sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Anselmo Mendes Contacto Alvarinho 2016 Branco

ANSELMO MENDES CONTACTO ALVARIINHO 2016 BRANCO | VINHOS VERDES | 13% | PVP  9€
ALVARINHO
ANSELMO MENDES VINHOS, LDA
17

Ficou esta garrafa para aqui meio perdida no meio das outras garrafas. Quando a vi fiquei com aquela curiosidade de puto quando tem um brinquedo novo e rapidamente a coloquei no frio para o quanto antes a beber. Maravilha. Em excelente momento de forma. Penso até estar melhor do que quando saiu para o mercado.
Visualmente mantém as tonalidade de amarelo citrino e de aspecto jovem . No nariz aromas a fruta citrina e tropical bem medidos entre eles, carga mineral bem vincada, pedra molhada, a ganhar complexidade e a manter a frescura. Na boca um alvarinho com volume e alguma untuosidade, complexidade, acidez marcada, fruta citrina, ligeiro amargor num final longo.
Cataplana de peixe com ele.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Joaquim Arnaud Espumante Bruto 2014 Branco

JOAQUIM ARNAUD ESPUMANTE BRUTO 2014 BRANCO | BAIRRADA | 12,5% | PVP  14€
CHARDONNAY, ARINTO
SOCIEDADE DOS VINHOS IRMÃOS UNIDOS, LDA
16,5

A homenagem de Joaquim Arnaud aos seus antepassados ingleses que em tempos idos viveram por terras de Coimbra ganhou forma num espumante bairradino nascido em berço de ouro, numa casa com tradição neste tipo de vinho como são as Caves de São João.
Versátil, mostra potencial para ir à mesa no inicio de refeição ou até mesmo à sobremesa com um Pão de Ló de Ovar bem húmido.
Cor amarelo citrino, bolha fina, persistente, com aromas de marmelo, maça reineta e alguma panificação e fruto seco. Boca com espuma leve, sem traçar a gengiva, um leve adocicado, num perfil muito leve e fresco.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Parceiros Na Criação Aumenta a Família Com Casa da Esteira

O produtor de vinhos da região duriense Parceiros Na Criação (PNC) apresenta uma nova marca de vinhos que dará vida a três referências no mercado. Os Casa da Esteira serão berço para um reserva branco, um reserva tinto e um touriga nacional. 
Este continua a ser um projecto de cariz familiar no qual, de uma forma ou de outra, todos são peça importante. Mostrados em ante-estreia no último Adegga WineMarket, dia em que António, filho do casal Joana Pratas e João Nápoles, fez 3 aninhos, o natural foi eleger a data do 5º aniversário da Teresinha, a filha dos mesmos, para o lançamento oficial dos dois primeiros Casa da Esteira que agora chegam ao mercado. 
O nome Casa da Esteira vem também ele cheio de sentido familiar pois é por esse nome que é conhecida a casa da família na Quinta de Montravesso no Douro. Uma casa cujas portas são protegidas do sol por esteiras, que fazem um barulho incómodo com o soprar do vento, mas que por lá ficarão mais uns tempos. 
Erguida por entre vinhas e vales, a poucos quilómetros da aldeia de Barcos, no concelho de Tabuaço, em pleno Douro vinhateiro e que representa bem mais do que uma morada física, bem mais do que apenas uma construção, a Casa simboliza a união de quatro elementos: o João Nápoles, a Joana Pratas e os seus filhos, a Teresinha e o António que estiveram presentes para a apresentação dos novos vinhos sob o lema "Chegou a hora de partilhar o que é nosso... O nosso que queremos que seja vosso!”.

CASA DA ESTEIRA RESERVA 2014 TINTO | DOURO | 14% | PVP 17€ 
VINHA VELHAS 
PARCEIROS NA CRIAÇÃO, LDA 
17 
Cor vermelho concentrado, núcleo mais fechado, nuances mais abertas e bonitas no bordo, aspecto limpo e jovem. Aromaticamente sobressai a fruta, preta silvestre, bem envolvida em notas de leves tostados, toque balsâmico, muita frescura. Na boca mostra volume e corpo, cremosidade envolvente, acidez no ponto, elegante, com a fruta vermelha num patamar muito fresco e equilibrado, mais polido e com final de boca longo. 

CASA DA ESTEIRA TOURIGA NACIONAL 2015 TINTO | DOURO | 13,5% | PVP 17€ 
TOURIGA NACIONAL 
PARCEIROS NA CRIAÇÃO, LDA 
17
Cor vermelho granada, concentrado, de violetas bem escuros, aspecto limpo. No nariz mostra elegância e uma fruta vermelha muito bonita, cereja madura, perfume floral, violetas, notas de barrica muito bem casadas, complexo e com frescura saliente. Corpulento, enche o palato, toque com cremosidade, com tanino presente, mas não de forma rude, com a fruta vermelha e preta sumarenta, fresca e elegante, acidez equilibrada, complexo, com final de boca longo.
Chegados os dias mais quentes de verão terá de fazer parte daquelas almoçadas familiares. Um touriga muito elegante e fresco.

H'OUR 2012 TINTO | DOURO | 14% | PVP 9,90€ 
VINHAS VELHAS, TOURIGA NACIONAL, SOUSÃO 
PNC PARCEIROS NA CRIAÇÃO - UNIPESSOAL, LDA 
16
Feito a partir de uvas provenientes de vinha velha (cerca de 80%) e de vinha nova onde o tempero chega da touriga nacional e sousão mostra um vinho com algum potencial de envelhecimento, revelando estar num bom momento de forma.
Cor rubi intenso, violetas escuros, aspecto jovem e limpo. No nariz com predominância da fruta vermelha e preta madura, cereja, ameixa, barrica bem ligada, ligeiro tostado, pimenta fina, giesta, perfil fresco. Boca com boa acidez, secura de boca, fruta vermelha fresca, equilibrado, com textura e persistência final.
Cheira e sabe a Douro e é para levar à mesa.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Adegamãe Pinot Noir 2015 Tinto

ADEGAMÃE PINOT NOIR 2015 TINTO | LISBOA | 13,5% | PVP  9€
PINOT NOIR
ADEGAMÃE SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

Cor rubi aberto, pouca concentração, aspecto limpo. No nariz aromas de fruta vermelha madura, muito elegante e fresco, notas balsâmicas, alguma caixa de tabaco, caruma e terroso. Na boca mostra raça, acidez acutilante, fruta madura, algum vegetal e especiado, sequinho, equilibrado, fresco e com final de boca longo.
Será engraçado encontrá-lo daqui a mais alguns anos.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Quinta das Bágeiras Garrafeira 2011 Branco

QUINTA DAS BÁGEIRAS GARRAFEIRA 2011 BRANCO | BAIRRADA | 14% | PVP  16€
MARIA GOMES, BICAL
MÁRIO SÉRGIO ALVES NUNO
17

Chegar a 2018, beber um vinho branco de 2011 e de imediato pensar que o dito está extremamente novo e a precisar de mais um tempinho de descanso na garrafa não é para todos. Os Garrafeira das Bágeiras são assim. Para guardar quando saem e para serem bebidas com o passar dos anos, longos anos.
Cor amarelo citrino, definido, ainda algumas nuances esverdeadas, aspecto jovem, límpido e brilhante. Aromas de fruta amarela madura e citrinos, toranja e tangerina, notando-se a barrica, presente mas encorporada, envolvente e fresco. Na boca mostra raça e juventude, vivaz, acidez a secar o palato,  fruta citrina, toranja, laranja amarga, equilibrado, com volume e untuosidade, corpo e largura.  Final de boca longo.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Coppola Rosso & Bianco Shiraz 2013 Tinto

COPPOLA ROSSO & BIANCO SHIRAZ 2013 TINTO | CALIFORNIA | 13,5% | PVP  10€
SHIRAZ
FRANCIS FORD COPPOLA WINERY, GEYSERVILLE & OAKVILLE, CA
16

A curiosidade maior, de inicio, está no facto de ser um vinho do conhecido realizador de filmes como Apocalipse Now ou O Padrinho mas, este vinho nascido na maior e mais importante região vínica dos Estados Unidos da América trás também outra particularidade. O facto de ser feito a partir da casta Shiraz que, apesar de parente próxima da casta Syrah, é diferente o suficiente para não ser considerado como  esta última. Algo para cá voltar mais tarde.
Cor rubi intenso, mais aberto e bonito no bordo do copo, aspecto limpo e novo. Grande intensidade aromática, muita fruta vermelha e preta compotada, amoras, cereja preta, cacau, sensação doce e envolvente. Boca com acidez equilibrada, boa estrutura, alguma cremosidade, muito polido e redondinho, fruta vermelha madura, equilibrado e de final longo.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Tendências | Para Guardar ou Para Beber já?

Ao comprar vinho alguma vez coloca também em ponderação comprar para guardar e beber apenas uns anos mais tarde ou compra sempre para consumo a curto prazo? Temos cada vez mais opções de vinhos com longevidade comprovada e as condições de guarda estão cada vez mais acessíveis a todos. Para além, disso passamos cada vez mais tempo por esta vida logo, a guarda também pode ter a sua importância para o verdadeiro enófilo.
Vamos a mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente?
"(...)No vinho também assistimos, cada vez mais, ao regresso da garrafeira caseira. Houve um tempo em que era normal haver uma adega caseira onde se iam colocando vinhos e onde onde acabavam esquecidos para mais tarde os beber e perceber o bem que lhe havia feito ter ficado a dormitar por alguns anos. (...)" continuar a ler aqui.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails