Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Saturnino Cunha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Saturnino Cunha. Mostrar todas as mensagens

domingo, 10 de maio de 2026

Pinhal da Torre Syrah 2013 Tinto

PINHAL DA TORRE SYRAH 2013 TINTO | TEJO | 14% | PVP  28€
SYRAH
PINHAL DA TORRE, VINHOS, SA
17,5
 
Voltar a este Syrah passados 10 anos após o meu último contacto com ele fez com que um sorriso rasgado surgisse de forma involuntária, mas deliciosa, pois reforçou a minha opinião de que nesta Casa nascem dos melhores vinhos em Portugal desta casta.
Será surpresa para alguns, todavia, é em terras de Alpiarça, região Tejo em ambiente de tradição familiar, que nasce e se cria. Encontra-se num momento de forma pleno de elegância e finesse, com a fruta preta muito bonita, fresca e completamente integrada com as notas da sua passagem por barrica. Oferece um equilíbrio notável e uma aptidão para a mesa de excelência. Podia ter continuado na garrafeira por mais 10 anos.
Cor vermelho rubi de média concentração, ainda com pouca nota do tempo, apenas menos densidade, mantendo aspecto límpido e bem jovem. No nariz destaque para a elegância e delicadeza com que se apresenta, a fruta preta continua toda cá, muito fresca e airosa, com leve tostado e notas de cacau completamente integradas, balsâmico fresco, mentolado em fundo, especiaria em tempero final. Na boca mantém o registo de finesse, embora se revele com estrutura e volume, deixando brilhar uma fruta sumarenta e cheia de sabor, bela acidez, no ponto, a permitir a chamada ao prato, deixando que o tanino polido e mais sedutor nos leve até ao final, longo, persistente e elegante.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Pinhal da Torre | Vinhos Exigentes e Sofisticados

A família Saturnino Cunha produz, há várias gerações, vinhos de qualidade (muita qualidade) na região vitivinícola do Tejo. Vinhos distintos, com um cunho de pessoalidade bem impresso, cuja produção está assente em quatro principios que fazem parte do logotipo do produtor: Pureza, Elegância, Personalidade e Sustentabilidade. 
Momento para se provar algumas das mais recentes novidades deste produtor. Direi que dividida em três gamas distintas. Começar num patamar de qualidade já muito interessante com a gama Tradicional, para depois entrar num campeonato onde o jogo é muito sério com o Executivo, Protagonista e Antagonista. Por fim, o Special, que por si só é sempre Especial.
 
ALQUEVE TRADICIONAL 2019 BRANCO | TEJO | 12% | PVP 6,50€
VERDELHO, FERNÃO PIRES
PINHAL DA TORRE VINHOS, SA
16
Cor amarelo citrino, aberto, tonalidade esverdeada, aspecto límpido e jovem. No nariz revela, com boa intensidade, notas de fruta citrina, algum fruto de pomar, limonados, toque de flores brancas, fresco. Boca com algum volume e largura, acidez equilibrada, fruta citrina sumarenta, harmonioso e de final longo.

ALQUEVE TRADICIONAL 2019 ROSÉ | TEJO | 12,5% | PVP 6,50€
TINTA RORIZ, SYRAH
PINHAL DA TORRE VINHOS, SA
16,5
Cor rosa salmão aberta, tonalidade levemente acobreada, límpido e brilhante. Aromas delicados a fruto vermelho fresco, alguma tisana de fruta, elegante e fresco. Na boca mostra-se com textura, acidez bem marcada e a fazer secar o palato, envolve sem aborrecer, revela a fruta num patamar muito fresco, fino e com final de boca longo e elegante. Relação qualidade-preço a ter em conta.
 
PINHAL DA TORRE EXECUTIVO 2016 TINTO | TEJO | 14% | PVP 18,95€
SYRAH, TINTA RORIZ, TOURIGA FRANCA, TINTA FRANCISCA
PINHAL DA TORRE VINHOS, SA
17
Cor vermelho intenso, concentrado, aspecto límpido e jovem. No nariz a fruta vermelha madura toma o destaque, bem envolvido e casado com notas especiadas, algum cacau, balsâmico fresco, sempre com a fruta bem delineada e presente. Boca com volume e estrutura, com acidez vivaz e pujante e com a fruta a manter o destaque já evidenciado no plano aromático. Mostra-se afinado, equilibrado e com potencial de guarda evidente. O final de boca é longo e persistente.
 
PINHAL DA TORRE PROTAGONISTA 2015 TINTO | TEJO | 14,5% | PVP 44€
SYRAH, TOURIGA FRANCA, ALICANTE BOUSCHET
PINHAL DA TORRE VINHOS, SA
17,5
Cor vermelho granada intenso, concentrado e fechado no núcleo, aspecto jovem e límpido. Aromas a fruta vermelha e preta madura, com esta última a predominar, ameixa e cereja preta, notas de cacau, alguma tinta da china e grafite, tostados leves, torrefação, complexo e desafiante. Boca com estrutura, volume, denso e texturado, tanino presente, ainda saliente, a mostrar-se sem medo num conjunto inde a frescura da fruta se mostra mais uma vez, onde o equilibrio é notório e onde o descanso até vir para o mercado mostra a sua arte. Final de boca longo, persistente e prazeiroso.
 
PINHAL DA TORRE ANTAGONISTA 2015 TINTO | TEJO | 14,5% | PVP 44€
SYRAH, GRENACHE
PINHAL DA TORRE VINHOS, SA
17,5
Cor vermelho rubi intenso, concentrado, aspecto límpido e jovem. No nariz a fruta preta silvestre madura mostra-se bem medida, algum compotado leve, notas de bosque, pinheiro, envolto em nuances de cacau, especiaria e mentolado refrescante. Boca encorpada, enche o palato, mostra-se mastigável, acidez bem medida, tanino presente, mas fino, bem ligado com a fruta e com a notas mais especiadas deste perfil. Final de boca longo, persistente, sempre a puxar o próximo copo.
 
PINHAL DA TORRE SPECIAL 2013 TINTO | TEJO | 14% | PVP 165€
SYRAH, GRENACHE, TOURIGA NACIONAL, TINTA FRANCISCA
PINHAL DA TORRE VINHOS, SA
18
Cor vermelho rubi intenso, concentrado, escuro, com aspecto límpido e jovem apesar dos seus já sete anos de idade. Aromaticamente intenso, mostra a fruta preta madura bem definada, compotados e alguma ginja com idade, ladeado por notas de chocolate, cacau preto, complexo e desafiante. Na prova de boca revela-se corpolento, denso, de textura mastigável, a arrebatar quem o bebe, cheio, tanino rugoso, sem sinal de estar a ficar domesticado, ao mesmo tempo cativante e envolvente, jovem raçudo, direi mesmo que austero e a precisar de - ainda - mais tempo. Um final de boca a perdr de vista, cheio e persistente
O nome não engana. É mesmo um vinho special.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Pinhal da Torre | Bloggers Day: Syrah à Prova

No passado dia 3 de Novembro de 2012 tivemos mais uma vez o prazer de visitar, a convite do produtor, a Pinhal da Torre em Alpiarça. Com o Paulo Saturnino Cunha como nosso anfitrião pudemos voltar a visitar uma adega bastante mais preenchida do que a última vez, perceber os progressos efectuados passado um ano e juntar-mo-nos à mesa para num ambiente perfeitamente informal aceitarmos o desafio preparado para este dia: uma prova de vinhos da casta Syrah.
Numa espécie de "mini-batalhas" foram sendo colocados Syrah lado a lado. Qual seria o que nos agradaria mais em cada "embate"? Qual seria o Syrah que no final do dia nos deixaria de boca aberta... ou bem fechada?
O primeiro par foi o seguinte:

Quinta do Alqueve Syrah 2001
Cor rubi concentrado, escuro, opaco, de aspecto límpido. Surpreendente a cor para um 2001. Aroma com boa intensidade, fruta madura, cacau bem proporcionado,  especiado, algum carvão e madeira bem ligada, subtil. Na boca impressionou-me pela frescura e pelo perfil elegante com que se apresenta. Tudo no sitio certo onze anos depois. Soberbo. Um final longo, pleno de frescura e de elegância. (18v)

Côte Rôtie 2001
Cor de um rubi de concentração média com sinais evidentes de evolução. Aromas já algo cansados, algo batidos pelo tempo. Notas de fruta madura, cacau e alguma especiaria, mas já em queda. Na boca apesar de o sentir um pouco melhor do que no nariz, falta-lhe já a frescura que outrora deverá ter tido. Apesar de tudo esperava mais de Francês.

O Veredicto: Quinta do Alqueve Syrah 2001 (sem dúvida)

E de seguida:

Quinta de S. João Syrah 2007
Cor rubi bastante concentrado, intenso e de aspecto límpido. No nariz, fechado de inicio, algo escondido, foi abrindo com o tempo, não muito, revelando fruta vermelha madura, notas delicadas a cacau, com boa especiaria e madeira em fundo. Na boca surge com suavidade, mantendo um perfil fresco e elegante. Mais recatado no momento da prova, mas sem dúvida a prometer muito. Final de boca longo.

Quinta de S. João Syrah 2008
Cor rubi de média concentração e de aspecto límpido. Uma cor bonita, cativante, não tão concentrada como os anteriores. Aromas a fruta madura, muito directo, e dentro do mesmo perfil do anterior. Começo a ter impressão que não vai ser fácil. Na boca surge macio, corpulento, alguma untuosidade, mais fruta madura, a mesma elegância. Final longo.

Torbreck Les Amis 2006
Cor rubi de intensidade média, cor cativante e aspecto límpido. Aromaticamente muito elegante, de uma finess elevada, fruta preta madura, algumas notas fumadas e algumas mais terrosas. Na boca surge gordo, corpulento, a encher a boca, com muita fruta, acidez fina e longo comprimento final. Principal nota de destaque para a delicadeza deste vinho.

O Veredicto: Quinta de S. João Syrah 2007 (aqui a escolha não foi tão directa. Entre os Quinta de S. João, o 2007 pareceu-me o que mais garantias me dava a longo prazo; por outro lado, o Torbreck encantou-se com a sua leveza e finura)

Passámos para a etapa seguinte com:

Quinta de S. João Syrah 2009
Cor rubi, média concentração, aspecto limpo. Aromas intensos a fruta vermelha e preta bem madura, ligeiro compotado, guloso, com notas bem medidas de cacau, alguma baunilha e especiaria, e uma madeira que se sente, mas que não se liga. Harmonia. Boca pujante de vida, impetuoso, grande fruta, frescura e acidez. Será de contar com este para muitos anos. Não o considero o melhor deste dia, mas será sem dúvida aquele que me parece terá o maior potencial.

Domaine Jamet Côte-Rôtie 2009
Cor rubi, com nuances violeta escuros, concentrado. Aromas intensos a fruta vermelha madura, fruta silvestre e de árvore preta, alguma redução, presença de fumados e novamente o perfil terroso. Na boca surpreende com frescura, boa fruta, acidez equilibrada, com final de boca com notas vegetais subtis. Final longo.

O Veredicto: Quinta de S. João Syrah 2009 (influenciado pelo que espero dele no futuro e tendo em conta um perfil mais "doce" do Jamet)

Seguimos então a prova com mais três vinhos que continuaram a surpreender pela positiva. Não será demais relembrar que este é um produtor de uma região menos amada pelo consumidor, mas que a cada dia que passa mais convicto fico de que será um dos Grandes Produtores de vinho em Portugal

2 Worlds 2009 Reserva
Cor rubi, concentrado, nuances violetas no bordo do copo e aspecto límpido. Nariz exuberante, muita fruta vermelha madura, notas vegetais bem ligadas e toque especiado a compor.  Boca macia, redondinho, com continuidade da fruta vermelha madura, equilibrado e de final longo e elegante.

2 Worlds 2009 Premium
Cor rubi escura, concentrado, opaco, direi mesmo retinta. Aspecto límpido e sólido. Aromas intensos a fruta vermelha e preta madura, notas de redução bem ligadas com a madeira. Na boca está um portento, mastigável, gordo, com uma fruta deliciosa, apetece começar a trincar. Algo cru, mas que já encanta e com mais uns anos de garrafa será sem dúvida a não perder.

Alqueve 2009
O SE surge em pézinhos de lã, mas, no final acaba por conquistar os presentes. Cor rubi, directa e de aspecto límpido. Aromas perfumados, fruta silvestre madura, toque a compota, licor e redução, tudo a puxar pela nossa curiosidade, complexo e cativante. Na boca mostra equilibrio, estrutura, fruta bem doseada, de grande delicadeza e elegência. Um final persistente, fresco e elegante.

Todos este vinhos acompanharam depois à mesa uma sopa de pedra "fabulástica" e provaram serem também excelentes escolhas para fazer companhia a este prato tão tradicional. A ligação do bom vinho, boa  gastronomia e boa companhia fazem momentos como o deste dia.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pinhal da Torre: Visita à Quinta de São João

No passado dia 19 de Novembro, a convite do produtor Paulo Saturnino Cunha, tive o prazer de fazer parte do grupo que visitou a Quinta de São João, em Alpiarça. No centro do Ribatejo, localizam-se as duas quintas da Pinhal da Torre: a Quinta de São João com 22 hectares e a Quinta do Alqueve, com uma ocupação de 36 hectares. Na Quinta de São João é concentrada toda a produção de vinhos numa adega histórica que, construída em 1947, é referência em toda a região. A Filosofia desta casa prima pela alta qualidade e forte personalidade dos seus vinhos, algo que está bem patente nas três palavras que nos podem acompanhar numa visita ao site da Pinhal da Torre: Pureza, Elegância e Personalidade. 
 
Fomos recebidos e acompanhados pelo próprio Paulo Saturnino Cunha que nos guião numa viagem comentada por todo o complexo. Desde os antigos e únicos lagares dispostos logo à entrada, passando pelo mais modernos de inox, pela área de engarrafamento, rotulagem e aprovisionamento, descendo à adega está actualmente em fase de remodelação pelo renomado arquitecto Isay Weinfeld, que irá transformar o espaço numa adega singular, que incluirá também um restaurante e uma loja de vinhos.
 
 Fomos de seguida para a zona de provas, onde começamos pelos actualmente disponíveis no mercado até uma prova dos que aí vêm do ano de 2009 já com o dedo do Enólogo Russell Burns.

Quinta do Alqueve Fernão Pires 2010 (Branco): Cor citrina pálida, brilhante, e de aspecto límpido. Aromas intensos a fruta exótica como do ananás e o citrino da lima, muito directo e fresco. Boca com acidez refrescante, meio seco, com continuidade da fruta revelada no nariz. Boa persistencia e elegante.
85/100

Quinta do Alqueve Chardonnay 2010 (Branco): Cor citrina, clara e cativante. Aromas a fruta citrina, algum alperce e demais fruta doce, sem madeira, muito limpo. Boca com frescura, com acidez em bom nível, com presença da fruta, equilibrado e persistência final de média duração
80/100

2 Worlds 2010 (Branco): Um branco já com passagem por madeira, de cor citrina, límpido e revelando ligeiros esverdeados. Aromas mais discretos a fruta tropical, leves fumados e maior complexidade que os anteriores. Boca com alguma untuosidade, mais cheio, mantendo todavia uma frescura muito interessante. Final de boca longo, persistente e marcante.
86/100  
Quinta do Alqueve Reserva 2008 (Tinto): Apresenta cor rubi, com ligeiros violetas no bordo do copo. Aromas com muita fruta madura, revelando frescura, ligeiros fumados, jovem mas já com alguma complexidade e equlibrio. Boca gulosa, cheio, revelando fruta limpa e com valor gastronómico. O primeiro tinto subiu desde logo a expectativa para os seguintes.
88/100 

Quinta de São João 2008 (Tinto): Dentro do mesmo segmento que o anterior, com um rubi mais fechado e concentrado, denotando uns violetas mais carregados. Aromas igualmente com muita fruta, fumados, algum chocolate e boca também muito prazeirosa, com boa fruta, frescura e equilíbrio. Final de média duração.
88/100

Quinta do Alqueve Touriga Nacional 2008 (Tinto): A Touriga Nacional aparece aqui muito bem representada. Cor rubi, correcta, límpida e atraente. Aromas a fruta vermelha e preta madura, notas florais e especiadas, perfume muito delicado. Na boca revela-se muito frutado, limpo, com boca larga, muito equilibrado e seguro. Boca persistente e com frescura. 
89/100 

Quinta do Alqueve Touriga Nacional / Syrah 2008 (Tinto): O casamento com a Syrah apenas veio melhorar o conjunto. A cor rubi avermelhado muito límpida serve como primeiro chamamento. No nariz a intensidade da fruta, bem mesclado com ligeiro vegetal, delicioso terroso, tudo muito bem trabalhado e composto finalizado de forma elegante e comprida.
90/100 

Quinta de São João Syrah 2008 (Tinto): O último dos rotulados foi para mim uma surpresa pela positiva. Que vinho. uma boca farta, cheia, com a fruta no ponto certo, o nível de acidez perfeito e revelando-e muito fresco. Ainda não está perfeito mas esperem mais um ano ou depois e depois convidem-me para um copo... ou dois.
92/100 
Quinta do Alqueve Touriga Nacional 2009 (Tinto): Wow... This isn't bottled yet? Apesar de apenas referir a casta Touriga Nacional este conta com uma mínima percentagem de Merlot. Este é sem dúvida um degrau acima do seu irmão de 2008. Intenso aromaticamnete. Mais harmonioso e mais elegante. E apenas prova de barrica.
 90/100

Quinta de São João Syrah 2009 (Tinto): Alta qualidade. Um primeiro impacto com algum vegetal, demonstrando muita força, pujante e intenso. A fruta de qualidade está presente na dose certa, com muita frescura, muito equilíbrio e duradouro. Será mais um a ter de contar à mesa, com boa gastronomia e com a certeza de que mais uns anos em garrafa apenas lhe irão fazer bem.
91/100 

Quinta de São João Grande Reserva 2009 (Tinto): Este deixou-me de boca aberta, ou melhor, bem fechada para aproveitar cada gota deste delicioso néctar. Composto por um blend de Syrah, Touriga Nacional e Merlot, o resultado é um vinho com uma estrutura acima da média, muito equilibrado e com uma frescura enorme. Como se nota o tal dedinho de Russell.
93/100 

Special 2009 (Tinto): Se o anterior classifiquei com sendo um vinho de 5 estrelas, aqui perdi-me complemente. Mais uma vez a Syrah, a Touriga Nacional e a Merlot (em barricas novas) a mostrarem um potencial de outro mundo nas mãos deste enólogo. Que vivacidade, elegância e frescura extraordinárias. Que nos reservará esta amostra de barrica com algum tempo de descanso em garrafa? Sem dúvida um dos grandes vinhos desta casa.
94/100
Final da prova de vinhos, inicio do repasto gastronómico constituído pelo saboroso porco no espeto acompanhado por muito boa conversa e claro, vinhos da Pinhal da Torre.