Mostrar mensagens com a etiqueta Quinta da Falorca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Quinta da Falorca. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Quinta da Falorca 2002 Tinto

QUINTA DA FALORCA 2002 TINTO | DÃO | 13,5% | PVP  9,5€
TOURIGA NACIONAL, RUFETE, JAEN, ALFROCHEIRO
QUINTA VALE DAS ESCADINHAS SOC AGRÍCOLA DE SILGUEIROS, SA
15,5

Em tempos de recolhimento por aqui bebem-se as novidades, mas também se vai bebendo o que temos parado na nossa garrafeira. Este foi um desses casos.
Um vinho curioso. A vindima deste vinho ocorreu em final de setembro de 2002 e foi apenas engarrafado após 34 meses de estágio em agosto de 2005. Uma loucura para um vinho a este preço.
Cor vermelhos com nuances ligeiramente alaranjadas, ainda boa concentração no núcleo, aspecto limpo. Aromaticamente complexo, a fruta preta madura ainda aparece, mais concentrada, alguma ginja, mas destacam-se as notas de bosque, dresina, pinheiro, turfa húmida, muito fresco. Em boca continua a mostrar boa forma, espevitado, com tanino polido amaciado pelo tempo, mas seguro, presente,  com bela acidez, num conjunto harmonioso e com comprimento final de boca longo.
Brilhou à mesa com carne assada no forno. Quando com pratos destes pode-se dizer que joga em casa.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Quinta da Falorca Lagar Reserva 2011 Tinto

QUINTA DA FALORCA LAGAR RESERVA 2011 TINTO | DÃO | 14% | PVP  29€
TOURIGA NACIONAL, ALFROCHEIRO, TINTA RORIZ
QVE SOCIEDADE AGRÍCOLA DE SILGUEIROS, SA
18

Os vinhos desta casa habituaram-me assim. Vinhos de elevada qualidade, com um potencial enorme de guarda e com um factor de prazer quando se bebe que até nos faz pena não ter mais garrafas do vinho. Assim é este 2011. Que bem podia ser da última colheita. Lá para 2020 e tais ainda estará jovem e cheio desta garra que caracteriza os Falorca.
Cor rubi concentrado, intenso, opaco, violeta denso, aspecto limpo. Aroma intenso a fruta preta silvestre, fruta preta de árvore, bagas, ameixa e cereja preta, amora madura, muitas notas de bosque, turfa, algum herbaceo,  No nariz predominam as notas de fruta vermelha madura e fresca, framboesa, groselha,  amora, notas florais, algum especiarias, caixa de tabaco, complexo. Cada vez que lhe metia o nariz havia qualquer coisa mais.
Boca com volume, estrutura para aguentar o avanço do relógio, a fruta ainda a mostra-se bem bonita e nitida, tanino no sitio, sem ser agressivo, harmonioso, com as notas vindas do longo estágio em barrica a casarem e a fazerem parte do do conjunto sem existirem pontos soltas. Final de boca longo e persistente.
Será impossível não pensar nele para a nossa mesa. Comida da nossa, portuguesa regional, com complexidade para lhe dar um par pefeito.