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segunda-feira, 20 de abril de 2020

Dory 2017 Branco

DORY 2017 BRANCO | LISBOA | 14% | PVP  4,99€
VIOSINHO, ALVARINHO, ARINTO, VIOGNIER
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

Este é o vinho que acabou por se tornar a imagem deste produtor. Quando pensamos em vinhos da Adegamãe será certo que nos vamos lembrar sempre do Dory e eu lembro-me sempre do Dory branco.
Costumo guardar algumas garrafas durante alguns anos para beber mais tarde, surpreendem-me sempre. Este de 2017, que bebi há pouco mais de um mês, continua como a sua cor deixa transparecer. Jovem, com uma acidez vibrante, com a fruta a mostrar-se fresca, aquele toque salino e  bem versátil à mesa.
Cor amarelo citrino, esverdeados leves, intenso, aspecto jovem, brilhante e limpo. Aromas ainda marcadamente de fruta madura fresca, citrinos e fruta de pomar, elegante, com notas salinas, preda lascada, fresco. Na boca revela alguma estrutura e volume, envolve o palato, continuando a mostras uma fruta muito presente e uma acidez acutilante, terminando longo e elegante.
A escolha à mesa foi a solha assada no forno levemente regada com sumo de limão um pouco antes de sair do calor. E foi até ao fim.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Adegamãe Viosinho 2018 Branco

ADEGAMÃE VIOSINHO 2018 BRANCO | LISBOA | 12,5% | PVP  8,45€
VIOSINHO
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17

Nascido na região de Lisboa, em solos onde predomina o calcário, este Viosinho revela ser um vinho branco do caraças. Grande elegância, com a fruta citrina num registo fresco, pleno de aroma e sabor e uma relação preço-qualidade de excelência. 
Cor amarelo citrino, ligeiros esverdeados, aspecto limpo e jovem. Aromas a fruta citrina, limonado, muito salino, pedra lascada, mineral, conjunto harmonioso e elegante. Boca com acidez aculiante, muito limão, lima, a secar o palato, mas com uma gordurinha envolvente que nos puxa, que se gosta, que sabe bem, fruta fresca e sumarenta, com tensão e final de boa longo.
Peixe grelhado, marisco e sushi, mas também pratos com mais complexidade como peixes assados no forno ou pratos de carne com mais gelatina.  

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Os Novos Terroir da Adegamãe Em Dia de 8º Aniversário

A celebração perfeita do 8º aniversário da AdegaMãe foi feita com o anuncio das novas edições dos topo de gama AdegaMãe Terroir Branco e Tinto. Chegaram os novos AdegaMãe Terroir Tinto 2015 e AdegaMãe Terroir Branco 2016!
Nascem das melhores uvas e parcelas das vinhas da AdegaMãe e, após estágio em adega, resultam da seleção das melhores barricas, aquelas que se impõem pela qualidade e diferenciação. São, por isso, vinhos exclusivos, únicos, que se destacam pela originalidade e complexidade e que nascem apenas nos anos verdadeiramente especiais.
E falando de momentos especiais, estando agora a celebrar o oitavo aniversário, a AdegaMãe propõe anuncia as novas edições dos seus topo de gama.

ADEGAMÃE TERROIR 2016 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP 40€
VIOSINHO, ARINTO, ALVARINHO
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
18
Resulta de uma seleção de barricas com vinhos de identidade 100% nacional, que se destacaram pela complexidade, integrando a frescura, mineralidade e salinidade tão característicos do terroir AdegaMãe. Agarrou-me desde o inicio, um branco sério, com um potencial de guarda imenso e com enorme versatilidade à mesa.
Cor amarelo citrino, esverdeado, aspecto limpo e jovem. Nariz intenso, fruta amarela de caroço, algum fruto seco, nota salinas evidentes, mar, pedregoso, mineral e com notas de barrica bem integrada. Boca com largura, texturado, untuoso, cremosidade, notas de fruta amarela sumarenta, fruta fresca, bela acidez, equilíbrio, fica em trabalho de boca, com a sua salinidade a marcar um final de boca longo.

ADEGAMÃE TERROIR 2015 TINTO | LISBOA | 14% | PVP 40€
TOURIGA NACIONAL, PETIT VERDOT
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
18
Nasce daquela que foi, em termos globais, a melhor vindima de tintos realizada na AdegaMãe. Um ano de maturações muito equilibradas, proporcionando uvas de grande qualidade. Resultado? Um vinho tinto de grande elegância, a provar que, no terroir de Lisboa, também nascem tintos surpreendentes. Foi em crescendo. Mais tímido e fechado de inicio, mostrando vivo e mais falador com o tempo de garrafa aberta e com o arejamento em copo.
Cor vermelho intenso, concentrado, fechado, aspecto jovem e limpo. Aromaticamente mostrando a fruta vermelha e preta muito fresca e definida,  notas de barrica bem ligadas, integradas, nuances de folha de tabaco, balsâmicos envolventes, alguma resina e pimentas num registo fino e elegante. Boca com textura, vivaz, mastigavel, vigoroso, com um acidez equilibrada, a conferir elegância, tanino maduro, intenso, com a fruta em bom plano num conjunto pleno de harmonia. Termina longo e persistente.

Após a prova, a harmonização com os pratos do Chef André Cruz,o n.º 2 do Chef João Rodrigues no Restaurante Feitoria do Altis Belém, jogando cada um dos vinhos com cada momento que havia preparado.
Para o Terroir Branco o Arroz de Línguas de Bacalhau e a Dourada de Mar Assada, Estufado de Chuchu em Brunesa e Carabineiroe Cebolinho (imagens acima).
A maridagem com o Terroir Tinto foi feita com o prato de Cogumelos Selvagens, Espargos e Gema e com o Lombo de Novilho, Mão de Vaca e Esparregado (imagens abaixo).

Ligações perfeitas. Pareciam feitos e pensados já há muito tempo e agora, finalmente, encaixaram à mesa.

Para terminar, e como nenhum aniversário pode passar sem serem cantados os parabéns, lugar às palmas e desejos de vida longa à AdegaMãe.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Adegamãe Petit Verdot 2015 Tinto

ADEGAMÃE PETIT VERDOT 2015 TINTO | LISBOA | 14,5% | PVP  8,45€
PETIT VERDOT
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

Cor rubi concentrado, intenso, fechado, violetas escuros, aspecto limpo. Aromas ricos e complexos, mostra fruta fresca preta madura, amoras, framboesas, mirtilos, cerejas, leve traço mais vegetal, bem medido. Boca envolvente e segura, texturado, cheio e alguma untuosidade, tanino a dizer presente, com a fruta madura em boa forma, fresco e elegante, a revelar um final longo e persistente.
Ligação de sucesso com o rolo de carne no forno. Não devo estar enganado ao pensar que poderá ficar esquecido na garrafeira por mais um par de anos e continuar a dar alegrias.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Adegamãe Touriga Franca 2016 Tinto

ADEGAMÃE TOURIGA FRANCA 2016 TINTO | LISBOA | 13,5% | PVP  8,45€
TOURIGA FRANCA
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

Praticamente no pico do verão deste ano e este Homem a publicar notas de vinho tinto. Está louco. Ouço já o teclado a bater. O facto é que fui encontrar aqui um Touriga Franca com uma frescura fantástica e elegante. Baixei-lhe um pouco a temperatura e deixei-o respirar por cerca de meia hora e fez-se à mesa em bela companhia.
Cor vermelho rubi intenso de média concentração, violetas no bordo do copo, aspecto limpo. Aromas que mostram grande frescura, notas de fruta preta e azul, bagas, mirtilos,alguma ginja, notas de bosque, pinheiro, caruma, algum vegetal, toque salino, muita frescura mesmo. Boca com boa estrutura, seco, lado vegetal, com a fruta sempre em bom plano, madura, sumarenta e fresca, especiaria fina, final de boca longo.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Adegamãe Pinot Noir 2015 Tinto

ADEGAMÃE PINOT NOIR 2015 TINTO | LISBOA | 13,5% | PVP  9€
PINOT NOIR
ADEGAMÃE SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

Cor rubi aberto, pouca concentração, aspecto limpo. No nariz aromas de fruta vermelha madura, muito elegante e fresco, notas balsâmicas, alguma caixa de tabaco, caruma e terroso. Na boca mostra raça, acidez acutilante, fruta madura, algum vegetal e especiado, sequinho, equilibrado, fresco e com final de boca longo.
Será engraçado encontrá-lo daqui a mais alguns anos.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Adegamãe Arinto 2016 Branco

ADEGAMÃE ARINTO 2016 BRANCO | LISBOA | 12,5% | PVP  8,45€
ARINTO
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16

A casta Arinto num Terroir de excelência para a produção de brancos, com a brisa salina do Atlântico a imprimir um traço de personalidade que já nos habituámos a reconhecer nesta casa.
Cor amarelo citrino, esverdeados leves e de aspecto limpo. Nariz intenso, citrinos, lima a sobressair, flor de laranjeiira, de traço mineral, pedra lascada, salino, marinho. Na boca revela alguma textura e untuosidade, acidez no ponto, toque salino, citrino, limonado, num final de boca longo.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

AdegaMãe Terroir 2014 Branco

ADEGAMÃE TERROIR 2014 BRANCO | LISBOA | 12% | PVP  38€
VIOSINHO, ALVARINHO, ARINTO
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17,5

Após o sucesso da primeira colheita sob o signo Adegamãe Terroir branco lançado em 2013, a expectativa em relação ao que viria a seguir era alta. A verdade é que mais uma vez este branco mostra do que este região é capaz de produzir. Um branco de excelência que devido ao número reduzido de garrafas (2677) apenas chegará ao copo de alguns. É aproveitar!
Cor amarelo palha seca, definido, de média intensidade, nuances esverdeadas muito leves e aspecto límpido. Aromas muito elegantes a fruta amarela de caroço, fumados leves, alguma panificação, com presença de notas salinas, mineral e fresco. Mostra acidez no ponto, com ligeiro sabor a mar, bom volume, largo, com a fruta fresca, sem se esconder, envolvência, final longo e fresco.
À mesa casou na perfeição com uma Feijoada de Sames que lhe fez a devida justiça.

sexta-feira, 31 de março de 2017

2 2 1 Alvarinho 2015 AdegaMãe e a Lampreia by Anselmo Mendes

Duas regiões, dois enólogos, um vinho. Os enólogos Anselmo Mendes e Diogo Lopes criam um vinho a partir de duas expressões distintas da casta Alvarinho. A casta Alvarinho com origem em vinhas de Monção e outra com origem em vinhas da região de Lisboa.

Expressões diferentes da mesma casta que, apesar da distância entre as regiões onde nascem, mostram, no caso do Alvarinho de Monção, uma constante confirmação da elevada qualidade dos vinhos que dela resultam e, no caso do Alvarinho do terroir de Lisboa, um constante reconhecimento e afirmação do qualidade do vinho ali produzido.

ADEGAMÃE 221 2015 BRANCO | VINHO DE MESA | 12,5% | PVP 25€
ALVARINHO
ADEGAMÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17
Um blend 50/50 da casta Alvarinho de Monção e de Lisboa com fermentação independente em barricas de carvalho francês.
Cor amarelo citrino, aberto, esverdeados leves, aspecto limpo e brilhante. No nariz revela muita complexidade, desafiante, com citrinos, toranja definida, algum melaço e um aroma a pedra molhada, toque salino e envolvência fresca. Expressivo de boca, mostra-se ainda muito jovem, irreverente, com volume, mastigável, com a fruta citrina e de polpa amarela madura bem colocada, traço mineral, novamente algum salino, a mostrar futuro, potencial de guarda e com um final de boca duradouro.

Mas o nervosismo só começaria após a apresentação do vinho. A harmonização ia ser feita com a famosa lampreia. Um arroz de lampreia cozinhado pelo "Chef" Anselmo Mendes, que não teve qualquer dúvida ou receio em afirmar que este momento o deixava mais nervoso do que o lançamento do 221.

Lampreias fêmeas, limpas e preparadas a preceito, com saber familiar, que chega à mesa em fumegantes travessas. Com vinagre a gosto no momento, passou claramente o teste dos convivas pois, no final, nem lampreia, nem arroz. Parabéns também aqui pelo prato e pelos conselhos na preparação desta iguaria de terras minhotas.

A ligação 221 com a lampreia foi casamento abençoado. Muito equilibrado e sem haver um roubar de protagonismo quer de um lado quer do outro. O vinho permite que toda a complexidade do prato seja muito bem incorporada pelos sentidos e nos faça continuar no vinho e no prato sem haja enfado.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

10 Vinhos Brancos Para o Bacalhau Com Todos na Noite da Consoada

O ano de 2016 aproxima-se do seu final. Apesar de poucos dias faltarem para o seu término ainda nos estão reservados alguns momentos que queremos que sejam inesquecíveis, bem acompanhados por amigos, familiares e, consequentemente, à mesa e bem regados.
Um desses esperados momentos, que muito prezo por ser um daqueles carregado de simbolismo e de verdadeiro encontro à mesa com as pessoas que mais gostamos, é a noite de consoada, a noite do dia de Natal. Tradicionalmente, no meu seio familiar o bacalhau e o Polvo, são presença obrigatória e, talvez por ser nessa noite, me sabem como uma refeição Real. 
Neste particular destaco o bacalhau. Nessa noite não se moderniza e não se altera aquilo que tantas boas memórias nos trás. A receita é a do Bacalhau Cozido com Todos, que aqui deixo abaixo, quase como gentle reminder, para os que ainda não a tenham como certa.
O bacalhau é tradicionalmente servido às postas e por isso escolhi o da Riberalves já demolhado e ultracongelado que acho perfeito para esta receita e muito prático.

Ingredientes para 4 pessoas
4 Postas de Bacalhau Demolhado
1Kg Batatas
4 Ovos
5 Cenouras Médias
1 Kg Couve Penca
1 Cebola
Alhos
Azeite
Sal
Cozer o bacalhau, sempre com a pele virada para cima, junto com a cebola e os alhos. Não deixe cozer demais ou o bacalhau ficará seco. Retire o bacalhau e reserve tapado.
De seguida coza as batatas, cenoura e couves na água de cozedura do bacalhau. Rectifique de sal caso julgue necessário. Quando pronto emprate numa travessa e tempere com azeite e vinagre. Para quem gosta junte um pouco de alho picado no fim.

Quanto aos vinhos, são 10 os que resolvi sugerir para acompanhar com o bacalhau da noite de Natal. 10 vinhos brancos que escolhi dos que tive o prazer de provar e beber ao longo deste ano e que na minha opinião farão uma ligação a experimentar nessa grande noite.
Por ordem alfabética:

ADEGAMÃE TERROIR 2013 BRANCO | LISBOA | 12,5 % | PVP 38€
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ARINTO DOS AÇORES SUR LIES 2014 BRANCO | PICO | 13% | PVP 30€
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DORY RESERVA 2014 BRANCO | LISBOA | 12,5% | PVP 12,5€
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ESPORÃO PRIVATE SELECTION 2014 BRANCO | ALENTEJO | 14,5% | PVP  19,90€
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MR PREMIUM 2013 BRANCO | ALENTEJO | 12% | PVP 36€
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QUINTA DAS MARIAS ENCRUZADO 2015 BRANCO | DÃO | 13,5% | PVP 9€
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QUINTA DE CIDRÔ CHARDONNAY 2015 BRANCO | DOURO | 14% | PVP 13€
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QUINTA DO JAVALI PGE 2014 BRANCO | DOURO | 13,5% | PVP 70€
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TEIXUGA 2013 BRANCO | DÃO | 13,5% | PVP 30€
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VILLA OLIVEIRA VINHA DO PROVÍNCIO 2012 BRANCO | DÃO | 12,5% | PVP 35€
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E se não for com estes que seja com outro dos que aqui foram aparecendo ao longo do ano. Boa Consoada!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Dory Reserva 2014 Branco | Grande Prémio Escolha da Imprensa 2016

DORY RESERVA 2014 BRANCO | LISBOA | 12,5% | PVP  12,5€
VIOSINHO, CHARDONNAY, ALVARINHO, ARINTO
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

O vencedor do Grande Prémio, na categoria de Brancos, no Concurso Escolha da Imprensa deste ano é um vinho da região de Lisboa e de um produtor ainda com poucos anos de presença no mercado, mas que, de colheita para colheita, tem vindo a apresentar bons vinhos, com relação qualidade-preço muito elevada e especialmente com brancos com grande frescura, acidez e imagem do terroir onde está inserido.
Este é sem dúvida um prémio que representa, ao mesmo tempo, não só o reconhecimento pelo trabalho feito até agora como também um incentivo para a continuação do projecto para um futuro sólido e diferenciado.
Cor amarelo citrino, leves esverdeados, aspecto jovem e limpo. Nariz onde sobressaem as notas a fruta de caroço, pêssego, alperce, alguma pêra rocha madura, com a barrica bem ligada, algumas notas de mel e mineral. Boca com volume, acidez vibrante, barrica completamente casada, fruta citrina e maçã verde, com grande frescura, elegância e mineralidade. Final de boca longo e fresco.
À mesa junte-lhe o bacalhau, o salmão e porque não o queijo de pasta mole.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

AdegaMãe Terroir | A Inspiração Atlântica Em Vinhos de Topo

Seis anos após a primeira vindima, a AdegaMãe, produtor da região de Lisboa com casa em Torres Vedras, cumpre mais um passo importante na sua caminhada apresentando os primeiros topo de gama ao mercado e lançando uma nova categoria de vinhos nesta região propondo uma mais exigente interpretação do terroir Atlântico.
A estreia do AdegaMãe Terroir merece este momento de maior atenção e exclusividade pois pretende apresentar vinhos inéditos, quer pela sua complexidade e qualidade , como também pelo caminho singular que efectuar desde a vinha até à adega.

Diogo Lopes e Anselmo Mendes apresentaram as primeiras referências com esta chancela: o AdegaMãe Terroir 2103 Branco e o AdegaMãe Terroir 2012 Tinto. Vinhos de assinatura, de número de garrafas muito limitado e com reedições apenas possíveis em anos de excepcional qualidade.
Destaque ainda para a apresentação das novas colheitas dos Reserva Dory Branco e Tinto. Sem dúvida a reforçar a posição de grandes apostas neste patamar onde a relação qualidade - preço é também nota relevante.

DORY RESERVA 2014 BRANCO | LISBOA | 12,5 % | PVP 12,5€
VIOSINHO, ALVARINHO, CHARDONNAY
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5
Cor amarelo citrino, leves esverdeados, aspecto jovem e limpo. Nariz onde sobressaem as notas a fruta de caroço, pêssego, alperce, alguma pêra rocha madura, com a barrica bem ligada, algumas notas de mel e mineral. Boca com volume, acidez vibrante, barrica completamente casada, fruta citrina e maçã verde, com grande frescura, elegância e mineralidade. Final de boca longo e fresco.
À mesa junte-lhe o bacalhau, o salmão e porque não o queijo de pasta mole.

DORY RESERVA 2013 TINTO | LISBOA | 14,5 % | PVP 12,5€
TOURIGA NACIONAL, MERLOT, CABERNET SAUVIGNON, PETIT VERDOT
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5
Cor rubi intenso, concentrado, fechado no núcleo, aspecto limpo e jovem. Nariz com notas perfumadas de violetas, pimenta da terra, pimento vermelho assado, especiaria fina, expressivo e fresco. Boca com presença, com volume, estrutura, com taninos sólidos, muita fruta vermelha e preta madura, especiarias e nota vegetal fresca. Equilíbrio, carácter e com final de boca longo e fresco.
Aqui a carne será a harmonia mais desejada, carnes vermelhas, assados no forno e caça.

ADEGAMÃE TERROIR 2013 BRANCO | LISBOA | 12,5 % | PVP 38€
VIOSINHO, ALVARINHO, ARINTO
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
17,5
Cor amarelo citrino, média intensidade, nuances esverdeadas leves, aspecto límpido. Aromas muito elegantes a fruta amarela de caroço, fumados leves, salino fino, marítimo, mineral e complexo. Volume boca, cremosidade, untuosidade no toque, acidez equilibrada e precisa, com a fruta aparecer fresca, definida, envolvido em notas salinas e com um final longo, fresco e salino.
O meu primeiro pensamento de maridagem à mesa vai directo para os queijos de pasta mole, mas também para um peixe assado no forno ou o bacalhau da noite de natal.
A curiosidade de saber como estará ele daqui a alguns anos e o prazer que dá neste momento faz com que vá para a lista de prendas no meu aniversário.

ADEGAMÃE TERROIR 2012 TINTO | LISBOA | 14,5 % | PVP 38€
TOURIGA NACIONAL, MERLOT
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
18
Cor rubi intenso e concentrado, violetas escuros, aspecto limpo. No nariz mostra-se a fruta preta madura, fruta do bosque, turfa, pinhal, resina leve, madeira exótica, mineral. Poderoso de boca, vivaz e cheio de garra, taninos a marcar posição, envolvente, a secar o palato e a pedir comida, muito equilibrado e mostrar todo o seu potencial e guarda. Final longo e persistente.
Para além do potencial de guarda os pratos de carne vermelha regionais serão a escolha acertada. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Dory 2014 Tinto

DORY 2014 TINTO | LISBOA | 13% | PVP  4,49€
TOURIGA NACIONAL, TINTA RORIZ, MERLOT, SYRAH
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
88 / 100

A imagem do rótulo com o pescador entregue ao seu Dóri na pesca do bacalhau e ao fundo o bacalhoeiro Creoula já não é surpresa para o consumidor e já é sinónimo de qualidade numa gama de vinho que mostra ser uma opção acertada para o dia a dia.
Os vinhos Dory são os vinhos bandeira da AdegaMãe, carregados de expressão atlântica, frescos, gulosos e feitos para serem bebidos à mesa. A nova colheita do Dory tinto carrega consigo todos estes predicados e junta-lhe um cariz mais floral e frutado de uma Touriga Nacional também ela aqui cheia de frescura e mineralidade.
Cor rubi intenso, de média concentração e de aspecto limpo. No nariz mostra a fruta vermelha, a preta mais silvestre e as notas florais da touriga nacional, bem envolvidas em notas vegetais leves, algum pimento vermelho assado, mineral e fresco. Expressivo de boca, com boa estrutura e acidez equilibrada, com fruta vermelha madura bem posicionada e fresca, fino, elegante e de final de boca longo.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Dory 2015 Branco

DORY 2015 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP  4,49€
VIOSINHO, ALVARINHO, ARINTO, VIOGNIER
ADEGA MÃE - SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
88 / 100

A mais recente colheita do Dory branco está já no mercado. Este é, para mim, um dos brancos nesta gama de preços que mais me chama à atenção. A sua versatilidade à mesa, a relação qualidade-preço e a sua capacidade de envelhecimento com qualidade fazem dele um dos vinhos que repito no meu copo todos os anos.
Cor amarelo citrino, aspecto jovem, brilhante e limpo. No nariz as notas citrinas e as de  fruta de caroço ganham relevo num conjunto equilibrado, com notas salinas, leve iodo, intenso e fresco. Boca com boa estrutura, ligeiro volume, citrinos sem pingo de doçura, com aquelas notas de puro terroir atlântico a conferirem elegância e frescura.
No prato junte-lhe o peixe, o marisco e o bacalhau com todos. .

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

AdegaMãe | Vinho Branco Viosinho Para o Sushi

Inserido no programa do passado Sushi Fest, o primeiro festival europeu de sushi, que teve lugar em Oeiras, e sendo a AdegaMãe o vinho oficial do evento, nada melhor do que conciliar os dois temas e realizar uma harmonização Vinho e Sushi.

Bernardo Alves, director-­geral da AdegaMãe acompanhado do enólogo Diogo Lopes e pelo Chef Paulo Morais apresentaram o evento de onde destaco a capacidade de harmonização com sushi do branco feito a partir da casta Viosinho (100%).

As colheitas de 2012, 2013 e 2014, este último novidade para o verão, foram provadas enquanto se degustava algumas peças de sushi elaboradas pelo Chef Paulo Morais.
Desde logo muita atenção para a colheita do VIOSINHO 2012. Excelente momento de forma, vivacidade e frescura, a demonstrar se um grande opção para guardar durante alguns anos. Mostrou ser uma boa opção principalmente nos sushi rolls, californias e sashimis.

O VIOSINHO 2013, para mim o que demonstrou estar mais perfeito para a ligação, mostra-se fresco e mineral, com acidez no ponto e com a fruta fresca a fazer a ponte com as peças com algo mais para além do peixe. A sua acidez e finura leva a ligação mais longe quando surge mais untuosidade no prato.

A novidade, o VIOSINHO 2014, mostra-se ainda pleno de juventude, não tão expressivo no nariz como o 2013, a fruta de caroço está cá, alperces e pêssegos, citrinos, mineralidade algum "mar", mas menos intensidade. Na boca encontra-se seco, a cortar com a gordura, untuosidade do peixe, com acidez bem ligada e com final algo salino e pleno de frescura.

Conclusão. O Adegamãe Viosinho mostra ser uma aposta ganha quando à mesa com o sushi. Cada colheita com a sua particularidade, mas na minha opinião, principalmente por se apresentar mais feito, o 2013 seria a minha escolha. O 2014, apesar de ainda jovem, está com uma secura de boca e uma leveza extraordinária, fazendo dele também uma escolha imediata.

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ADEGAMÃE VIOSINHO 2014 BRANCO | LISBOA | PVP 6,90€
ADEGAMÃE VIOSINHO 2013 BRANCO | LISBOA | PVP 6,90€
ADEGAMÃE VIOSINHO 2012 BRANCO | LISBOA | PVP 6,90€

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