem madura, com muito detalhe e bem ladeado pelas notas perfumadas de violetas, alguns fumados discretos, notas do estágio em barrica ligados, fundo balsâmico e fresco. Na boca mostra-se muito fresco, de corpo formado e amplo, taninos polidos e redondos. Funciona pelo conjunto harmonioso e pelo prazer que neste momento dá ao beber.
Final longo e a pedir um prato de carne para acompanhar.

domingo, 9 de julho de 2017

Esporão Duas Castas 2016 Branco

ESPORÃO DUAS CASTAS 2016 BRANCO | ALENTEJO | 13,5% | PVP  8€
ROUPEIRO, VIOSINHO
ESPORÃO, SA
16

A Esporão continua a apostar neste Duas Castas, que este este ano é composto, em partes iguais, pelo bem conhecido por terras alentejanas Roupeiro e por um recente outsider Viosinho. O resultado continua a ser uma excelente opção nesta gama de preços.
Cor amarelo citrino, nuances esverdeadas, aspecto novo, limpo e brilhante. Revela boa Intensidade aromática, fruta amarela de caroço, algum citrino, bergamota, toranja e lima, notas de flor branca, perfil fresco. Na boca revela algum corpo e estrutura, com acidez acutilante, que seca o palato, com nervo, citrino, envolvente, longo e persistente.
Uma óptima opção à mesa pela sua acidez e estrutura.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Carvalhas 2015 Branco

CARVALHAS 2015 BRANCO | DOURO | 13% | PVP  23€
VIOSINHO, GOUVEIO
REAL COMPANHIA VELHA
17,5

Regresso à mais recente colheita do Carvalhas branco e passados apenas cerca de três meses e este descanso extra revela-se já diferenciador.
Apesar de o continuar a considerar um vinho extremamente jovem e, sem dúvida alguma, um branco de guarda, o facto é que fiquei mais satisfeito por mostrar o caminho para onde vai, ou seja, o bom caminho das anteriores colheitas.
Visualmente de tonalidade amarelo citrino, aspecto jovem e limpo. Aromaticamnete intenso, mostrando-se elegante, com a fruta amarela de caroço fresca bem colocada e beneficiando já dos tostados leves da barrica e alguma baunilha envolvente, mostrando um conjunto equilibrado e fresco.
Na boca mostra volume, corpo, uma certa untuosidade muito bem temperada por uma acidez mordaz, trazendo-lhe leveza, finura e alguma delicadeza. As notas provenientes da barrica estão também aqui mais ligadas, ainda sobressaindo, mas aconchegando o palato e terminando longo e fino.
Lugar agora ao descanso na garrafeira da outra garrafa por abrir.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Restaurante Cozinha da Clara - Pinhão

Em Pleno Douro Património Mundial da Humanidade, a Quinta de la Rosa, reconhecida pela produção de vinhos do Porto e do Douro, pela Casa de Hóspedes e pelo espaço de enoturismo situada no Pinhão, acaba de dar mais um passo no desenvolvimento das suas infraestrutura e abriu recentemente o Restaurante Cozinha da Clara. 

Esta é uma "cozinha" plena de sentimento, de paixão e de homenagem à avó de Sophia Bergqvist, co-proprietária e gestora da Quinta de la Rosa, que na inauguração oficial do restaurante, nos acarinhou com algumas palavras e histórias da sua Avó, da Quinta de La Rosa e do quanto significa a abertura deste espaço.

Aliás, o logótipo do Cozinha da Clara remete-nos precisamente para a caligrafia da a avó de Sophia Bergqvist, Claire Feuerheerd (1907-1972), a quem a Quinta de la Rosa foi oferecida como presente de baptismo.
Construído por forma a respeitar todo o património envolvente, a construção do restaurante foi um projecto desafiante de arquitectura, tendo sido posicionado em encosta, tipo socalco das vinhas, desfrutando de uma vista privilegiada e lindíssima sobre o Rio Douro e o Pinhão e adicionando à sala interior um espaço de esplanada, tipo varanda sobre o Rio Douro, na qual apetece ficar sem data para sair.

No interior, para além de um cantinho especial dedicado a Claire, o espaço é feito de linhas rectas, tonalidades claras, limpas e com uma estrutura de paredes e tecto especial para que o som que circula pela sala seja uma benção e não uma tortura.
Na Cozinha da Clara manda o Chef Pedro Cardoso. Os pratos assentam numa base de raiz tradicional portuguesa, mas com um toque moderno e sofisticado, mantendo os sabores e aromas, mas com um aspecto visual contemporâneo. Alguns dos pratos têm mesmo como base o antigo receituário da avó Clara, o que torna a experiência ainda mais sentida.

O Amuse Bousche para começar trouxe à mesa  a Terrina de Leitão com Cogumelos, Batata Doce Frita e Gomos de Laranja casado no copo com o rosé La Rosa 2016.

De seguida, um dos meus preferidos da noite. Viciantes. Era capaz de estar a comer estas Chamuças de Sardinha Com Compota de Pimentos Vermelhos e Mescla de Alfaces pela noite fora juntamente com o branco reserva La Rosa 2016 que foi servido.

O prato de sopa veio logo de seguida.O Creme de Couve Flor Com Salmonete Braseado, Amêndoa Tostada e Azeite de Marisco. Simples, delicioso e reconfortante. O salmonete e a amêndoa fazem saltar um creme de couve flor que poderia soar a algo sensaborão. Fez-lhe companhia a novidade Tim Grande Reserva 2015 branco.

Patamar colocado bem alto até ao momento para a chegada da Corvina com Batata de Caldeirada e Molho de Peixe. No ponto de cozedura, com lascas definidas e o molho de peixe a dar largura e um kick final e envolvente. O branco LA Rosa Reserva foi o escolhido para lhe fazer companhia.

Tempo de saltar para o prato de carne com um corta sabores surpresa. Sabor citrico, textura estranha no incio, mas depois, houvesse oportunidade, e era shoot atrás de shoot deste Granizado de Tomilho Limão. Objectivo atingido.

O Tornedó de Vitela Com Milhos Transmontanos em Duas Texturas e Molho de Vinho de Porto mostrou o prato de carne. O tinto reserva La Rosa fez uma feliz ligação com a textura e sucos da carne e o molho mais rico do vinho de Porto.

Para terminar a sobremesa trouxe a Torta de Abóbora com Pasta de Queijo com Lima e Gelado de Noz. Apesar de não ser fã das ligações com gelado e doce na mesma sobremesa, a verdade é que esta resultou. O La Rosa Tawny 20 anos e o Vintage 1960 da cave privada do Produtor foram servidos. Um momento solene que não se esquecerá tão cedo.

Agora há mais uma (boa) desculpa para visitar o Pinhão.
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COZINHA DA CLARA - CLAIRE'S KITCHEN
Tipo de Cozinha: Portuguesa
Copos de Vinho Adequados: Sim
Estacionamento: Fácil
Horário: 13:00H-15:00H e 20:00H-22h00/22h30 (ajusta em função da época do ano)
Preço Médio Refeição: 40€

Morada: Quinta de la Rosa, 215, 5085-201 PINHÃO
Telefone: +351 254 732 254
Email: bookings@quintadelarosa.com
Na Net: Quinta De La Rosa

terça-feira, 4 de julho de 2017

Dom Pérignon Millésime Vintage 2004 Brut

DOM PÉRIGNON MILLÉSIME VINTAGE 2004 BRUT | CHAMPAGNE | 12,5% | PVP  150€
CHARDONNAY, PINOT NOIR
CHAMPGNE MOET & CHADON A EPERNAY
18,5

O mês de julho com um vinho da região de Champagne, um Dom Pérignon da colheita de 2004. Conta a história que pelo século XVIII, Dom Perignon, Monge da Abadia de Haut-Villiers, decidiu efetuar uma segunda fermentação na própria garrafa vedando-a com uma rolha de cortiça. O que aconteceu a seguir todos já conhecem um pouco, pelo que, se acredita, que aqui terá nascido o verdadeiro vinho Champagne.
Deste modo, beber uma garrafa com este nome é também beber um pouco da história do vinho assim como ter o prazer de beber um dos ícones neste tipo de vinho.
A colheita de 2004 resulta de um bom ano na vinha, sem sobressaltos de temperaturas, sem doenças e com consequente resultado num vinho com potencial de envelhecimento e representando um dos anos clássicos do produtor.
De cor amarelo citrino, bolha finíssima e persistente. No nariz notas delicadas de fruta amarela e caroço, alguma fruta seca, amêndoa, pinhão, leves pão torrado, envolvente, complexo e fresco. Na boca surpreende a leveza e textura fina da bolha e da forma como, pé ante pé, se mostra elegante, ao mesmo tempo mostrando alguns pontos de cremosidade, corpo e untuosidade, envolvente e cheio de volúpia.
Este foi a edição Balloon Venus de Jeff Koons. Embalagem luxuosa para um champanhe de luxo.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Planalto Reserva 2016 Branco

PLANALTO RESERVA 2016 BRANCO | DOURO | 12,5% | PVP  4,99€
VIOSINHO, MALVASIA FINA, GOUVEIO, ARINTO, CÓDEGA, RABIGATO, MOSCATEL
SOGRAPE VINHOS, SA
16

A colheita 2016 acaba de chegar ao mercado com uma nova imagem, mais condizente com a Casa e mais próxima da histórica linha gráfica da restante gama Casa da Ferreirinha. No restante, temos a mesma receita vencedora a que nos habituou. Perfil fresco, leve, de acidez bem vincada e secura no ponto.
Cor de amarelos citrinos, nunances esverdeadas, aspecto jovem e brilhante. No nariz a fruta de polpa branca assume algum destaque, bem ladeado pelas notas tropicais, citrinas e florais do conjunto fresco. Na boca mostra acidez vivaz, perfil seco, com algum volume, leveza, com a fruta fresca mais uma vez em bom plano e com um final de boca longo e elegante.
Um blockbuster.

Vinho Ao Vivo 2017 | Festival do Terroir

O Vinho ao Vivo é mais um daqueles eventos onde o vinho é Rei, tem o caractér de obrigatório para qualquer enófilo e não poderia passar sem um anúncio de destaque aqui no Comer, Beber e Lazer.
O Vinho ao Vivo é um encontro de 35 produtores de vinho europeus em Lisboa que vêm dar a descobrir ao público os seus vinhos de carácter. Ocorre ao ar livre à beira do Tejo, na esplanada À Margem em Belém, num quadro sublime da cidade de Lisboa, com gastronomia e música ao vivo a acompanhar.
Uma selecção muito especial de produtores independentes que trabalham os seus vinhos com respeito pelo local de origem, pela cultura, tradição e paisagem locais. Vinhos sem artificialidade, feitos de forma mais artesanal, com identidade, talento e ética.
O objectivo do evento é promover uma cultura do vinho enquanto património humano e natural, com actores que interpretam uma paisagem a partir de um conhecimento que se constrói de geração em geração.
O Vinho ao Vivo sai de um modelo nacionalista e de marcas, numa perspectiva humanista e de intercâmbio de culturas e experiências. Estabelece um diálogo entre amadores e produtores de vários países da Europa, o velho continente onde o Vinho é um símbolo VIVO e intrínseco da sua história.
A primeira edição do Vinho ao Vivo foi em 2010. Este ano, teremos a 8ªedição de um Festival que já tomou uma dimensão internacional.
Durante 2 dias, 35 produtores europeus vêm até Lisboa para dar a conhecer ao público os seus vinhos de carácter, numa celebração única em prol da diversidade. 

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VINHO AO VIVO 2017
Esplanada do À Margem, Belém, Doca do Bom Sucesso, Lisboa

Contactos
Sílvia Mourão Bastos: (+) 351 96 888 15 30
Nadir Bensmail: (+) 351 96 20 22 24 2
vinhoaovivo@gmail.com
www.vinhoaovivo.com
FACEBOOK : vinhoaovivo

Pode adquirir bilhetes à entrada do evento ou desde já na bilheteira on-line através do link:
https://goliardos.bol.pt/

Pode igualmente comprar na Esplanada A Margem (Belém, Doca do Bom Sucesso) e na Garagem dos Goliardos (Campolide, R. General Taborda 91, Quintas e Sextas das 17h00 às 20h00)

Bilhete Passe de 1 dia (pode ser utilizado em qualquer um dos dias): 25€
Bilhete Passe de 2 dias: 40€

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