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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Casa Ermelinda Freitas Colheita Tardia Branco

CASA ERMELINDA FREITAS COLHEITA TARDIA BRANCO | MESA | 12,5% | PVP  12€
SAUVIGNON BLANC
CASA ERMELINDA FREITAS VINHOS, LDA
16

Colheita tardia visualmente de cor âmbar jovem, alguns dourados e de aspecto limpo. No nariz notas de fruta doce, algum pêssego e alperce passa, notas mais de mel, melaço, alguma casca de laranja cristalizada, objectivo e directo. Na boca nota para algum volume e untuosidade, perfil doce, acidez um pouco abaixo do que se pedia para a doçura, mas ainda assim sem comprometer. Correcto, directo e equilibrado tendo um final de boca longo, com maior persistência para as notas mais doces.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Adega de Pegões Grande Reserva 2013 Tinto

ADEGA DE PEGÕES GRANDE RESERVA 2013 TINTO | PENÍNSULA DE SETÚBAL | 14,5% | PVP  16€
SYRAH, TOURIGA NACIONAL, ARAGONEZ, ALICANTE BOUSCHET
COOPERATIVA AGRÍCOLA DE SANTO ISIDRO DE PEGÕES, CRL
17

O primeiro grande reserva da Adega Cooperativa de Pegões chega como resultado de uma vindima extraordinária e apenas será elaborado em anos excecionais como este de 2013. Antes de ser lançado no mercado descansou por 12 meses em barricas de carvalho francês seguido de um longo sono de 24 meses em garrafa.
Agora cá fora, confesso que me agradou bastante, mostrando estar ainda no início da caminhada de um belo vinho.
Cor vermelho intenso, concentrado, fechado, bordo violeta escuro bonito, aspecto limpo. Aromas intensos, fruta preta e vermelha, algum citrino, bergamota, barrica já ligada, cacau, fresco, surpreendentemente fresco. Boca firme, segura, com acidez acutilante, alguma secura e muito vivaz, robusto, largo, com final de boca longo.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Nova Gama Contemporal Selection

O Continente lançou este mês no mercado a nova gama dos seus vinhos Contemporal: o Contemporal Selection. 
O desafio partiu do Chef Miguel Castro e Silva a três reconhecidos enólogos portugueses. A Anselmo Mendes criar um conceito diferente de vinho verde; a Rui Reguinga criar um vinho alentejano com a frescura das terras altas desta região; e com Jaime Quendera a criação de um branco e um tinto Península de Setúbal e diferentes do que normalmente é produzido nesta região. Conseguir em todos eles potencial gastronómico elevado e garantir um salto qualitativo importante em relação à gama base dos vinhos Contemporal. Para cada um dos quatro vinhos foram produzidas 6000 garrafas.

CONTEMPORAL SELECTION 2012 BRANCO PENÍNSULA DE SETÚBAL | JAIME QUENDERA | 5,99€
ARINTO, ANTÃO VAZ, CHARDONNAY
Cor amarelo citrino, nuances ligeiramente esverdeadas e aspecto limpo. Citrinos com boa intensidade no nariz complementados com notas florais e sensação de frescura. Na boca encontramos bom nível de acidez, equilibrado, com perfil frutado num corpo com ligeiro volume e untuosidade. Final de persistencia média. Versatilidade à mesa. Como aperitivo, com entradas, bacalhau e algumas carnes brancas.

CONTEMPORAL SELECTION 2012 BRANCO MINHO | ANSELMO MENDES | 5,99€
ALVARINHO, LOUREIRO, AVESSO
Cor amarelo citrino, rasgos esverdeados, aspecto límpido e brilhante. No nariz, sem ser uma explosão aromática, conseguimos boas notas minerais, pêssego maduro, fruta citrina, com muita elegância e frescura. Acidez repenicada na prova de boca, perfil seco, com fruta citrina fresca, sumarenta e toque mineral final a conferencia também elegância de boca.
CONTEMPORAL SELECTION 2011 TINTO ALENTEJO | RUI REGUINGA | 6,99€
TRINCADEIRA, ALICANTE BOUSCHET, ARAGONÊS
Cor violeta intenso, concentrado no núcleo e tornando-se mais aberto no bordo do copo. Aromaticamente expressivo, com muita fruta silvestre, amora e ameixa preta bem madura, algumas notas herbáceas leves, com toque especiado e da madeira bem equilibrado num conjunto com frescura. Na boca apresenta-se com bom volume, polido, com boa acidez e vivaz, num perfil com muita fruta madura e algumas notas vegetais e herbáceas no final de boca. Final persistente.
CONTEMPORAL SELECTION 2011 TINTO PENÍNSULA DE SETÚBAL | JAIME QUENDERA ! 6,99€
TOURIGA NACIONAL, CABERNET SAUVIGNON, TINTA MIÚDA
Cor rubi, com violetas intensos, concentrado e opaco. Nariz onde a referência aromática predominante é a floral, bem ladeada por fruta vermelha e preta madura e com o traço de madeira ainda bem presente e marcante. Na boca está pujante, com força, já macio e algo redondo, mas com os taninos ainda bem marcados. Com volume, alguma secura, fruta vermelha e preta presente e bem ligada com o conjunto, algumas boas notas especiadas e fumadas. Final longo, a pedir comida, gastronomia tradicional portuguesa.

Confesso que fiquei surpreso com os vinhos apresentados. Por mais que se diga que o rótulo não influencia ou não deve influenciar a prova acho que é quase impossível fugir a esse pré-condicionamento. E neste caso, principalmente nos tintos, fiquei surpreendido pela qualidade apresentada.

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