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terça-feira, 8 de dezembro de 2020

O Riesling em Portugal: Prova Temática

A
casta Riesling, com origem alemã, mas com produções também relevantes em França, Áustria e mesmo Austrália, é das castas brancas com mais apreciadores no mundo, despertando paixões tanto em quem a bebe, como também em quem a produz, revelando ser, na verdade, uma casta de perfil internacional e com potencial de produção muito para lá dos terroirs mais conhecidos e reconhecidos como os de eleição para fazer sobressair o verdadeiro potencial da mesma. 
As videiras de Riesling mostram uma adaptabilidade às diferentes condições atmosféricas notável, sendo que, resiste tanto a condições de baixas temperas extremas, como a temperaturas elevadas. Uma verdadeira globetrotter que recolhe o que cada terroir lhe pode fornecer e produz vinhos diferentes em cada um deles. 
Os perfis produzidos vão do extremamente seco ao extremamente doce, sendo possível fazer esta viagem de extrema secura à extrema doçura muitas vezes no mesmo produtor, com graus alcoólicos que podem começar nos 7º e que podem ir até aos 15º e que aromaticamente podem produzir vinhos com aromas a fruto citrino, fruto de caroço e de pomar e também conduzir às notas de petróleo, grafite, pedra de isqueiro e outros. O seu potencial de envelhecimento é enorme e muitas vezes com o passar dos anos mostra a sua verdadeira riqueza e complexidade. 
Em Portugal, onde os vinhos produzidos 100% a partir da casta Riesling representam apenas uma minúscula fatia dos monocastas produzidos, o consumo e a procura ainda não é generalizada. Parece ser um estranho privilégio de um grupo muito pequeno de consumidores que a ela se renderam de forma incondicional. Evidente que não deixo de pensar o quanto estão a perder todos aqueles que ainda não tiveram o prazer de provar um Riesling e que tal razão pode muito bem ser o facto de se pensar ser um vinho caro para o risco de dar o passo para o desconhecido, que nem sequer o nome se consegue perceber ou dizer ou que simplesmente é um vinho estrangeiro e que desconhece a existência de Riesling feito em Portugal. 
Se esta era a desculpa principal venho com esta prova temática apresentar 11 razões para começar a aventura no Riesling, informando desde já que pode acontecer transformar-se numa aventura sem fim e extremamente viciante. Dos poucos Riesling produzidos em Portugal consegui reunir 11 vinhos de diferentes produtores, diferentes regiões e diferentes perfis. Regiões como a Beira Interior, Tejo e Lisboa como as que parecem apostar mais na casta, mas também com referências produzidas no Douro, Alentejo, Távora-Varosa ou Trás-Os-Montes que começam, e bem, a plantar e a produzir Riesling. 
Na prova cega efetuada foi inevitável procurar encontrar pontos de ligação aos perfis que mais conheço de Riesling francês, alemão e austríaco. Acidez, nervo, tensão, elegância e frescura como propriedades basilares. A nível aromático procurando também os descritores mais habituais da casta, seja ele de estilo mais seco ou mais doce. No final, a perceção que o Riesling em Portugal tem uma palavra a dizer. Há pouco, mas bom, direi mesmo muito bom. Sem problemas afirmo que me surpreendeu pela positiva e que vivi o resultado da prova com o natural entusiasmo de quem percebe que temos Riesling.
 
MUXAGAT RIESLING 2017 BRANCO | DOURO | 8,5% | PVP 12€
RIESLING
MUXAGAT VINHOS, LDA
Cor amarelo citrino aberto, ligeira tonalidade esverdeada,  aspecto jovem e límpido. Aromaticamente elegante, retilíneo, com a presença da fruta citrina, de polpa amarela e pera rocha muito bem ligada com toque petrolado, pedra lascada. Boca com textura e cremosidade, acidez fina, a secar gradualmente o palato ao mesmo tempo que nos brinda com um singular adocicado perfeito, integrado, harmonioso, tudo com muita elegância e frescura e com final de boca longo.
 
QUINTA DE SANT'ANA RIESLING 2018 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP 15€
RIESLING
QUINTA DE SANT'ANA DO GRADIL, LDA
Cor amarelo citrino, aberto, tonalidade esverdeada, aspecto límpido e jovem. Nariz elegante e retilíneo, fruta citrina, lima, toranja, bergamota e alguma de caroço como a pera rocha, traço salino, pedra partida. Boca com textura, acidez vibrante, cheia de nervo, a secar o palato, com a fruta citrina bem sumarenta e um final de boca que parece não querer terminar.
 
BEYRA RIESLING 2018 BRANCO | BEIRA INTERIOR | 13% | PVP 10,90€
RIESLING
RUI ROBOREDO MADEIRA VINHOS, SA
Cor amarelo citrino, aberto, brilhante, aspecto limpo e jovem. Nariz contido a inicio, elegante, com a fruta citrina na dose certa, lima, toranja, tangerina, ligeiro roque adocicado, mel com chá de limão, pedra lascada. Boca com textura, seco, bem seco, muito limonado, com boa tensao, fruta sumarenta, longo, final persistente e saboroso.
 
CASAS ALTAS RIESLING 2018 BRANCO | BEIRA INTERIOR | 13% | PVP 10,95€
RIESLING
JOSÉ MADEIRA AFONSO
Cor amarelo citrino, aberto, intenso, aspecto límpido e jovem. Mostra elegância aromática, fruta citrina madura, lima e toranja, alguma nota fumada, grafite, petrolados em fundo, perfil fresco. Boca com acidez crocante, sequinho, mais uma vez mostrando a fruta citrina num plano muito bom, sumarenta e acidula, terminando longo e elegante.
 
COLECÇÃO PRIVADA DOMINGOS SOARES FRANCO RIESLING 2019 BRANCO | IVV | 12,5% PVP 9,90€
RIESLING
JOSÉ MARIA DA FONSECA VINHOS, SA
Cor amarelo citrino, tonalidade esverdeada, brilhante, aspecto límpido e jovem. Aromas elegantes, com finess, fruto citrino, toranja e bergamota, alguma pera rocha verde, perfil fresco. Boca com secura fina, ligeito apontamento doce, muito em fundo, seco, citrino, não se mostra apenas pela força, mas antes pela finess, alguma volume e largura, com final de boca longo.
 
ADEGAMÃE LATE RELEASE RIESLING 2015 BRANCO | LISBOA | 12,5% | PVP 14,50€
RIESLING
ADEGAMÃE SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
Cor amarelo com tonalidade dourada, intenso, ainda ser marcado em demasia, aspecto límpido. No nariz notas de laranja madura, toque de mel, petrolados em fundo, um pouco escondidos, alguma pedra lascada. Na boca mostra acidez acutilante, a secar por completo o palato, muito citrino, toque vegetal, mais intenso no final, final de boca longo e persistente.
 
CASA CADAVAL RIESLING 2016 BRANCO | TEJO | 12% | PVP 18€
RIESLING
CASA CADAVAL INVESTIMENTOS AGRÍCOLAS, SA
Cor amarelo definido, intenso, tonalidade esverdeada ainda visível, aspecto límpido e jovem. Aromaticamente contido, com fruta citrina em destaque, lima, toranja, bergamota, nota vegetal, couve acabada de cortar, traço petrolado ténue. Boca com acidez equilibrada, adocicado leve, corpo mais quente e gordo, fruta sumarenta, polpa amarela e citrino, boa amplitude de boca e final longo. 

MARCOS HEHN RIESLING 2018 BRANCO | TÁVORA-VAROSA | 13,5% | PVP 11,56€
RIESLING
HEHN & MEIRELES, LDA
Cor amarelo citrino, intenso, tonalidade esverdeada. Aromaticamente elegante, fruta citrina bem delineada, leve tropical, maracujá e notas de folha de figueira, lado a lado com traço mineral. Boca com secura fina, acidez acutilante, fruta citrina, bergamota, boa tensão e comprimento, nota vegetal, final persistente.
 
VALE DE LOBOS RIESLING 2017 BRANCO | TEJO | 12,5% | PVP 7€
RIESLING
SOCIEDADE AGRÍCOLA DA QUINTA DA RIBEIRINHA, LDA
Cor amarelo citrino, tonalidade esverdeada com pouca concentração, aspecto límpido e jovem. Nariz onde pontuam aromas levemento petrolados, alguma couve acabada de cortar, citrino verde, mineral, elegante. Boca com boa secura, gradual, muito citrino, sumarento, saboroso, harmonioso e com final de boca longo.
 
QUINTA DE ARCOSSÓ RIESLING 2019 BRANCO | TRÁS-OS-MONTES | 12% | PVP 11,75€
RIESLING
QUINTA DE ARCOSSÓ SOC VITIVINÍCOLA, LDA
Cor amarelo citrino aberto, ligeira tonalidade esverdeada, aspecto jovem e límpido. Aromas delicados a fruta citrina, lima, alguma fruta de pomar madura, perfil leve e fresco. Boca com perfil doce, acidez equilibrada embora a pedir um pouco mais de nervo e tensão, fruta sumarenta, limonada, final de boca longo.
 
QUINTA DOS TERMOS RIESLING 2019 BRANCO | BEIRA INTERIOR | 13% | PVP 8€
RIESLING
QUINTA DOS TERMOS, LDA 
Cor amarelo citrino intenso, tonalidade esverdeada, aspecto jovem, límpido e brilhante. No nariz aromas a mostrar elegância, com fruta citrina madura, limonado presente, ligeira nota de grafite, algum fumado, traço mineral fresco. Boca com algum volume e cremosidade, bem equilibrado com acidez limonada, sumarenta, com boa secura, conjunto equilibrado, com final de boca longo.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Provas | A Frescura Única dos Vinhos Verdes

O vinho verde está cada vez melhor. Os produtores têm brindado o consumidor com vinhos com cada vez maior qualidade, sejam eles feitos 100% a partir da casta Alvarinho ou de blend, mostrando a frescura única dos Vinhos Verdes para os dias mais quentes, como também mostrando a versatilidade do mesmo para consumo em todos os meses do ano. Para além disso, revelam também uma capacidade extraordinária para bem envelhecer.
O  tema para esta altura do mês é mesmo esse. Dê uma espreitadela no site Enólogo Chef Continente em mais uma publicação acerca do mundo do vinho.
"(...)O Vinho Verde é único no mundo. A sua frescura vibrante, a elegância e leveza, a expressão aromática e gustativa, com destaque para as suas notas frutadas e florais, são as características que definem e diferenciam o Vinho Verde de todos os outros tipos de vinho. [+].

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Provas | A Temperatura Dos Vinhos No Verão

Ainda hoje me aconteceu. Bastou a temperatura subir um pouco e o tinto que escolhi para a minha refeição já teve de ir uns minutos para o frigorífico pois estava quente. Aquela sensação morna e plana do vinho. Parece que ficou ao sol, mas não ficou. Atrasou-me um pouco o repasto, mas ao menos tive todo o prazer ao beber o vinho na sua temperatura correcta. Partilha da mesma opinião? Discorda? Vamos a mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente?
"(...)Quando falo acerca de temperatura de serviço dos vinhos ainda é muito habitual ouvir a resposta pronta de que se devem servir sempre à temperatura ambiente. Torço de imediato o nariz. Para além de já sabermos que este quase ditado popular não ser para seguir à risca, também sabemos que conforme a estação do ano ou mesmo o tempo que se faz sentir, os vinhos devem ser servidos a uma temperatura diferente. (...)" continuar a ler [+].

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Fernão Pires | A Casta Mais Expressiva do Tejo

A casta Fernão Pires, também conhecida noutras regiões como Maria Gomes, Gaeiro e Molinho, é a casta branca mais cultivada em Portugal, com maior incidência nas regiões do Tejo e da Bairrada. É, sem dúvida, a casta mais expressiva da Região Vitivinícola do Tejo, sendo amplamente utilizada na produção de vinho branco, a solo ou em lotes.
No copo apresenta-se jovem, de aroma frutado e floral, tem uma acidez baixa e resulta num vinho pouco alcoólico. É extremamente versátil já que está presente na composição de vinhos brancos, frisantes e licorosos, e nas colheitas tardias desta região vitivinícola.

Em dia de muito calor e com vista privilegiada sobre o Rio Tejo desde o varandim da Casa da Fundação Passos Canavarro, .Luís de Castro, Presidente da CVR Tejo, e João Silvestre, Director Geral da CVR Tejo, fizeram uma pequena apresentação da região do Tejo a anteceder uma prova didáctica da casta Fernão Pires de vinhos produzidos na região e liderada pelos Enólogos da Quinta da Alorna e Quinta da Lagoalva, Martta Simões e Diogo Campilho respectivamente.

 Em primeiro lugar, a casta foi enquadrada nos três terroirs existentes na região do Tejo. Terroirs completamente diferentes e que produzem vinhos completamente diferentes. O Rio Tejo desempenha aqui um papel principal sendo que na sua margem direita, imediatamente após os terrenos de aluvião, temos o terroir do Bairro, onde prevalecem os solos argilo-calcários e os solos xistosos, sendo a produção preferencial para vinhos tintos; depois, o Campo, ou a Lezíria do Tejo. Área da região afectada por inundações periódicas das águas do Tejo responsáveis pela elevada fertilidade do solo das extensas planícies circundantes, onde predomina a produção de vinho branco, sobretudo os que são feitos a partir da casta rainha desta região, a Fernão Pires, o vinho rosé, frisante, licoroso, espumante e colheita tardia; por último, na margem esquerda do Tejo e, imediatamente após os terrenos de aluvião, a Charneca, dominada pelos solos arenosos e menos férteis, factor esse que, ao estar associado a temperaturas mais elevadas do que nas outras duas zonas desta região vitivinícola, acelera a maturação da uva. Aqui são colhidas as uvas utilizadas na produção de vinho branco, tinto, rosé, espumante, licoroso e colheita tardia.
Depois a prova do nove. Foram provados nove vinhos principalmente da última colheita, dos três terroirs e previamente escolhidos pela Martta Simões e pelo Diogo Campilho. Os descritores da casta estavam presentes, mostrando grande acidez e frescura. Embora ainda sem estarem acabados, revelaram potencial enquanto vinhos brancos jovens diferentes.

Depois seguiu-se a prova de quatro vinhos com alguma idade, onde apesar de todos eles terem conseguido mostrar o potencial de bom envelhecimento dos brancos feitos na região a partir da casta Fernão Pires, se destacou, na minha opinião, o Garrafeira Particular das  Caves Dom Teodósio de 1983. Que chapada! Mais de 30 anos de um branco e ainda cheio de vida, acidez e a causar aquilo sorriso no canto da face que só as coisas boas nos conseguem arrancar.

Para o final ficaram os colheitas tardia. Bridão 2016, Falcoaria 2014 e Quinta da Alorna 2010 foram ao copo e mais uma vez a casta Fernão Pires mostrou-se em grande plano.
Esta foi uma acção que devo aplaudir. Excelente a nível didático, revelando mais acerca da região e acerca de uma casta, por vezes mal entendida, e que mostrou ser Rainha no Tejo.

sábado, 24 de março de 2018

Provas | Comprar Um Vinho Que Não Se Conhece

Das coisas que gosto de fazer sempre que vou a uma garrafeira ou a um supermercado. Procurar por vinhos que não conheça. Principalmente das regiões menos compradas, com castas diferentes ou nomes diferentes. Costumam comprar vinho que não conhecem? Vamos a mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente?
"(...)No domingo passado comprei um vinho que desconhecia por completo. No hipermercado reparei nele na prateleira dos vinhos dedicados às regiões da Bairrada, Dão e Beira Interior. É uma secção para três regiões que por vezes passa despercebida, mas são regiões que costumam produzir vinhos de elevada qualidade. Por isso, nunca passo sem deitar o olho para ver o que por lá anda. (...)" continuar a ler aqui.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Provas | O Dia Do Pai Pede Um Bom Vinho

O Dia do Pai é hoje e em todos os restantes dias do ano. Mas hoje tem aquele toque, brilho especial e é preciso mão certa para escolher o vinho correcto. Que seja especial| Vamos a mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente?
"(...)De todos os dias especiais ao longo do ano muitos são aqueles que à partida sugerem a abertura de uma garrafa de vinho. Somos (os portugueses) muito facilmente levados a juntar a boa comida, os vinhos e os amigos à volta de uma mesa sempre que a oportunidade espreita. (...)" continuar a ler aqui.

sábado, 25 de novembro de 2017

Provas | Vinho Colheita Tardia

O que é doce nunca amargou e este tipo de vinho, geralmente doce, é um daqueles vinhos que até o mais tradicional dos bebedores quererá provar um dia. Não precisa de muita explicação. Atrai pela cor, convence pela equilibrada sensação de doce na boca. Imperdível. Assim sendo, vamos a mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente?
"(...)Estes vinhos são geralmente doces e atraem visualmente pela sua cor com nuances de amarelo dourado, intenso e brilhante. Vêm habitualmente em garrafas de meio litro ou ainda de menor quantidade pois a sua produção é bastante limitada. De uma forma muito simples e direta, um vinho colheita tardia é resultado de uma vindima feita mais tarde que o normal, num momento em que o bago já terá perdido grande parte da água de que é composto e terá sido atacado por um tipo de fungo chamado botrytis Cinerea a que normalmente se chama de podridão nobre.(...)" continuar a ler aqui.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Provas | Os Vinhos Mais Caros São Sempre Os Melhores?

A eterna questão do preço do vinho e da sua qualidade. A verdade é que é difícil de deixar de assim pensar quando queremos apontar ao primeiro factor de distinção para a qualidade ou para a qualidade que pensamos ter determinado vinho. Quantas vezes já nos aconteceu alguém perguntar "Esse vinho é bom?" e ouvir como resposta " Não sei, mas como é caro de certeza que é bom."? Pois é. Vamos a mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente?
"(...)Quantas vezes precisamos de comprar um vinho para um momento que queremos ou que julgamos ser especial e o primeiro factor de distinção que encontramos para este patamar é o preço elevado? Pelo menos que seja mais caro do que aquele que habitualmente bebemos e que nos dá tanto prazer, mas que na hora de se tentar brilhar e de partilhar um vinho o escondemos em jeito envergonhado e o substituímos por outro apenas pelo seu valor monetário.(...)" continuar a ler aqui.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Provas | A Cor das Vinhas em Setembro

Estamos já em pleno mês de Outubro, mas as vinhas continuam com as cores de Setembro. Lembro-me delas um pouco mais despidas nesta altura, mais cansadas pela chuva e pelo frio. Este ano temos estas cores de por do sol até mais tarde e há que aproveitar a sua beleza. Faça uma visita a um produtor e confirme o que escrevi em mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente.
"(...)A cor das vinhas em setembro não é igual à cor das vinhas nos restantes meses do ano. Para além das tonalidades mais final de verão e com o outono a bater à porta, a vinha enche-se de vida com o momento para o qual todos quantos nela trabalham ao longo do ano anseiam. A Vindima é o chegar praticamente ao final de uma longa viagem de comboio, com muitas paragens e apeadeiros, repleta de histórias para contar, de tropelias, de acidentes e de momentos de alegria. É o momento de colher a uva, de lhe ver ao cor, de lhe sentir o cheiro e de provar a sua doçura.(...)" continuar a ler aqui.

domingo, 10 de setembro de 2017

Provas | Vinho Branco, Uvas Brancas?

Como seria bom que algumas coisas fossem tão directas como se pensam que são. Vinho branco? Uvas Brancas. Vinho Tinto? Uvas tintas. Nada mais simples. Mas afinal não é bem assim e há uma explicação muito clara para tal facto. Quer saber porquê? asta ler mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente no qual se podem juntar a mim nesta ligação.
"(...)Se o vinho é branco então as uvas que lhe deram origem são necessariamente brancas. Certo? Errado. Talvez nunca tenha pensado nisso, mas um vinho branco pode muito bem ser feito utilizando as castas tintas. Excluímos, à partida, as castas tintas tintureiras, ou seja, como o próprio nome indica, que dão por si só cor e que tanto a sua película, como a sua polpa são de cor tinta. A partir daqui é sempre possível fazer um vinho branco utilizando as uvas ditas tintas.!(...)" continuar a ler aqui.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Provas | Vinho e Verão. Qual a ligação?

Finalmente o verão. O sol, a praia, o descanso, as noites "mais compridas", o calor, o cheiro a mar, a areia e... o vinho. Mais uma publicação no site Enólogo Chef Continente no qual se podem juntar a mim nesta ligação.
"(...)O verão acabou de chegar e os momentos descontraídos e de partilha com a família e amigos multiplicam-se. Fator em comum: os dias compridos e de calor. No copo pede-se algo que combata o valores elevados da temperatura e ao mesmo tempo vinhos que casem com o que nos vai passando pelo prato. Vinho e verão, haverá ligação?(...)" continuar a ler aqui.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Provas: O Charme Dos Vinhos Com Idade

Cada ruga é marca de saber, de vivência, da passagem do tempo e da vida. O vinho, tal como qualquer outro ser vivo, também é afectado pela passagem dos segundos, pelo tic-tac apressado e ininterrupto do relógio.  Transforma-o, dá-lhe carácter, personalidade e, em alguns casos, muito charme. Mais uma publicação que escrevi no site Enólogo Chef Continente no qual podem juntar-se a mim nesta forma de pensar o vinho com idade.
"(...)No vinho, como na nossa vida, podemos aplicar o mesmo termo quando falamos de vinhos com idade. E não estou apenas a referir-me aos vinhos do Porto e outros fortificados. Os brancos e tintos entram cada vez mais nesta equação e exercem sobre o enófilo mais desprevenido um encanto, atracção ou mesmo sedução que é impossível ignorar.(...)" continuar a ler aqui.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Provas: O Vinho Para a Garrafeira Caseira

Saber com que vinho fazer nascer uma garrafeira lá em casa é sem dúvida uma das questões com que qualquer enófilo se preocupa. Se apenas compra brancos ou tintos, se compra jovens ou se com mais idade, o que vale a pena guardar ou o que é para beber num curto espaço de tempo. Mais uma vez, algumas dicas que deixo no site Enólogo Chef Continente que podem ajudar em algumas dúvidas.
"(...)Quantas vezes acontece ir comprar uma garrafa de vinho à pressa devido a uma visita inesperada ou a uma jantarada combinada à última da hora? Olhar para a despensa ou para a garrafeira e perceber que está vazia ou que nenhum dos vinhos na mesma se adequa à ocasião. Na urgência do momento, a escolha pode não ser a mais acertada quer a nível de qualidade, como a nível de diversidade e, mais importante, preço.(...)" continuar a ler aqui.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Lagar de Darei | Um Dão de Familia

Situada na pequena aldeia de Darei, em Mangualde, este pequeno produtor do Dão aposta em vinhos que sejam expressão pura do terroir desta região. Vinhos de família, que não seguem as modas que surgem um pouco por todo o lado, que tentam ser o mais autênticos e genuínos possível e com um cunho e personalidade muito próprios.
Comecei por conhecer este produtor pelos seus brancos. Um Private Selection 2011 (Se não me engano), provado em plena Assembleia da República, que me encantou os sentidos, marcou-me o nome na memória. Ainda com um rótulo estranho, mas também ele muito próprio e que agora deu lugar à actual imagem, mais moderna e principalmente mais perceptível.

As novidades foram agora provadas, na Garrafeira Delidelux, com a presença de Carlos e Inês Ruivo, filhos de José Machado Ruivo que em 1997 decidiu lançar-se no sonho da produção de vinho. 

LAGAR DE DAREI 2013 BRANCO | DÃO | 12,5 % | PVP 5€
ENCRUZADO, MALVASIA FINA, CERCEAL, BICAL, GOUVEIO
VINHOS DE DAREI, LDA
Cor amarelo citrino, aspecto límpido. Aromas citrinos,boa mineralidade e alguma palha seca. Na boca mostra que está pronto a beber e a dar prazer. Equilibrado, perfil frutado e fresco, com boa acidez e bom comprimento final.  

LAGAR DE DAREI PRIVATE SELECTION 2012 BRANCO | DÃO | 13,5 % | PVP 9€
MALVASIA FINA, CERCEAL, BICAL, VERDELHO, ARINTO, ENCRUZADO
VINHOS DE DAREI, LDA
Cor amarelo citrino com esverdeados leves. No nariz destacam-se as notas florais num bouquet onde também aparecem os citrinos e os frutos de caroço envoltos num fundo bem ligado com as notas de estágio em barrica, neste caso grandes balseiros de madeira. Boca com volume e complexidade, traço mineral definido, muita fruta tropical e final e boca persistente. Ainda novo, mas a mostrar ser continuidade dos anteriores.
 
LAGAR DE DAREI 2011 TINTO | DÃO | 12,5 % | PVP 5€
TOURIGA NACIONAL, JAEN, TINTA RORIZ, ALFROCHEIRO
VINHOS DE DAREI, LDA
Cor rubi de média concentração, violetas  definidos e aspecto limpo. No nariz sente-se o floral da Touriga, bem ladeado por algumas notas frescas mais vegetais e traço mineral a carregar na frescura do conjunto. Surge na boca com grande frescura, polido e preparado para o copo. Uma boa escolha para a mesa numa escala de preço até 5€.

LAGAR DE DAREI  SEM ABRIGO RESERVA 2011 TINTO | DÃO | 13,5 % | PVP 9€
TOURIGA NACIONAL, JAEN, TINTA RORIZ, ALFROCHEIRO
VINHOS DE DAREI, LDA
Um Sem Abrigo novidade da Casa de Darei, sem estágio em madeira, com pisa a pé em lagar e com cerca de 18 meses em lagar de cimento/pedra.Um conjunto cheio de frescura, fruta, notas florais e vegetal pimento. Harmonioso e equilibrado, arestas polidas e pronto a beber. Fico curioso com a sua evolução, no manter desta frescura tão mineral. Boa surpresa.

LAGAR DE DAREI  RESERVA 2011 TINTO | DÃO | 12,5 % | PVP 11€
TOURIGA NACIONAL, JAEN, TINTA RORIZ, ALFROCHEIRO
VINHOS DE DAREI, LDA
Cor rubi concentrado, violetas escuros e de aspecto limpo. Nariz complexo, com fruta preta madura, notas frescas do bosque, um certo cacau, tostado leve e frescura. Na boca não desilude. Mostra-se cheio de vida, pronto para ser bebido, acidez em equilíbrio com um frutado denso,  madeira bem ligada e final de boca longo e persistente. Gostei!

JOSÉ 2004 TINTO | DÃO | 14,5 % | PVP 35€
TOURIGA NACIONAL, JAEN, TINTA RORIZ, ALFROCHEIRO
VINHOS DE DAREI, LDA
Um vinho de celebração e de homenagem ao Pai da Casa de Darei e ao 15 anos desde a primeira vindima. Um vinho especial , que apesar de ser uma reedição do Grande Escolha de 2004, não deixa de ser um tributo ao projecto familiar. 
Visualmente mostra um rubi avermelhado, ainda pouco batido pelos anos. Nariz expressivo, continuando com boa fruta vermelha madura, notas de cacau, especiarias e um balsâmico fresco muito interessante. Vão aparecendo já aqueles toques de fumado, caixa de charuto sempre num fundo muito fresco. Na boca comprovo o que até agora se foi antecipando. Um tinto em grande forma apesar do passar dos anos. Vivo  e elegante, a dar verdadeiro prazer a beber e a puxar os nossos sentidos para um prato de comida.

Primazia ao autêntico. Vinhos cheios de frescura, cheios de fruta, com pouca máscara de madeira e muita mineralidade e personalidade. Já seguia, vou continuar a seguir.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Quinta do Ortigão | Da Bairrada Com Elegância

A Quinta do Ortigão está localizada mesmo no centro de Anadia, tanto que até parece estranho que no meio de um circuito urbano, entre rotundas, casas e super mercados se possa na curva seguinte encontrar um produtor de vinho.

Apenas em 2001 se começou a produzir vinho de quinta, com o criar de condições para uma produção moderna assente num conjunto de castas que desde há quatro gerações vinham sendo aposta para que se pudesse produzir um dia vinhos de qualidade, em particular, Espumantes de qualidade.  O Enólogo escolhido foi o bem conhecido Osvaldo Amado que aqui tem conseguido deixar a sua marca.

Após uma visita à adega e às instalações da Quinta, lugar a uma pequena conversa com Pedro Alegre e com Ana Lemos acerca da história da produção de vinho na Quinta do Ortigão. Tempo suficiente para perceber a grande paixão que os move, para perceber o grande orgulho que há em Augusto Brandão Alegre, primeiro homem a produzir espumantes em Portugal, e que começou este projecto e em toda a família em volta do projecto. 

Seguimos então para a prova dos vinhos da casa. Apenas um tinto e uma novidade com o nome de Vindima tardia. Uma aposta, na minha opinião, à qual se deve dar seguimento. Diferente do habitual, facilmente ganhará o seu espaço.
Destaco ainda a imagem adoptada para vestir as garrafas. Excelente escolha. Simples e directa, mas com algo de sofisticado que faz com que chame a atenção, com que reparemos nelas.

QUINTA DO ORTIGÃO 2013 BRANCO | BEIRA ATLÂNTICO | 13% | PVP 4,98€
ARINTO, BICAL
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
84 / 100
Cor amarelo citrino, aspecto limpo e brilhante. Aromas citrinos,bastante maça verde, traço mineral, fresco e directo. Na boca continua fresco, boa acidez, estaladiço, fruta fresca, maçã verde e com boa persistência final. Uma boa aposta para peixe branco grelhado ou marisco cozido.

QUINTA DO ORTIGÃO 2013 BRANCO | BEIRA ATLÂNTICO | 13% | PVP 6€
SAUVIGNON BLANC
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
86 / 100
Cor amarelo citrino, aspecto novo e brilhante. No nariz o Sauvignon está cá, não tão massudo e frutado, mais mineral, elegante e fresco. Boca com acidez equilibrada, muita finess, elegância  e um final de boca longo. Só ou com uma ementa à base de peixe, marisco e carnes brancas.

ESPUMANTE ORTIGÃO BRUTO BRANCO | BEIRA ATLÂNTICO | 12% | PVP 4€
BAGA, ARINTO, BICAL, MARIA GOMES
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
84 / 100
Um espumante com uma relação qualidade-preço fantástica. Fresco, leve e directo. Cor amarelo citrino, com bolha fina e persistente. Nariz com fruta verde, maças, limonado, fresco. Na boca com uma espuma cremosa fina, acidez equilibrada, continuação de frescura e final que nos limpa o palato.

ESPUMANTE QUINTA DO ORTIGÃO BAGA BRUTO 2012 BRANCO | BAIRRADA | 12% | PVP 8,95€
BAGA
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
88 / 100
Gostei muito deste Blanc de Noir 100% baga de cor alambreado. Bolha fina, persistente com aromas a fruto vermelho e preto, alguma cereja, cassis traço mineral e frescura. Na boca mousse cremosa, cheio de fruta, acidez no ponto, elegante e fresco. 
 
QUINTA DO ORTIGÃO RESERVA BRUTO 2010 BRANCO | BAIRRADA | 12% | PVP 12,65€
ARINTO, BICAL, CHARDONNAY
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
89 / 100
Um bruto natural. O meu tipo de espumante preferido. O meu eleito desta manhã. Aromaticamente complexo, com notas tostadas a temperar levemente fruta de caroço, alguma fruta seca e pão a levedar. De bolha fina, persistente, com espuma leve, cremoso e muita maçã verde e marmelo. Fino e mineral. Muito bom.

ESPUMANTE QUINTA DO ORTIGÃO 2013 ROSÉ | BEIRA ATLÂNTICO | 12% | PVP 7€
BAGA, TOURIGA NACIONAL
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
84 / 100
Cor salmonada, rosado claro e de aspecto cativante. Apresenta bolha fina, persistente, com aromas marcadamente a frutos vermelhos, morango, groselha, alguma cereja e notas florais que compõem o conjunto. Na boca tudo o que se pretende de um rosé. Fresco, leve, fruta vermelha bem composta, sem excessos. Perfeito para piscina. Descontraído e com imagem.

QUINTA DO ORTIGÃO 2010 TINTO | BEIRA ATLÂNTICO | 13% | PVP 4,80€
BAGA, TOURIGA NACIONAL
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
84 / 100
O único vinho tinto desta casa. De cor granada, matizes violetas, intenso. Nariz com fruta madura, alguma compota, notas de barrica, tostas leves, especiarias. Boca com estrutura, taninos presentes, mastigável e corpolento. Está novo e pede comida.

QUINTA DO ORTIGÃO VINDIMA TARDIA 2011 BRANCO | BAIRRADA |  16,5% | PVP €
VINHAS VELHAS
QUINTA DO ORTIGÃO SOC. AGRO-TURÍSTICA, LDA
89 / 100
Uma vindima tardia que não será uma colheita tardia pois não chegou a ter o fungo da podridão nobre que é essencial para esse tipo de vinho. Uvas sobrematuradas foram usadas para compor este vinho. Ainda assim entrou-me cá no goto. Cor âmbar definido, intenso. Aromas flor de laranja, laranja confitada, melados. Na boca entra doce, acidez logo de seguida a cortar o doce, alguma laranja confitada, termina fresco. No inicio de refeição com um foie gras ou no final com um queijo.

______________________
QUINTA DO ORTIGÃO
BAIRRADA
ADEGA | LOJA
3780-227 ANADIA
Aberto de segunda a sexta-feira das 8:30h às 12:30h e das 14:00h às 17:30h 

Telefone: 231 503 209
Email: allemos@quintadoortigao.com
Na Net: Facebook
GPS: N: 40º26'10, W: 8º26'43

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Consumidor (a)Prova | À Mesa Vinhos de 6€ a 9€

A última actividade do ano de 2014 do Comer, Beber e Lazer foi mais uma vez com o olho virado para o consumidor de vinho em Portugal. Repetindo o conceito de duas edições anteriores realizou-se mais um "O Consumidor (a)Prova".

"O Consumidor (a)Prova" é um actividade que tenho vindo a realizar e a aperfeiçoar que tem como focus o consumidor normal de vinho em Portugal, que compra vinho para consumo quase diário e que cada vez mais está interessado em conhecer melhor o vinho que bebe. O consumidor tem aqui um papel determinante pois é ele que escolhe o tema e é ele que compra a maioria do vinho para a prova. Eu coloco sempre alguma coisa no meio para confundir... ou não.

"O Consumidor (a)Prova" é um jantar/almoço ou visita a um local com ligação ao vinho onde, um grupo de pessoas consumidoras de vinho, se deixa guiar por mim em temas que eles próprios decidem. Normalmente prova cega, com vinhos comprados pelos próprios, na qual são inseridos alguns por mim, sempre dentro do tema. A avaliação, de 0 a 5, tem apenas os seguintes itens: Gosto; Preço; Aconselho; Compro.

Nesta edição o tema foi "Vinhos Para o Natal Com Preços entre os 6€ e os 9€". Cada participante trouxe um vinho ou entregou-me o mesmo uns dias antes e este foi servido em prova cega a todos no Restaurante O Solar dos Pintor.

Foi mais uma noite de revelações. Os locais de compra, as regiões escolhidas, a justificação da compra e os resultados foram em alguns casos surpresas. O pós prova tem sido ainda mais interessante pois receber mensagens (sms, facebook ou mail) a informar-me que compraram este ou aquele vinho da prova é também perceber a importância da prova para quem participa e gratificante pois levou à compra de vinho.

O sms mais interessante foi de um participante a indicar que conseguiu comprar uma de cada pois queria provar cada um deles outra vez, mas em casa com os amigos.

Vencedores da noite
Vencedor Absoluto (Soma de todas as categorias)
Duorum 2012 Tinto 

Seguido por:
Monte Mayor Reserva 2012 Tinto
Herdade da Comporta 2011 Tinto
Casa da Passarella Abanico Reserva 2010 Tinto
Tapada do Barão Reserva 2012 Tinto
Quinta das Carrafouchas 2009 Tinto
Paço dos Falcões Grande Escolha 2011 Tinto
Frei João 2003 Branco
Quinta de Arcosó Bastardo 2012 Tinto
Herdade do Peso Trinca Bolotas 2013 Tinto
Adega Mãe Sauvignon Blanc 2013 Branco
Dona Ermelinda Reserva 2012 Tinto
Três Bagos 2012 Tinto


Vencedor Vinho Que Mais Agradou (independentemente de preço)
Monte Mayor Reserva 2012 Tinto

Seguido por:
Herdade da Comporta 2011 Tinto
Duorum 2012 Tinto
Casa da Passarella Abanico Reserva 2010 Tinto
Tapada do Barão Reserva 2012 Tinto
Paço dos Falcões Grande Escolha 2011 Tinto
Quinta das Carrafouchas 2009 Tinto
Adega Mãe Sauvignon Blanc 2013 Branco
Herdade do Peso Trinca Bolotas 2013 Tinto
Quinta de Arcosó Bastardo 2012 Tinto
Frei João 2003 Branco
Dona Ermelinda Reserva 2012 Tinto
Três Bagos 2012 Tinto

Os hiper ou supermercados continuam a ser a grande referência para compra embora já exista um ou outro caso em que a compra é efectuada em garrafeiras especializadas ou em visitas a produtores. Preço, quantidade de referência e facilidade de acesso são as razões apresentadas para a esta escolha.

Obrigado aos participantes. Em breve mais uma edição. O que virá a seguir?