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segunda-feira, 8 de junho de 2026

AdegaMãe - Novo patamar enológico marcado pela ambição e reforço da identidade Atlântica


A AdegaMãe celebrou recentemente 15 anos de dedicação à expressão atlântica do vinho com o lançamento daquele que é um dos projetos mais ambiciosos da sua história: o AdegaMãe Branco Especial, um vinho singular, sem ano de colheita, que resulta da combinação das barricas mais expcecionais das vindimas de 2017, 2019, 2020 e 2021. Uma criação que representa a maturidade técnica e a sensibilidade enológica acumuladas ao longo de década e meia.

O momento de celebração e o lançamento deste vinho verdadeiramente único e especial, que marca a história do produtor e representa um novo patamar enológico pleno de ambição e carácter, foram motivos suficientes para ir conhecer esta novidade directamente ao seu berço e guiados pela mão do enólogo que lhe deu vida: Diogo Lopes.
O tempo é o grande protagonista deste projecto - refere Diogo Lopes -, a pedra basilar na qual todos os restantes pontos assentam. A existência de colheitas únicas e de qualidade superior ao longo dos anos, e o conhecimento acumulado de castas, de terroir, do comportamento de cada peça, a paciência, no fundo, a consolidação de toda uma aprendizagem que só pode chegar a este resultado quando o respeito pelo Tempo é preocupação maior.

Sem data de colheita, resultado da combinação das barricas mais expcecionais das vindimas de 2017, 2019, 2020 e 202, que se destacaram pela sua profundidade e carácter, algumas com estágio prolongado de até cinco anos, chega até nós um branco de perfil evolutivo e complexo, ao mesmo tempo que oferece elegância e mar, marcado por notas de frutos secos, amêndoas e madeira muito subtil e integrada, cheio de camadas que se vão conhecendo à mesmo que o vamos bebendo, sem pressas, com Tempo, oferecendo também felicidade quando à mesa, com peixes gordos, assado no forno, bacalhau confitado ou bacalhau à bras deixando ainda que chegue à presença de quaijos de pasta mole, média intensidade como um DOP Serra da Estrela.

ADEGAMÃE BRANCO ESPECIAL | LISBOA | 12,5% | PVP 95€
BLEND CASTAS BRANCAS
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
19
Cor amarelo de intensa tonalidade dourada, luminoso, brilhante e límpido, cativando desde o primeiro momento. Plano aromático rico e complexo, com evidente perfil evolutivo, mas surpreendendo pela forma elegante e com notável finesse com que o oferece, mostrando em destaque o fruto seco, notas de amêndoa, barrica muito subtil e completamente integrada, assomando, de forma muito envergonhada e tímida a nota de fruta passa, frisando a todo o comprimento, em fundo, o seu lado marítimo e salgado. Boca volumosa e aportando complexidade à prova, registo untuoso e texturado em harmonia com a  sua faceta atlântica, salina, dono de acidez bem colocada, dando-lhe vida e energia, muito preciso e com término de boca longevo, de grande comprimento e elegância. 
 
ADEGAMÃE TERROIR 2018 BRANCO | LISBOA | 12% | PVP 55€
VIOSINHO, ARINTO
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
18,5
Um clássico de topo do produtor pelo qual confesso natural admiração desde a primeira colheita. Complexo, sofisticado e expressão fidedigna do Terroir Atlântico, oferece um vinho branco de inverno portentoso, com volume, com a barrica integrada, com a marca do tempo sabiamente colocada, com frescura, elegância e uma presença à mesa gigante. Brilhará com um generoso robalo ou pargo assados no forno ou com o bacalhau à lagareiro.
Cor amarelo citrino, tonalidade dourada, brilhante, aspecto límpido e atraente.  Revela enorme complexidade e elegância no plano aromático, oferecendo, numa fase inicial, notas de fruta branca madura, como pera e maçã reineta, seguida de fruto citrino maduro, casca de laranja, para logo depois, nos brindar com uma camada de forte identidade atlântica, com a  componente mineral, iodados, cabeça de fósforo e salinos, quase a lembrar a brisa do mar e com o estágio em madeira de carvalho francês perfeitamente integrado e discreto, manifestando-se em subtis toques de panificação, especiarias doces, leve fruto seco e uma nota fumada muito subtil e fina que se vai mostrando à medida que o vinho respira no copo.  Na boca surpreende pelo contraste entre a textura mais opulenta e untuosa, de grande volume e um perfil incrivelmente tenso, atravessado por uma acidez vibrante, firme e cortante, revelando estrutura, com belo casamento entre as notas minerais e salinas, com a cremosidade do estágio em barrica, fruta mais contida e complexo, culminando num longo final mais seco e de elegância admirável.
 
ADEGAMÃE GOUVEIO 2024 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP 10,45€
GOUVEIO
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17,5
Um gouveio com assinatura de mar, numa visão muito própria da casta neste terroir, de perfil gastronómico, volume de boca generoso e acidez salina vincada, para casamento feliz com pratos com alguma complexidade e gordura como uma caldeirada de peixe, choco frito com maionese de alho e coentros ou umas  línguas de bacalhau à Bulhão Pato.
Cor amarelo citrino, com reflexos esverdeados luminosos, aspecto límpido e jovem. Nariz muito expressivo, ao mesmo tempo elegante e fino, oferecendo notas de fruta de pomar madura, alguma fruta em calda, cera de abelha e mel, num registo meticuloso, sem pontas excessivas, harmonioso. Boca de médio volume, textura macia, cremosa e envolvente, assente num registo de tensão e acidez vibrante, algo salgada, feito de textura e camadas, trazendo a assinatura do Atlântico, com secura e mineralidade e longo final de boca.

O início e o fim da visita provaram que as primeiras e as últimas impressões têm sempre um lugar especial na memória. Logo à chegada, ainda com o olhar a perder-se pelas vinhas lá fora, houve tempo para despertar os sentidos com o AdegaMãe Espumante Rosé. E que belíssima surpresa! Um espumante com enorme frescura e finesse, cheio de garra e com uma bolha finíssima que abriu o apetite para as novidades que vinham de seguida. No final, para fechar com chave de ouro, a despedida fez-se com o exclusivo AdegaMãe Late Harvest 2021, um verdadeiro colheita tardia e ponto final perfeito para uma experiência que deixa saudades.
 
ADEGAMÃE ESPUMANTE EXTRA BRUTO 2018 ROSÉ | LISBOA | 11,5% | PVP 19,95€
PINOT NOIR
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17
Elaborado inteiramente com a casta Pinot Noir este espumante acaba por ser uma bela surpresa e corresponder de imediato não só ao momento de arranque como depois no continuar das primeiras entradas que chegam à mesa. 
Visualmente de cor acobreada, com reflexos salmonado e dourados, bolha muito fina e persistente, aspecto límpido e cativante. No nariz revela grande frescura aromática, com notas intensas de fruta de pomar de polpa branca, maça e pera, subtil presença de frutos vermelhos, cereja e framboesa, leve apontamento a fruto seco, ligeiro tostado, aromas de padaria, brioche, bolacha de manteiga fugindo do registo de pura fruta. Ataque de boca seco, com espuma leve e cremosa, mostrando um perfil bem sequinho, apesar da sua cremosidade e maior largura de boca, terminando longo e persistente.
 
ADEGAMÃE LATE HARVEST 2021 BRANCO | LISBOA | 11,5% | PVP 40€
PETIT MANSENG, SEMILLON
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
18
O primeiro vinho doce não fortificado do produtor agradece a influência do clima atlântico, com os seus ventos marítimos e a elevada humidade matinal da região que permitiram o desenvolvimento natural do fungo Botrytis Cinerea, a famosa podridão nobre, nas uvas, desidratando os bagos e concentrando os açúcares e a acidez de forma única. 
Estamos perante um colheita tardia sério, verdadeiramente de uvas botritizadas, de elevada qualidade e com o toque salino próprio deste terroir. Há quem o sugira de imediato como companhia certeira para sobremesas à base de ovos ou frutos secos, mas um do prazer maior que tenho com estes vinhos é fazer a harmonização por contraste com queijos intensos como os azuis ou os de ovelha. Sem dúvida, um guilty pleasure.
Cor amarelo dourado intenso, aspeto límpido, brilhante e hipnotizante. Aromaticamente não engana, encontramos as notas de fruta que sofreram o processo de botritização e que nos causam de imediato um sorriso rasgado, como são as de casca de laranja cristalizada, alperce passa, figo seco, mel e subtil fumado,  com tempero salgado em fundo. Na prova de boca apresenta-se de volume médio, menos gordo e opulento do que esperava, mais equilibrado e prazeroso, com acidez vibrante, com o citrino e o mar a fazerem-se notar, fresco, elegante e com longo final de boca. 

quarta-feira, 14 de maio de 2025

Lés-a-Lés Quinta das Marés Colheita Tardia 2021 Branco

LÉS-A-LÉS QUINTA DAS MARÉS COLHEITA TARDIA 2021 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP  19,95€
JAMPAL, VITAL, PETIT MASENG
PEDRO LUÍS DA CÂMARA SANTA BÁRBARA
17,5

Um colheita tardia com 30 meses de sono de beleza em barricas de carvalho francês e um blend de castas único neste tipo de vinho doce são razões suficientes para chamar à atenção até do mais distraído enófilo e simples apaixonado por um colheita tardia. Mostra-se, de forma corajosa, pois em Portugal não é fácil fazer bons colheitas tardias, mas convence desde o primeiro contacto. Elegância num registo doce que também se procura, sem cair no campo da densidade exagerada ou em camadas meladas e doces sem fim. Agarra-nos com conforto e parece crescer quando o juntamos a queijo azul, diria qualquer um, mas o pouco Stilton que cá tinha por casa foi pouco para o prazer que deu no casamento. 
Cor amarelo âmbar, tonalidade dourada, reflexos luminosos, límpido, brilhante e cativante. No nariz não de esconde tanto a podridão nobre, como a fruta passa, com alguma exuberância, mas também com equilíbrio, no qual as notas de fruta, alperce e tangerina se juntam a notas de mel, fruto seco, pitada floral e um toque fresco mais herbáceo, bouquet harmonioso, rico e intenso. Na boca apresenta-se com uma camada untuosa, macia, quase veludo, acidez marcada, vivaz, que não esconde a doçura, mas que a completa, que lhe dá alegria, que a equilibra e lhe dá sentido para nos manter interessados até ao final, longo e guloso.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

Herdade dos Grous Colheita Tardia 2019 Branco

HERDADE DOS GROUS COLHEITA TARDIA 2019 BRANCO | ALENTEJO | 12% | PVP  23€
PETIT MANSENG
MONTE DO TREVO - HERDADE DOS GROUS
16,5

Um colheita tardia nascido no Alentejo, detentor de grande complexidade aromática e gustativa, revelando alguma densidade e corpo, num registo de doçura elevada e sobressaída, devendo beber-se a temperatura mais baixa, bem fresca e na companhia de comida que consiga construir com ele uma relação de equilíbrio entre doce, acidez e frescura. Harmonizar doce com doce apenas irá intensificar a componente glicérica do mesmo, pelo que se sugere uma ligação por oposição, por exemplo, um carpaccio de ananás com romã e polvilhado com raspa de casca de lima. 
Cor amarelo de intenso, tonalidade dourada, luminosa e aberta, aspecto límpido e jovem. Plano aromático rico e complexo, apresentado notas de fruta de polpa amarela madura, fruta passa, pêssego, damasco, manga, lado a lado com notas de mel, casca de laranja confeitada, em envolvente doce. Na prova de boca revela corpo bem composto, textura macia, algo densa e cremosa, sobressaindo um pouco a nota mais doce e um pouco pesada quando com o prolongamento do momento e subida da temperatura. Término de boca longo, embora se pedisse mais finura e menos opulência neste final.

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Os Vinhos Casal Sta Maria: Entre a Magia da Serra de Sintra e a Tranquilidade do Mar

Os Vinhos Casal Sta Maria nascem de um terroir muito particular. As suas vinhas situam-se entre a magia da Serra de Sintra e a tranquilidade do mar. Parece ter ficado ali, como que emparedado, entre serra e mar, mas isso não é visto como uma dificuldade, antes como um desafio e um privilégio que permite a produção de vinhos tão renomeados como os Doc Colares de solos arenosos, como também ver nascer vinhos brancos e tintos de chão rijo, sob a denominação de regional Lisboa, com caracteríscas tão singulares e únicas que só podiam mesmo ter o seu berço a partir de uma imagem (im)perfeita como esta.
A serra de Sintra actua como barreira natural e amplia a influência do oceano Atlântico, com o nevoeiro salgado costeiro como cenário frequentemente. O resultado são vinhos que nos lembram o mar e as colinas; aromáticos, mineralidade presente, acidez refrescante, elegantes, equilibrados e a peculiaridade de terem notas salgadas bem notórias.
Tive o privilégio de recentemente ficar a conhecer alguns dos vinhos que este produtor tem no seu portfólio e perceber, in loco, a influência que este terroir tem no produto final.

BRUMA 2017 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP 9€
RIESLING, MALVASIA, CHARDONNAY
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
16,5
Cor amarelo citrino, com nuances esverdeadas, aspecto límpido e brilhante. No nariz destacam-se as notas de maresia, bem ligadas à fruta de pomar, como a maça verde, e às notas florais, mostrando um lado mineral bem presente e umas notas petroladas em fundo que aprimoram o conjunto. Na boca demonstra acidez acutilante, com perfil seco, a despertar o nossos sentidos para uma companhia no prato, com fruta fresca, madura, ligeira untuosidade, terminando num final de boca longo.

CASAL STA MARIA MALVASIA 2018 BRANCO | LISBOA | 13,5% | PVP 12€
MALVASIA
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
16,5
Cor amarelo citrino, intenso, ligeiros esverdeados, aspecto límpido e jovem. Elegante de aromas, fruto de caroço de polpa branca, bem casado co com perfumado floral, ligeiro fumado, toque salino e pedregoso. Finess na boca, seco, acidez acutilante, vivaz, fruta com acidez, fresca, sumarenta, Seco, fino, fruta citrina, algum veludo envolvente, terminando longo.

CASAL STA MARIA COLARES MALVASIA 2015 BRANCO | COLARES | 12% | PVP 25,5€
MALVASIA DE COLARES
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
17,5
Cor amarelo definido, tonalidades palha seca, intenso, aspecto límpido e brilhante. Assalta-nos o olfato com notas de fruta de polpa amarela madura, algum citrino pelo meio, com algum fruto seco torrado, leve nota da barrica, tostado, especiaria fina, cravinho e o lado salino que é presente no conjunto. Volumoso de boca, macio, apesar de um inicio mais austero, vai crescendo, revelando-se muito harmonioso, com a fruta sempre bem presente, com final de boca longo e amplo. 
Um Colares Malvasia singular, com perfil ligeiramente com mais cremosidade, mais largo de boca e menos afunilado.

CASAL STA MARIA SAUVIGNON BLANC 2018 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP 15€
SAUVIGNON BLANC
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
17
Cor amarelo citrino, mais aberto, límpido e de aspecto brilhante. Aroma intenso, com notas mais hortícolas, rama de tomateiro, pimento verde, pepino, espargos, fresco e cativante. Boca com boa presença, alguma gordurinha, boa textura, com acidez repenicada, no ponto, fruta citrina bem acídula, com um final longo e persistente.

CASAL STA MARIA MAR DE ROSAS 2019 BRANCO | LISBOA | 12,5% | PVP 23€
TOURIGA NACIONAL, PINOT NOIR, SYRAH
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
17,5
Cor rosa salmonado aberto, bonito e cativamente, aspecto límpido. Nariz com elegância, fruta vermelha madura, morango, framboesa, com toque de barrica bem leve, quase sem aparecer, salino também a dar a sua graça, delicado. Seco de boca, com uma acidez vivaz, a puxar pelo palato, fina, crocante, envolvência da sua textura com a fruta vermelha bem colocada, final de boca longo e elegante.

CASAL STA MARIA CHARDONNAY 2018 BRANCO | LISBOA | 13,5% | PVP 20€
CHARDONNAY
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
16,5
Cor amarelo citrino, intenso, tonalidades esverdeadas, aspecto limpo e jovem. No nariz mostra uma fruta de polpa amarela mais madura, talvez um pouco mais quente, com o estágio de barrica a revelar alguma baunilha, biscoto de manteiga, com notas marítimas bem casadas, complexo. Boa a mostrar mais elegância, com acidez mandona, num corpo volumoso, cheio, fruta sumarenta, mostrando novamente alguns amanteigados que se toleram sem problema. Final de boca longo e persistente.

CASAL STA MARIA COLARES RAMISCO 2010 TINTO | LISBOA | 12% | PVP 36,5€
RAMISCO
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
18
Cor vermelho, de tonalidade mais aberto, intenso, bonito, aspecto limpo e ainda jovem. No nariz mostra o ramisco, ginja já macerada, licor de ginja já com uns anos, notas de óleo de tratamento de madeiras, madeira exótica, cedro, algum pinheiro, salinidade sempre presente, maresia, complexo, nota de folha de tabaco, caixa de charuto. Na boca revela aquele leveza, frescura e ao mesmo tempo complexidade que só um ramisco nos pode dar. Texturado, com algum volume, elegância, toda uma experiência envolvente, que não cansa e continua a prometer durar por muito anos.

CASAL STA MARIA PINOT NOIR 2018 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP 25€
PINOT NOIR
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
16,5
Cor vermelho aberto, intenso, bonito, luminoso, límpido e jovem. Fruta distinta no nariz, vermelha e preta, com notas leves e bem medidas de couro, alguns terrosos, cogumelo, turfa, respirável e fresco. Boca com estrutra média, boca secura, com a fruta bem posicionada, nitida, fresca, a mostrar um final de boca longo e algo guloso. Uma escolha para os dias quentes.

CASAL STA MARIA COLHEITA TARDIA 2016 BRANCO | LISBOA | 12% | PVP 22,5€
PETIT MANSENG
ADRAGA EXPLORAÇÕES VITIVINÍCOLAS, LDA
17
Cor amarelo de tonalidades douradas, intenso, definido, aspecto límpido. No nariz notas doces de fruta cristalizada, pêssego bem maudo, já a caminho de passificado, algum melaço, licor de amêndoa, crumble de maça, chá de limão com mel. Na boca mostra volume, alguma densidade, melado, acidez crocante e equilibradora, belo registo, final longo. 

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Quinta do Gradil Colheita Tardia 2014 Branco

QUINTA DO GRADIL COLHEITA TARDIA 2014 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP  31€
PETIT MANSENG, SEMILLON
QUINTA DO GRADIL SOCIEDADE VITIVINÍCOLA, SA
15,5

Mais um colheita tardia nascido em terras lusas. Como vão percebendo um tipo de vinho que gosto de conhecer, mesmo sabendo que, devido às suas particularidades, não temos em Portugal um terroir de eleição para o mesmo.
A Quinta do Gradil é uma das mais antigas propriedades da região do Cadaval, com as suas vinhas situadas no sopé da Serra de Montejunto e onde é possivel encontrar variadíssimas castas brancas, entre as quais a petit manseng e a semillon, colhidas tardiamente já no ínicio do mês de novembro e que compõem o lote para este vinho.
Cor amarelo definidio e intenso, aloirados cativantes, aspecto limpo e brilhante. No nariz revela aromas a fruta amarela de caroço madura, algum citrino, fruta passa e fruto seco e algum melaço em fundo, discreto. Na boca mostra algum volume e ligeira untuosidade, esperava-o mais gordo e talvez também mais doce, prima mais pelo lado da fruta citrina e amarela de caroço, acidez vivaz, frescura e comprimento final de boca longo.