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quinta-feira, 17 de março de 2022

Tenuta Delle Terre Nere Calderara Sottana 2017 Branco

TENUTA DELLE TERRE NERE CALDERARA SOTTANA 2017 BRANCO | ETNA (ITÁLIA) | 13% | PVP  31€
CARRICANTE
TENUTA DELLE TERRE NERE
17,5

A magia das vinhas plantadas nas encostas do Etna, neste caso voltadas a norte, já com cerca de 60 anos de idade. A partir de uma parcela com a casta Carricante sairam as uvas para um vinho expressão deste terroir, sem fugir à marca mineral e pedregosa do solo, com bem medidos florais, boa fruta e uma frescura e acidez, em tensão, que nos agarra de imediato. 
Cor amarelo citrino, tonalidade esverdeada, aspecto límpido e jovial. No plano aromático mostrou-se um pouco acanhado a inicio, mostrando aos poucos a sua fruta fresca, citrino e fruta de polpa branca, maça, flor branca limpa, bem medida, notas de fermentação, biscoito, bolacha de manteiga, envolvendo tudo no manto da sensação de pedra lascada e da salinidade. Na boca continua a mostrar elegância, sem dar tudo logo de inicio, textura macia, acidez vibrante, mostrando continuidade com a fruta citrina e maça verde sumarenta, a secar o palato e prolongar-se num final destemido. 
Sem dúvida apostaria na sua ligação a pratos com produtos frescos do mar, marisco, peixe, algas ou pratos vegetarianos, com alguma complexidade e intensidade.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Benanti Etna 2018 Branco

BENANTI ETNA 2018 BRANCO | ETNA (ITÁLIA) | 12% | PVP  17€
CARRICANTE
BENANTI VITICOLTORI
16,5

Nasce em Itália, feito a partir da casta Carricante, da qual provo o primeiro vinho, proveniente de vinhas plantadas nas encostas Este e Sul do famoso vulcão Etna, na Sicilia, a uma altitude compreendida entre 700 e 950 metros.
Estas condições de terroir muito particular aparecem naturalmente no vinho, quer no plano aromático, que na prova de boca, revelando não só uma frescura natural bem presente, como também um lado salino e pedregoso muito bem integrado com as notas de fruta de polpa branca de pomar que, de forma progressiva, inundam os sentidos.
Cor amarelo citrino, aberto e cristalino, tonalidade esverdeada, límpido e de aspecto jovem. No nariz a fruta de pomar de polpa branca mostra-se em bom plano, maça verde, alguma pera, mas o perfil é claramente definido pelas notas mais salinas e pedregosas que nos envolvem e nos desafiam à medida que o vamos bebendo. Na prova de boca não desilude e até acaba por convencer. Acidez bem medida, com a fruta bem definida e sumarenta, maça verde e notas limondas acídulas, algum volume e untuosidade, com leveza e equilibrio, terminando longo e elegante.
Juntou-se à mesa com escolhas com alguma gordura. O presunto ibérico fatiado e o queijo de meia cura alentejano não se queixaram.