segunda-feira, 20 de maio de 2019

Tapada do Chaves | Privilégios no Terroir do Alto Alentejo

A história dos vinhos Tapado do Chaves não é nova. Conta já com muitos anos, muitas vindimas, muitas pessoas, muito suor e muitas garrafas de vinho. é um dos vinhos ícones do Alentejo.
Localizada em Frangoneiro, nas fronteiras de Portalegre, no Alto Alentejo, é na Tapada do Chaves que vamos encontrar duas das mais antigas vinhas alentejanas datadas de 1901 e 1903 e de onde ainda saem uvas para a produção de vinhos. 
A história começa no inicio do século XX quando o Senhor Chaves resolveu plantar na sua pequena propriedade as primeiras vinhas. Os anos passaram e até hoje os destinos desta casa já passaram pelas mãos da família Fino e da Murganheira e, mais recentemente, em Julho de 2017, a Fundação Eugénio de Almeida agarrou neste pequeno Gigante e José Mateus Ginó e Pedro Baptista, presidente do concelho executivo e o enólogo da Fundação Eugénio de Almeida, assumiram os comandos do clássico alentejano.

A imagem regressou aos antigos rótulos da Tapado do Chaves, com uma linha um pouco mais moderna, traço mais limpo, claramente mais sóbria e a respeitar a origem. A garrafa parece mais elegante. Uma verdadeira descarga de energia positiva, que se alinha com o objectivo da nova administração em relançar os vinhos aqui produzidos e retomar a fama que os mesmos outrora alcançaram.

Em Évora, num dia especial para a Fundação Eugénio de Almeida, fomos conhecer as novidades em brancos e tintos dos Tapada do Chaves.

TAPADA DO CHAVES 2017 BRANCO | ALENTEJO | 14,5% | PVP 26€
ARINTO, ANTÃO VAZ, ASSARIO, TAMAREZ, ROUPEIRO
TAPADA DO CHAVES SOCIEDADE AGRÍCOLA E COMERCIAL, SA
17
Cor amarelo citrino definido, ligeiros esverdeados, aspecto jovem e límpido. Plano aromático intenso, fruta tropical  e citrina em equilíbrio, bela complexidade citrina, algum sílex, pedra lascada, muita frescura. Na boca permite-se continuar muito fresco e equilibrado, bom corpo e volume, cheio de fruta de caroço, maça verde, pêra rocha, ameixa amarela, sumarento, sem esquecer o traço mineral e com final de boca longo.

TAPADA DO CHAVES VINHAS VELHAS 2008 BRANCO | ALENTEJO | 14% | PVP 75€
ARINTO, ANTÃO VAZ, ASSARIO, TAMAREZ, ROUPEIRO
TAPADA DO CHAVES SOCIEDADE AGRÍCOLA E COMERCIAL, SA
17,5
Cor amarelo definido, com nuances alouradas, bonitos reflexos dourados, aspecto limpo. No nariz atrai e cativa pelas notas de casca de laranja, marmelo maduro, fruta de polpa amarela, especiaria fina, algum fruto seco, com um traço de mineral, até salino em fundo, fresco. Boca envolvente, a dar muito prazer neste momento, volumoso, mas de uma finess admirável, com a fruta num plano elevado, fresca e bonita, terminando longo e persistente.

TAPADA DO CHAVES RESERVA 2013 TINTO | ALENTEJO | 15% | PVP 33€
ARAGONEZ, TRINCADEIRA, ALICANTE BOUSCHET
TAPADA DO CHAVES SOCIEDADE AGRÍCOLA E COMERCIAL, SA
17
Cor rubi concentrado, de auréola violeta no bordo do copo, aspecto limpo e jovem.  No nariz mostra-se uma fruta vermelha madura bem ligada com notas florais, fruto preto silvestre, especiarias, alguma folha de tabaco, envolvente e fresco. Boca segura, boa estrutura e corpo, mostrando frescura e elegância, fruta num bom plano, harmonioso, equilibrado, uno, com final de boca longo e voluptuoso.

TAPADA DO CHAVES VINHAS VELHAS 2011 TINTO | ALENTEJO | 15% | PVP 99€
TRINCADEIRA, GRAND NOIR
TAPADA DO CHAVES SOCIEDADE AGRÍCOLA E COMERCIAL, SA
18
Cor rubi avermelhado concentrado, intenso, com bonitos reflexos violeta, aspecto limpo e jovem. Palete de aromas extraordinário, intenso, com a fruta preta madura a casar-se muito bem com notas mais terrosas,  turfa molhada, musgo, cogumelos, pleno de complexidade, caixa de charutos, inebriante. Na boca não se esconde. Denso, corpolente, com grande profundidade, agarra-nos por complexo. Percebe-se que estamos na presença de um vinho singular, feito de carácter, muito equilibrio e elegância. Final de boca longo.

________________________________________
TAPADA DO CHAVES
ALENTEJO
FRANGONEIRO
APARTADO 170 7301-901 PORTALEGRE
T. +351 245 201 973
T. +351 245 203 114
WWW.TAPADADOCHAVES.PT
GERAL@TAPADADOCHAVEZ.PT

domingo, 19 de maio de 2019

Gala Vinhos do Tejo 2019 | Tejo elegeu Os Melhores no Vinho e na Gastronomia

A Gala Vinhos do Tejo foi celebrada a rigor este Sábado, dia 18 de Maio de 2019, no Hotel dos Templários, no coração da cidade de Tomar. Perante a presença de mais de 350 pessoas foi dado lugar à cerimónia de entrega de prémios do X Concurso Vinhos do Tejo
Ainda neste sector, a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) distinguiu os profissionais e as empresas que se destacaram no último ano. Ao palco subiram também os vencedores do Tejo Gourmet - Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo

Excelência para dois vinhos. Um da Quinta da Alorna e outro da Companhia das Lezírias O X Concurso Vinhos do Tejo foi o mais concorrido de sempre, com 183 vinhos em competição, e foi disputado com tenacidade. Para além das duas medalhas de excelência, foram atribuídas duas Grande Ouro, vinte e nove Ouro e vinte e quatro Prata.
A CVR Tejo quis também premiar os branco e rosés da colheita mais recente, a de 2018, sendo que houve seis vencedores, três em cada categoria. As duas Medalhas de Excelência foram atribuídas ao Quinta da Alorna Alvarinho e Viognier Reserva branco 2017, da Quinta da Alorna, e ao Tyto Alba Touriga Nacional tinto 2015, da Companhia das Lezírias. A qualidade dos vinhos obrigou à atribuição de duas Medalhas Grande Ouro: o Clavis Aurea Reserva tinto 2017, da Quinta Casal Monteiro, e o 'Bridão Reserva tinto 2016', da Adega do Cartaxo, foram os eleitos. Bernardo Cabral e António Ventura foram os nomes da noite Olhando para o ano de 2018, a CVR Tejo distinguiu Bernardo Cabral como Enólogo do Ano e as Adegas Cooperativas de Benfica do Ribatejo e do Cartaxo, como Empresa Dinamismo e Empresa Excelência, respectivamente. No que toca ao Prémio Carreira coube a António Ventura levá-lo para casa. 

O Tejo Gourmet distinguiu, pelo 9.º ano, o casamento entre comida e Vinhos do Tejo No que toca à 9.ª edição do Tejo Gourmet – desafio que visa promover a excelência na restauração, com destaque para a harmonização de Vinhos do Tejo com uma gastronomia de índole tradicional, de autor e internacional –, nota para o facto de ter sido o mais concorrido de sempre, com 58 restaurantes inscritos. 
O crédito de O Melhor Restaurante da competição vai para o Wish, no Porto. Para gáudio dos jurados, não houve um, mas duas “cozinhas” a merecerem o título de Restaurante Revelação: a Casa Chef Victor Felisberto, Abrantes (no Tejo) e o Taxiko Steakhouse, no Funchal, na Ilha da Madeira. O almeirinense Cisco - Cozinha Tradicional voltou a arrecadar, pelo segundo ano consecutivo o galardão de Melhor Cozinha Tradicional. 

Cada vez mais em voga estão as casas de petiscos e, neste registo, a eleita foi a Petiscaki, de Montemor-o-Novo. O Quorum, em Lisboa, foi distinguido na categoria de Melhor Cozinha de Autor, estando por isso de parabéns o chefe Tiago Santos. O prémio de Melhor Cozinha Internacional foi para o Algarve, estando a caminho das paredes do À Terra, na Vila Monte Farm House, em Moncarapacho, Olhão. A Melhor Carta de Vinhos (do Tejo) é a do madeirense Beef & Wines (Funchal). De destacar foi a promoção feita ao Tejo Gourmet pelo Clube Lisboeta e pelo Pão à Mesa, ambos em Lisboa. Cada restaurante foi desafiado a criar um menu, composto por entrada, prato e sobremesa, elegendo Vinhos do Tejo para casaram com os mesmos. O Espadarte, restaurante do Hotel Sana Sesimbra, e o Rei dos Leitões, na Mealhada, foram os que se destacaram na entrada. O Calça Perra, de Tomar, apresentou a melhor combinação no prato principal e o Viva Lisboa, no Hotel Neya, a melhor prestação na sobremesa. Os restaurantes À Terra, Beef & Wines, Cisco - Cozinha Tradicional, Espadarte, Quorum, Rei dos Leitões, Taxiko Steakhouse e Wish foram os oito galardoados com Grande Medalha de Ouro, seguindo-se 28 com Ouro e 17 com Prata. 
Para o ano há mais. Ver mais fotos do evento aqui.


quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Vertical Quinta da Leda | De 2010 a 2015

Situada na região Este do Douro, a Quinta da Leda é uma das joias mais brilhantes da Ferreira. Com ela, a Casa Ferreirinha recria-se em vinhos de grande complexidade e estrutura, portentosos, mas plenos de frescura e vigor. Ali, onde o Douro se renova, confirma-se a excelência dos vinhos que criam o mítico Barca Velha e juntam-se-lhe novos valores como os mais recentes Quinta da Leda e Callabriga.
A vertical foi do Quinta da Leda. Colheitas 2010, 2011, 2013, 2014 e 2015. Anos diferentes que origiraram vinhos também eles com diferenças entre si. No entanto, o fio deste perfil percebe-se desde o 2010 até ao mais recente 2015. Admirável o 2011, ainda com pernas para andar e conquistar.

QUINTA DA LEDA 2010 TINTO | DOURO | 14% | PVP 38€ 
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTA RORIZ
SOGRAPE VINHOS, SA 
18 
Cor rubi, intenso, concentrado, ainda de tonalidades jovens, aspecto limpo. No nariz mostra-se uma fruta vermelha madura com muita frescura, fruta preta silvestre e de árvore, ameixa, amora, floral bem ligado, com belo traço respirante, cedro, pinheiro, pimenta, especiaria, caixa de tabaco. Boca pujante, com estrutura, bela secura, acidez, com fruta muito bem coloca, fresca, a mostrar harmonia, especiaria, final de boca longa. 

QUINTA DA LEDA 2011 TINTO | DOURO | 14,5% | PVP 38 €
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTA RORIZ 
SOGRAPE VINHOS, SA 
18,5
Cor rubi concentrado, nuances violáceas, aspecto limpo e jovem. No nariz a fruta é mais expressiva, mais desenhada, a fazer um belo casamento com as notas florais e em harmonia com os toques mais resinosos, do cedro e do pinheiro, dos aromas provenientes do estágio em barrica, mostrando uma folha de hortelã fresca, complexo e desafiante. Boca opulenta e ao mesmo tempo plena de finess. Cheio, volumoso, de tanino redondo e sedutor, apontando a um belo equilíbrio entra a fruta e as notas provenientes da madeira, harmonioso e terminando longo.

QUINTA DA LEDA 2013 TINTO | DOURO | 13,5% | PVP 38€ 
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTA RORIZ 
SOGRAPE VINHOS, SA 
17,5 
Cor rubi avermelhado, concentrado e profundo, aspecto limpo e jovem. Perfil aromático um pouco mais quente, fruta madura, mais perfumado e exuberante, especiaria fina, balsâmico e notas de chocolate presentes, embora com a parte terciária mais sossegada e discreta. Na boca, o traço de  finess e frescura que encontrei até agora, fruta bonita, em contínuo equilíbrio com as notas vindas do estágio em barrica, toque especiado e apimentado, final de boca longo e fresco. 

QUINTA DA LEDA 2014 TINTO | DOURO | 14% | PVP 38€ 
TOURIGA NACIONAL, TINTO CÃO, TINTA RORIZ 
SOGRAPE VINHOS, SA 
18
Cor rubi de tonalidade avermelhadas e violetas escuros e profundos, concentrado, aspecto jovem e límpido. No nariz voltamos à fruta vermelha e preta madura em grande forma, delineada, fresca e muito bem ligada com os perfumados florais e as notas de especiaria, balsâmicos fresco, alguma caruma verde, amplo. Boca com garra, nota-se a sua jovialidade, volume, untuosidade, estrutura, com grande acidez, a secar o palato e com tanino presente, mais uma vez sedutor, com a fruta num plano de excelência em harmonia com a notas da barrica, persistente e longo de final.

QUINTA DA LEDA 2015 TINTO | DOURO | % | PVP 38€ 
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTO CÃO, TINTA RORIZ 
SOGRAPE VINHOS, SA 
17,5 
Cor rubi intenso, concentrado, com os violáceos a aparecerem em bonitos reflexos, aspecto jovem e limpo. No plano aromático a fruta vermelha e preta madura, bem ligada com as notas florias e a especiaria fina, também com as notas terciárias, complexo, amplo e com um traço de frescura singular, discreto, mas que marca presença. Na boca é um jovem, corpo, volume, estrutura, maciço e musculado, não deixa de respeitar os seus antecessores, com um tanino muito sedutor e uma ligação entre a fruta e os restantes elementos muito equilibrada e harmónica. Com um final que parece não querer terminar.

domingo, 12 de maio de 2019

Douro e Alentejo são as regiões vencedoras no Concurso Vinhos de Portugal 2019

O Douro e Alentejo foram, se assim podemos dizer, as regiões vencedoras no Concurso Vinhos de Portugal 2019. Os vinhos nelas produzidos arrecadaram a maioria dos galardões atribuídos este ano.
Após as fases iniciais de inscrição, onde os produtores nacionais tiveram a oportunidade para colocar à prova os seus vinhos no Concurso Vinhos de Portugal seguiu-se a primeira fase do Concurso Vinhos de Portugal que decorreu de 6 a 8 de Maio, no CNEMA, em Santarém, na qual os vinhos inscritos foram avaliados por um júri, composto por especialistas em vinhos portugueses e internacionais, entre os quais jornalistas, sommeliers, wine educators e outras profissões ligadas ao sector.
De seguida, o Grande Júri reuniu nos dias 9 e 10 de Maio, no Porto, para a selecção dos Grandes Ouros e os Melhores no Ano. Os grandes vencedores foram conhecidos na Gala de Entrega de Prémios, no passado dia 10 de Maio, no Terminal de Cruzeiros de Leixões, no Porto.
Por último, referir que em 2018 foram a concurso 1307 vinhos, número que este ano subiu para 1.382.

O MELHOR DO ANO
Quinta Vale D. Maria Vinha da Francisca (2016) | Douro | Produtor: Aveleda, S.A.

O MELHOR DO ANO LICOROSO
Alambre Moscatel de Setúbal 20 anos | Península Setúbal | Produtor: José Maria da Fonseca Vinhos, S.A.

O MELHOR DO ANO VARIETAL TINTO
Grande Rocim (2015) | Alentejo | Produtor: Rocim Agroindústria. Lda

O MELHOR DO ANO VARIETAL BRANCO
Villa Oliveira Encruzado (2016) | Dão | Produtor: O Abrigo da Passarela, Lda

O MELHOR DO ANO VINHO TINTO
Quinta Vale D. Maria Vinha da Francisca (2016) | Douro | Produtor: Aveleda, S.A.

O MELHOR DO ANO VINHO BRANCO
Quinta Pedra Escrita Reserva Bio (2017) | Douro | Produtor: Rui Roboredo Madeira, Vinhos, S.A.

O MELHOR DO ANO ESPUMANTE
Luiz Costa Pinot Noir & Chardonnay (2015) | Bairrada | Produtor: Caves São João, Lda 

A lista completa de premiados está disponível no site do Concurso Vinhos de Portugal e pode ser consultada aqui.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Azevedo Alvarinho Reserva 2018 Branco

AZEVEDO ALVARINHO RESERVA 2018 BRANCO | REGIONAL MINHO | 12% | PVP  6,79€
ALVARINHO
SOGRAPE VINHOS, SA
16,5

Um Alvarinho Reserva que revela um perfil muito continental, produzido com uvas provenientes de zonas do interior da região dos Vinhos Verdes, onde se pode atingir maior maturação e grau alcoólico, menor acidez e mais volume. Intensidade aromática a marcar a nota de prova, belo corpo na boca, leveza e frescura.
Cor amarelo citrino, esverdeados leves, aspecto brilhante e limpo. Nariz com aromas proeminentes a frutos de polpa amarela, nectarina, pêssego, damasco, fruta tropical madura, secura de boca, vivaz, com bela untuosidade e corpo, equilibrio, terminando longo.
Boa relação qualidade - preço.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

8º Festival do Vinho do Douro Superior

Está a chegar mais uma edição do Festival do Vinho do Douro Superior, a 8ª edição de um Festival que vi nascer e que tenho acompanhado de perto. É daqueles que me diz muito pois é na região onde tenho as minhas raízes familiares, com produtores com os quais me habituei a crescer e a ouvir os seus nomes, a passar em frente aos seus portões e a ver os seus vinhedos imponentes e magníficos na paisagem deste Douro.
O Festival também tem vindo a mostrar o que de melhor se faz noutras áreas da vida desta região. A particularidade dos queijos regionais, as deliciosas amendoas cobertas de Torre de Moncrovo, os enchidos, o mel, o pão e algum artesanato. E as pessoas. As pessoas que literalmente se uniram a este evento e o agraciaram. E não estou a falar só das pessoas da região. De ano para ano cada vez vêm mais visitantes de fora da região e do País.
E vocês? Vão faltar?
_________________________________________________
8º FESTIVAL DO VINHO DO DOURO SUPERIOR 
17 A 19 MAIO 2019
VILA NOVA DE FOZ CÔA
EXPOCÔA - Pavilhão de Exposições e Feiras de Vila Nova de Foz Côa
ENTRADA LIVRE

terça-feira, 7 de maio de 2019

Castelar Espumante Extra Reserva Bruto Blanc De Noirs 2013 Branco

CASTELAR ESPUMANTE EXTRA RESERVA BRUTO BLANC DE NOIRS 2013 BRANCO | BAIRRADA | 12,5% | PVP  16€
BAGA
VÍNICOLA CASTELAR, LDA
16,5

Os Baga-Bairrada continuam a aparecer e eu continuo a segui-los. Sem dúvida alguma uma das mais conseguidas acções para valorizar um produto de qualidade. O espumante baga-bairrada começou pé ante pé, mas é agora um selo de garantia de qualidade.
Este é um extra reserva bruto, com 36 meses de cave e, claro está, 100% baga. Um blanc de noirs pois claro.
Cor ligeiramente adamada, com reflexos acobreados, bolha muito fina e persistente. No nariz, com bastante elegância e frescura, notas de algum fruto vernmelho, framboesa, maça reineta, marmelo maduro, alguma geleia deste e um fruto seco, tostado, muito interessante. Espuma fresca no palato, sem ser agressivo, algum volume e cremosidade, terminando longo e elegante.
Uma bela surpresa.

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