quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Pieve Santa Restituta 2017 Tinto

PIEVE SANTA RESTITUTA 2017 TINTO | BRUNELLO DI MONTALCINO (ITA) | 14,5% | PVP  115€
SANGIOVESE
GAJA
17,5

No ano de 1994, o produtor Gaja, um dos mais conceituados e revolucionários produtores de vinho da Itália e reconhecido mundialmente por elevar a qualidade dos vinhos de Piemonte, adquire a histórica adega Pieve di Santa Restituta, em Montalcino. Destas vinhas, plantadas num terroir especial para o desenvolvimento da casta Sangiovese, chega ao nosso copo um Brunello di Montalcino elegante, intenso e equilibrado, com grande potencial de envelhecimento e com presença à mesa de luxo com pratos de carne vermelha, caça e queijos curados. 
Cor vermelho, tonalidade granada de média concentração, média com um toque de tijolo na borda. No plano aromático encontramos a fruta vermelha madura, fruto silvestre com ligeira nota de cereja mais passa, componente de bosque,  barrica integrada, folha de tabaco, tisana de chá preto, respirante e fresco. Corpo de média estrutura e volume, mantendo o registo mais fresco e sóbrio, textura macia, secura fina, com prolongamento demorado e paciente, tanino polido, firme, com a especiaria a mostrar-se mais em final de boca, longo e persistente. 

Tubarão Frisante NV Branco

TUBARÃO FRISANTE NV BRANCO | IVV | 11,5% | PVP  14,50€
LOUREIRO
RICARDO JORGE CARDEAL GARRIDO
16,5

Um branco frisante sem ano de colheita, num registo levemente oxidativo, que no início se estranha, mas que vai ganhando terreno à medida que o bebemos e que lhe juntamos comida. A agulha é quase impercetível e acaba por passar a segundo ou terceiro plano, ficando o rico jogo de aromas e uma secura bem colocada, salivante, à procura de comida e baixo álcool. Faz parte daquele tipo de vinho que nunca será consensual à mesa, mas que em presença da comida certa será motivo de alegria.
Jogou com uma conserva de cavala e azeite e , de seguida, uns lagartos na brasa. Acabou por surpreender. 
Cor amarelo intenso, com tonalidade palha e reflexos dourados, aspecto límpido e cativante. No nariz revela um perfil levemente oxidativo, notas de casca de laranja e limão, toranja vermelha, perfumado com flores brancas, folha de louro fresca, algum feno e mel, vinco mineral, pedra lascada. Boca expressiva, agulha quase impercetível, acidez vibrante, seco, reforçando o carácter oxidativo, fruta com tempo, ligeiro amargo, membrana branca da casca de toranja, salivante, salino, persistente e com longo final de boca.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Quinta dos Castelares Extra Bruto 2021 Rosé

QUINTA DOS CASTELARES EXTRA BRUTO 2021 ROSÉ | DOURO | 12,5% | PVP  24,95€
PINOT NOIR
CASA AGRÍCOLA MANUEL JOAQUIM CALDEIRA, LDA 
17

As vinhas plantadas a 700 metros de altitude da Quinta dos Castelares imprimem neste espumante toda a identidade de um terroir duriense com menos presença do efeito das cotas baixas do Rio Douro e mais próximo do enorme rochedo que se ergue sobre a margem direita do rio Douro, em Freixo de Espada à Cinta, chamado de Penedo Durão.
Lá no alto voa o Grifo e, na Primavera, o Abutre do Egipto, um pouco abaixo, para o lado contrário ao Rio Douro, as vinhas e a imagem da propriedade. Parece outro rio, mas de vinhas. Um local idílico.
O espumante prima pela finesse e elegância com que nos presenteia com fruta vermelha aninhada em notas subtis de brioche, tosta, panificação e nos agarra, na prova de boca, pela sua acidez vibrante e registo bem seco. Mais uma excelente opção para começar com ele a solo e rapidamente o levar também à mesa.
Cor rosada com tonalidade salmão aberta e luminosa, bolha fina e cordão persistente. No plano aromático revela a fruta vermelha fresca, com pitada citrina, subtil presença de notas de brioche e fruto seco torrado, delicado e fresco. Boca com mousse envolvente e fresca, agulha fina, acidez vibrante, perfil seco, bem seco, a puxar por algo à mesa, a conquistar-nos com esta vivacidade e final de boca longo e persistente.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Conversas de Comer, Beber e Lazer | Podcast T1 - EP 5

O 5º episódio desta bela aventura já se encontra disponível.  Este será mais um episódio a calcorrear Portugal. Iniciamos a viagem em solo açoreano, de onde nos chegam duas novidades da Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico, edições limitadas e especiais, ambas expressão singular deste terroir insular, um branco de 2021, 100% Verdelho do Pico, Arcos Vulcânicos; e um licoroso de 1998, com 27 longos anos de maturação, com a curiosidade de poder nunca lhe ter sido adicionada aguardente vínica. Logo de seguida, aterramos em Lisboa e vamos conhecer o mais recente projecto do Chef Vitor Sobral no Carvoaria, um sitio de bem comer onde as brasas e a alma da cozinha tradicional portuguesa marcam presença. Subimos à região do Tejo, em Vla Chã de Ourique, para conhecer duas novidades da região do Tejo para o nosso copo, mais precisamente da ODE Winery e com a assinatura da enóloga Maria Vicente. Por último, já pelo Alto Alentejo, lugar de destaque ao Gin português com alma japonesa com as novidades da marca de gins ultra-premium acional Beneficio.
É ouvir até ao fim.

  • Da Ilha do Pico Com Amor
  • Brasas e Tradição no Carvoaria
  • ODE Assinatura de Enóloga
  • O Alto Alentejo no Gin Benefício

Podcast no Apple Podcasts: Conversas de Comer, Beber e Lazer

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Herdade Grande Grande Reserva 2021 Branco

HERDADE GRANDE GRANDE RESERVA 2021 BRANCO | ALENTEJO | 12,5% | PVP 23,49€
VIOSINHO, ROUPEIRO, RABIGATO, VERDELHO
HERDADE GRANDE - ANTÓNIO MANUEL LANÇA
17,5

"Vinho bom em pequenas quantidades, acorda para a vida aquele 
que, por defeito do coração, está meio moribundo."
Olivier de Serres (1539-1619.) Agrón. e Escritor Francês - no contra-rótulo 

O terroir da Vidigueira tem o condão de nos oferecer brancos de distinção, resultado de uma singular união entre frescura e estrutura que a proteção da Serra do Mendro lhe garante contra os ventos quentes do Alentejo central. Estamos perante um Grande Reserva com a fruta envolvida na delicadeza da presença das notas de barrica, dono de complexidade e equilíbrio, dando volume e untuosidade ao mesmo tempo que nos presenteia com acidez fina e prolongada. Lugar cativo à mesa na companhia de pratos mais elaborados como posta de garoupa em molho de manteiga e limão com amêndoa torrada. Divinal. 
Cor amarelo citrino, luminoso, tonalidade esverdeada, aspecto límpido e jovem. No nariz não esconde a sua complexidade e perfil mais rico, mostra o fruto citrino e o fruto tropical fresco bem casado com as notas que lhe chegam pela passagem em barrica, integradas e subtis, toranja, goiaba, ligeira baunilha, vinco mineral e pedregoso. Boca com volume médio, untuosidade envolvente, textura macia, acidez fina e ajustada, com a fruta bem sumarenta ao lado de delicado tostado, fumado, harmonioso,  com final de boca longo e persistente.