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sábado, 15 de junho de 2024

Adega de Penalva Encruzado 2023 Branco

ADEGA DE PENALVA ENCRUZADO 2023 BRANCO
| DÃO | 13,5% | PVP  7,49 €
ENCRUZADO
ADEGA COOPERATIVA DE PENALVA DO CASTELO, CRL
16,5

A casta Encruzado é a ex-libris das castas brancas do Dão e uma das mais conhecidas e reconhecidas do País, conferindo originalidade e longevidade aos brancos do Dão, mas também já com larga presença em mais regiões produtoras de vinho nacionais. 
Aqui a casta está bem presente e expressiva, optando por uma linha de simplicidade, mas sabendo que o simples dá trabalho. Fruta de qualidade, notas salinas, pedra lascada, pedregoso e equilibrado. Sente-se muito bem à mesa.
Cor amarelo citrino, nuances esverdeadas, aberto, límpido e jovem. Elegante de aromas, muito delicado, fruta de polpa amarela, citrino vivo,pêssego, ameixa, lima, traço salino, pedra lascada, fresco. Boca com largura, textura macia, acidez crocante, persistente, fruta com sabor, sumarenta e com longo final de boca.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Encostas de Penalva 2004 Branco

ENCOSTAS DE PENALVA 2004 BRANCO | DÃO | 12,5% | PVP  2,90€
MALVAZIA FINA, ENCRUZADO, RABO DE OVELHA 
ADEGA COOPERATIVA DE PENALVA DO CASTELO, CRL
15
 
Às vezes são estas boas surpresas que nos colocam no rosto o sorriso menos esperado. Já com alguns anos na garrafeira, a curiosidade suplantou o receio, e fez com que fosse para a mesa. Rolha impecável, sem aromas estranho na sua abertura, a abrir a passo e a mostrar que ainda se podia contar com ele. Um vinho cujo parente mais recente custa até 3€ e que não sei se terá a longevidade deste. 
Cor amarelo de tonalidade dourada, não excessivamente carregada, aspecto límpido e a revelar alguma da idade que já carrega. No nariz surpreende e, apesar de mostrar notas da sua idade, encontra-se num bom momento revelando notas de fruta amarela madura, laranja de inverno, notas de algum fruto seco, melaço, fruta passa, alperce, encondendo as notas mais iodadas, que estão lá, mas num patamar muito baixo para serem sequer incomodativas. Na boca é onde se apresenta mais jovem, com um balanço muito bom entre a sua untuosidade, notas de fruta e uma acidez firme e muito bem colocada no suporte ao conjunto. O final de boca é longo e persitente.
Gostaria de o beber casado a acompanhar um peixe assado no forno, sendo que não se portou nada mal com um prato de mão de vaca com grão e, mais tarde, com uma fatia de Queijo da Serra e uma fatia de pão.